sábado, 31 de julho de 2010

Presbiterianos Calvinistas: Batismo por Aspersão – Uma característica de nossa Identidade

Presbiterianos Calvinistas: Batismo por Aspersão – Uma característica de nossa Identidade

Aspersão - Iniciação Pagã, nunca Ordenança de Cristo

Um colega de profissão conversando em um aniversário de uma colega nossa, ventilou sua ida para nossa igreja batista pretendendo ser auxiliar ministerial, visto que hoje é um presbítero na Igreja presbiteriana que frequenta. Veja que nossa conversa foi progredindo...tive que lhe ser franco! Lhe disse que eu tería que batizá-lo. Fui surpreendido com seu rápido arranhão: "Que é isso, batismo não salva... isso é doutrina de homens...já fui batizado meu pastor impôs a mão sobre mim" - retruquei lhe que realmente batismo não salva, mas Cristo ordenou que assim fizéssemos; Ele tem toda autoridade para assim ordenar!!!-(cf Mt 28.18-20). Bem, depois fiquei pensando só comigo... doutrina de homem é fazer batismo que Cristo não mandou; doutrina de homem foi essa copiação pagã da aspersão. Bem somos fraternos, mas a verdade nunca foi e nunca será fraterna com a mentira.

A Importância do Pacto nas igrejas batistas hoje

Eu creio firmemente na necessidade de um pacto formal nas igrejas batistas atuais. O compromisso com a igreja local aderente tem sido cada vez mais enfraquecido.
O batismo é nossa celebração da comunhão com o corpo de Cristo e união com sua igreja visível.
Para muitos pregadores e mestres da palavra o batismo tem sido colocado como uma simples ordenança obrigatória. Porém, o batismo Cristão é um sinal da formalização de nosso compromisso com o Senhorio De Cristo; identificação com seu sofrimento, morte, sepultura e ressurreição.

O pacto soleniza a aliança que o crente professa pelo batismo. O pacto deve ser lido e repetido por todos, para que lembrem de sua postura diante de Deus e de todos, inclusive aos de fora da comunhão da igreja.

Os crentes estão saindo das igrejas sem respeitar, muita das vezes, o comprometimento formalizado com o corpo de Cristo local.

As igrejas locais estão catoliquizando-se e a católica batistizando-se ???!!!

terça-feira, 13 de julho de 2010

Datas Importantes - 5

A ERA MODERNA
Séculos XVII a XX


1. O tempo de expansão ocidental e liberdade religiosa.

A. No começo do século XVII o termo "Anabatista" foi abreviado por causa dos abusos de alguns que usaram este nome. Muitos anabatistas eram hereges.

B. Tolerância religiosa aumentou na terra nova, e emergiu uma vontade nacional de ter liberdade de consciência.

1. Os protestantes quiseram oficializar suas igrejas estatais na América do Norte, mas não foram felizes nesta tentativa.
2. A liberdade que as colônias ganharam da Inglaterra pela revolução trouxe vontade de formar uma nova nação com liberdade religiosa, mas só com muitas lutas. Foram formados os Estados Unidos. Foi adotada a constituição com suas emendas de garantia de liberdade.
3. Antes, e até algum tempo depois da revolução, havia igrejas oficiais em cada colônia. Mas finalmente a perseguição acabou.

C. Os batistas que sobreviveram séculos de oposição e perseguição acharam um solo fértil para plantar sua fé em muitos lugares naquela terra nova.

2. Dois tipos de batistas ingleses foram à América.

A. Batistas Regulares ou Particulares.
1. Não tem nada a ver com o nome de Batistas Regulares no dia de hoje.
2. Creram na redenção particular e não universal. Eram calvinistas.
3. Em 1638 d.C. em Newport, Rhode Island, foi organizada a primeira Igreja Batista Americana pelo pastor John Clark.
4. Em Julho de 1707 d.C. cinco igrejas organizaram a primeira Associação Batista na América na cidade de Filadélfia, Pennsylvania.
5. Praticaram missões. Creram na expansão da obra na terra nova.

B. Batistas Separados ou Gerais.
1. Creram que Jesus morreu por todos. Sua morte é suficiente para todos mas eficiente só para os eleitos, isto é, os regenerados.
2. Eles eram descendentes também dos Valdenses e Lolardos.
3. Não eram protestantes, mas batistas.
4. Também não eram contra as missões. Chegaram mais tarde que os Particulares mas trabalharam muito organizando igrejas pioneiras.

3. Em 1787 d.C. A união dos dois grupos.
Foram chamados Batistas Unidos.
A. A união não foi orgânica. Concordaram em reconhecer um a outro, e deixaram suas diferenças sobre calvinismo. Isto ajudou a expansão missionária das igrejas. Não era necessário levar as suas diferenças da Inglaterra à América.

A ERA DA ORGANIZAÇÃO
1. A expansão rápida do trabalho na terra pioneira.
A. Muitas Associações regionais organizadas.
Em 1800 existia mais ou menos 48 delas, mas só "no século XIX os Batistas começaram a cooperar em organizações nacionais, formadas para fins específicos como, por exemplo, trabalho missionário." (Enciclopédia Britânica CD, 1997).

1. Lembremos de novo que muitas igrejas não fizeram parte de nenhuma associação, ou simplesmente concordava com sua confissão de fé.

B. Que diferença há entre uma Associação e uma Convenção?

1. Jesus e os apóstolos não organizaram nem uma, nem outra.
2. A Associação é um grupo de igrejas da mesma fé e ordem que confraternizam através das suas reuniões feitas de mensageiros (delegados). Na teoria não exerce autoridade sobre a igreja. Na prática sempre existe este perigo.
3. A Convenção é uma organização feita de contribuintes, sejam indivíduos ou organizações, que visa tirar, ajuntar e distribuir o dinheiro de todas as igrejas Batistas na sua área, ou estadual ou nacional. Ela forma juntas de vários tipos para este fim. Queira admitir ou não, a totalidade das igrejas que são membros se formam numa denominação autoritária. As igrejas perdem muita soberania.

2. O movimento missionário moderno.
A. Em 1792 d.C. foi organizada a Sociedade Missionária Batista Particular em Kettering, Inglaterra.
1. Esta foi a primeira convenção organizada no meio dos batistas.

2. Não se consistia de igrejas, mas sim, indivíduos contribuintes.

3. Até esta data, as igrejas foram multiplicadas por missionários mandados pelas suas respectivas igrejas. Não eram profissionais.

4. Foi organizada para sustentar William Carey na Índia. Foi ele que depois batizou os missionários Congregacionalistas Adoniram Judson e Luther Rice que foram dos Estados Unidos.

B. No dia 18 de maio de 1814 foi organizada a primeira convenção batista na América, na cidade de Filadélfia, Pennsylvania. (Christian, op..cit. II, p. 393).
Foi um xerox da Sociedade Missionária dos Congregacionalistas. Luther Rice introduziu este sistema para arranjar dinheiro para seu colega Judson que deixara na Índia.

1. Foi absolutamente desnecessário organiza-la. Havia 2.000 igrejas batistas nos Estados Unidos na época. Podia praticar missões diretas.

2. O motivo ou objetivo: "eduzir (extrair), ajuntar e dirigir os recursos da denominação batista inteira." Traduzindo, é o controle das igrejas.

3. Esta Convenção fazia reuniões cada três anos. Seu nome: "General Missionary Convention of the Baptist Denomination in the United States," mas o povo chamou-a "A Convenção Triênio."

C. Houve muita oposição à formação da Convenção.
1. Muitas igrejas eram simplesmente Batistas. Eram independentes. Não quiseram fazer parte de organizações Jesus não autorizou. 2. O trabalho nosso no Brasil é descendente destas igrejas. Não somos contra missões mas não há necessidade de formar organizações maiores que a igreja local.

D. Em 1830 (aproximadamente) surgiu um movimento anti-missionário.

1. Houve reação exagerada na parte de muitos.

2. Os ultra-calvinistas, especialmente, rejeitaram as juntas das missões. mas também começaram uma campanha contra escola dominical, música instrumental na igreja, educação do ministro, etc.

3. Muitas destas igrejas são chamadas "primitivas" ou "escola velha." Alguns irmãos (sem piedade) as chamam de "cascaduras."

4. Deste movimento anti-missionário surgiu também os Campbelitas que se chamam "A Igreja de Cristo."

5. Alguns lideres do movimento foram: Samuel Trott, Joshua Lawrence, John Taylor, Daniel Parker, Beebe, e outros.

E. Em 1845 Foi organizada em Augusta, Georgia, a Convenção Batista do Sul.
1. Depois houve discordância entre o norte e o sul sobre a escravidão.

F. Em 1905 A organização da Associação Geral dos Batistas por alguns que saíram da Convenção do Sul por causa do seu governo centralizado.

G. Em 1907 foi organizada a Convenção Batista do Norte que mudou seu nome para Convenção Batista Americana em 1950. Seu nome atual é Igrejas Batistas Americanas nos Estados Unidos, desde 1973. É liberal, mais protestante que batista, faz parte do Concílio Nacional das Igrejas e o Concílio Mundial das Igrejas de Cristo, umas organizações ecumênicas.

H. Em 1924 A Associação Geral dos Batistas reuniu na cidade de Texarkana, Arkansas-Texas (minha cidade) para ser reorganizada. Adotou o nome de Associação Batista Americana (ABA).

1. Creram que nas convenções a igreja local perde sua autonomia.
2. Creram que a comissão foi dada à igreja, e não à convenção.
3. Eram "Landmarkers" ou irmãos que queriam voltar para a Bíblia como a nossa autoridade espiritual em tudo. É contra o batismo alheio e confraternização com protestantes, etc.
4. Os líderes originais disseram que praticariam "missões diretas," mas nos últimos anos, como TODAS as organizações extra-bíblicas, tem uma comissão para dizer quem é, e quem não é missionário, etc.

I. Em 1950 Houve uma divisão na Associação Batista Americana em Lakeland, Flórida causada por diferenças de liderança.

1. Havia diferenças sobre quem podia representar a igreja como seu mensageiro.
2. O novo grupo formou a NABA (North American Baptist Association). Depois mudou o nome para BMAA (Associação Missionária Batista da America). Ela mandou alguns missionários ao Brasil na época, aproveitando alguns elementos que saíram da Convenção Batista Brasileira.
3. Simplesmente é mais uma organização desnecessária para obedecer a comissão de Cristo!

J. Em 1928 "World Fundamental Baptist Missionary Fellowship" foi fundada pelo redator do jornal "The Baptist Standard" de Texas e pastor da Primeira Igreja Batista de Fort Worth, Texas, J. Frank Norris. O nome atual é World Baptist Fellowship.

1. Feita de igrejas cansadas do modernismo na Convenção Sulista.
2. Norris era bom pregador, mas tipo "ditador." A própria igreja dele não decidia muita coisa.
3. Foi fundada nesta época o "movimento fundamentalista."
4. Qualquer organização maior que a igreja local tira a autonomia dela.
5. A palavra "Fellowship" significa Confraternização. É uma convenção.

K. Em 1932 Organizada a GARB ou Associação das Igrejas Batistas Regulares, em Illinois, com 22 igrejas representadas.

1. Saíram da Convenção do Norte por causa do modernismo e excessiva autoridade sobre as igrejas. É o mal de TODAS as Convenções.
2. Os Batistas Regulares do Brasil tem sua origem na GARB.

L. Em maio de 1950 foi organizada a BBFI, ou "Baptist Bible Fellowship International" por causa das brigas internas da World Baptist Fellowship e o domínio do Pr. Norris em praticamente tudo.
1. Esta organização, como as demais, declara que as igrejas que cooperam com ela são independentes. É verdade se o pastor e a igreja não contrariar os líderes da organização.

2. A maioria deles ensinam a teoria das "duas igrejas," a local e visível e também a invisível feita de todos os crentes.

3. São fracos quanto a questão de receber membros de outras denominações. Alguns recebem batismo alheio .

Fonte: Sola Scriputa

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Oficio de Pastor@

Mulher pastora,
Filha legítima do triângulo amoroso entre Liberalismo teológico, feminismo e filosofia unissex



Desfazendo falácias
- Aqueles argumentos inverídicos que apresentam os que vêem na ordenação de mulheres um sério desvio da sã doutrina como:


1. "São machistas" - terminologia indevida inventada pelos anti-bíblicos movimentos feminista e unissex para representar homens que fazem violência às mulheres, porém, o nome é impróprio, pois, machismo, significa algo próprio dos machos ou relativo aos seres humanos do sexo masculino, e nisso não há nada de errado. Homens de mau caráter devem ser chamados de cruéis e injustos e não de machistas. Por conta desta distorção conceptual, muitos homem estão se efeminando, como medo até de serem identificados com as coisas próprias dos machos.


2. Não permitem a mulher ser pastora, por acreditarem que a mulher é inferior ao homem. Esta é uma acusação injusta e sem nenhum fundo de verdade. O pastorado é uma vocação e ao mesmo tempo um ofício que deve ser e é claramente distinguindo na Bíblia da questão do valor real do ser humano, seja ele homem ou mulher.

- Não fazer distinção entre posição e personalidade é cometer um terrível equívoco. Por exemplo, Cristo, Deus Filho se submete ao Pai e essa subordinação não implica em inferiorização ou desvalor. Ainda, um homem que tem a posição de pastor não é necessariamente melhor ou de maior valor como pessoa do que outro homem ou mulher que não tenham o ofício pastoral. A Bíblia esclarece : ".. não pode haver... homem ou mulher...em Cristo Jesus", "[ambos] ...herdeiros da mesma graça de Vida..." (Gl 3:28; I Pe 3:7). De modo que "em Cristo" o valor pessoal de alguém não depende do ofício, posição ou vocação que exerce. Mulher que se sente rebaixada como pessoa porque "não lhe permitem" ser pastora, tem um complexo de inferioridade descabido e antibíblico.


Desfazendo equívocos

1. Que na doutrina do sacerdócio de todos os crentes está contido o direito de qualquer crente, seja homem ou mulher exercerem o pastorado. O que está biblicamente contido na doutrina do sacerdócio do verdadeiro crente é o direito dele entrar e sair da presença de Deus, sem a necessidade de intermediários humanos. Porém, daí deduzir que qualquer crente pode receber o chamado para ser pastor, inclusive mulher é ir além do que a Bíblia ensina e permite. [a palavra mulher aqui é frisada não com discriminação, como se a clara restrição Bíblica ao pastorado feminino a fizesse inferior ao homem, mas porque Deus tem um outro plano para o ministério das mulheres, isto visto, na Bíblia nas claras omissões de Deus convocar mulheres para liderança sobre os homens, e das inequívocas restrições que faz a possibilidade de uma mulher ser pastora, não só em não mencionar um só caso se quer de mulher pastora, como através de mandamentos explícitos, tais, como, "não permito que a mulher ensine nem que exerça autoridade de Homem" - I Tm 2:11-14]

- A maneira como Deus organizou a cadeia de liderança entre anjos e homens não é baseada no valor pessoal intrínseco de nenhum dos contemplados com esta ou aquela vocação, nem no privilégio sacerdotal do advento da nova aliança, de se poder entrar na sua presença em livre intercessão, ou seja, Deus decidiu soberanamente e por pura graça quem seriam querubim e quem seria apenas anjo, quem seria o cabeça do lar e quem se submeteria ao cabeça deste lar, quem lideraria a igreja e quem se submeteria (I Co 11:3-9; 14:34-35). De modo, que o fator liderança-submissão e escolha de um dos sexos para vocações específicas, do ponto de vista Divino em nada depende do valor pessoal intrínseco e nada tem a ver diretamente com o sacerdócio do crente sob a nova aliança, mas dependente do escolher soberano de Deus.

- Resumindo, um dos requisitos para ser pastor é fazer parte do sacerdócio real [ser crente], todavia, não basta isto, o candidato deve estar na categoria que Deus escolheu para o pastorado ou liderança da sua igreja na terra.

2. Que, embora a Bíblia não diga nada diretamente a favor do pastorado feminino, também não diz nada contra.
- As "feministas cristãs", que lutam pelo pastorado, acham que têm esse direito, baseadas neste argumento do silêncio , ou seja,. Adotar este argumento é agir de modo preconceituoso e arbitrário, rejeitando por interesses pessoais antibíblicos outro argumento que embora também seja baseado também no silêncio, é muitíssimo mais forte que o anterior. É muito indicativo de que o pastorado feminino não é o plano de Deus para as mulheres, o fato de que a Bíblia não registra nenhum caso de mulher em função de liderança eclesiástica sobre homens, tais como, matriarcas das 12 tribos de Israel [Jacó tinha uma filha e doze filhos, Deus escolheu somente os doze filhos, e se isso é machismo, e as feministas o vêem como uma injustiça, terão de explicar esta deficiência de Deus ], apostolas [Cristo tinha muitas discípulas entre as mulheres tão fiéis e valorosas quanto, e digo até mais que, os discípulos homens, porém, Ele escolheu apenas homens para serem os lideres da novel igreja cristã, e o motivo não foi questões culturais, pois Ele quebrou muitas e mais sérias questões culturais e religiosas de sua época ] e pastoras [Paulo tinha mulheres de valor igual ou muito maior do que os homens que trabalhavam com ele, todavia, não vemos nem Paulo, nenhum outro apostolo, igreja do Novo Testamento, ou mesmo por ação direta do Espírito Santo falando a igreja como no caso de Paulo e Barnabé, estabelecendo ou mesmo reconhecendo mulheres na função pastoral]. Muito pelo contrário, vemos que todas as instruções para o pastorado são dirigidas a homens, por exemplo: que o bispo [e não bispa ou pastora] deve ser "esposo de uma só mulher", "que governe bem a sua própria casa", que em caso de problemas "chame os presbíteros da igreja" etc." (I Tm 32,4; Tg 5:14).

- Percebe-se, por está breve introdução, que mulher no pastorado não é uma questão cultural ou de discriminação "machista", mas é algo que claramente fere a sã doutrina, e a vontade de Deus revelada na Bíblia.
- Deve-se perguntar então: porque, há um movimento de força crescente em prol da ordenação de mulheres ao pastorado? Darei a seguir um,


Breve histórico
das raízes deste desvio
- O Liberalismo teológico [de meados do século 19 representa o esforço de se adaptar a Bíblia aos movimentos culturais seculares, por isso, rejeitou um leitura literal da Bíblia e adotou como hermenêutica, a interpretação alegórica da Bíblia], deu a metodologia ideal para se torcer textos literais da Bíblia, com a desculpa de contextualização cultural.

- A Filosofia Unissex [que procura deliberadamente acabar com as naturais distinções entre os sexos e promover um moralidade permissiva e antibíblica] tem exercido pressão e levado muitos a trocar conceitos bíblicos por conveniências culturais.

- O Movimento Feminista [que teve seu berço no meio evangélico em 1848 com a convenção de mulheres na capela da igreja Wesleiana Metodista em Seneca Falls, New York, nos EUA.] tem feito uma releitura dos textos bíblicos que falam dos papeis das mulheres e dos homens na igreja, a partir de uma hermenêutica alegórica e de uma perspectiva cultural acomodada ao humanismo que despreza o aspecto literal do texto.



Pr. José Laérton

Fonte: Sola Scriptura