<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166</id><updated>2012-02-16T17:56:40.784-04:00</updated><category term='Clericalismo'/><category term='Hisoria Batista'/><category term='Arminiano'/><category term='Ministério'/><category term='Bereia'/><category term='Separação'/><category term='Batista'/><category term='esperança'/><category term='perserverança'/><category term='Aspersão'/><category term='Discipulado'/><category term='vida cristã'/><category term='fé'/><category term='biblia'/><category term='Pre-milenismo'/><category term='PHD'/><category term='Cristianismo'/><category term='Estado'/><category term='Pacto'/><category term='Eleição'/><category term='escatologia'/><category term='História'/><category term='Pastor; heresias; modernidades'/><category term='Batismo'/><category term='Aspirantes'/><category term='Eleição; pregação'/><category term='Anabatismo'/><category term='Confissão'/><category term='Reforma'/><category term='Calvinismo'/><category term='paciencia'/><category term='Pagã'/><category term='Historia; Anabatistas'/><title type='text'>Instituto Trinitariano do Caminho</title><subtitle type='html'>Batista - Landmarkista - Biblico - Amilenista - Pacifista</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>34</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-2017059029322412942</id><published>2012-01-11T23:03:00.000-04:00</published><updated>2012-01-11T23:03:59.902-04:00</updated><title type='text'>AMILENISMO: Apocalipse 20: Uma resposta ao pré-milenismo.</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.amilenismo.com/2010/03/apocalipse-20-uma-resposta-ao-pre.html"&gt;AMILENISMO: Apocalipse 20: Uma resposta ao pré-milenismo.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-2017059029322412942?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/2017059029322412942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2012/01/amilenismo-apocalipse-20-uma-resposta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/2017059029322412942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/2017059029322412942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2012/01/amilenismo-apocalipse-20-uma-resposta.html' title='AMILENISMO: Apocalipse 20: Uma resposta ao pré-milenismo.'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-1534588329628499962</id><published>2011-10-16T15:09:00.002-04:00</published><updated>2011-10-16T15:25:18.319-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fé'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paciencia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vida cristã'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='perserverança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='esperança'/><title type='text'>As Quatro Operatividades da Fé Cristã</title><content type='html'>Textos da Fundamentação:&lt;br /&gt;Tg 1.2-4; Heb 10.38, 39; 11.5,6; Rom 5.1-5; II Cor 4.13; 5.7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. FÉ OU FIDELIDADE – o que é fé; o que é crença? Ora a Bíblia explica o que é fé. – “ORA, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A primeiramente a fé é um fundamento, uma base onde o crente se apóia, decide confiar. É uma substância concreta de confiar em algo que em nosso caso a Palavra de Deus que é digna de todo crédito. O termo grego e hupostasis que se refere à substância da confiança. A ausência desse crédito é a apostasis termo que dá Apostasia que significa a ausência real de fé ou o abandono da fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Depois a fé é a prova, isto é, a experiência do fato que estamos crendo. Antes da Fé temos:FATO+FÉ+EMOÇÃO. O fato é trazido ao nosso conhecimento pela Pregação(proclamação; a voz de Cristo) que gera a fé. Segundo o Ap Paulo a fé vem pelo ouvir a Palavra de Cristo (pregação+revelação de Deus) – conf Rom 10.17.Muitos erram no Caminho porque querem cultuar por demais as emoções e sensações;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Para nossa advertência a nossa fé é bíblica dentro das verdadeiras doutrinas deixadas e ensinadas pelo Nosso Único Mestre – Jesus Cristo de Nazaré! Nosso último profeta de crédito é João o Batista. Hoje por causa do abandono da fé bíblica, tem havido muitas práticas estranhas e até desautorizada pela Bíblia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Quanto à natureza da fé bíblica temos a seguinte posição: a fé é de natureza espiritual e não carnal, pois a fé não se guia pelas circunstâncias e pelo que se ver. Se se guia pelo que se ver já não é fé; já não está mais pelo Espírito da Verdade, mas pela carne que se guia pelo que ver, pelo que sente, e pelo que acha e está em trevas. Quem está na carne está morto para Deus e portanto não pode compreender, pois a fé tem base o conhecimento de Deus que dado para quem nasceu de novo. O homem velho não tem capacidade para crer pois as Escrituras se discernem espiritualmente e seu espírito está morto! Quem está na carne não pode(consegue) agradar a Deus! O tamanho da fé é o tamanho da confiança e da entrega, por isso que a fé é bem próxima da fidelidade, mas na verdade são sinônimas. Portanto só agrada a Deus quem se utiliza da fé! – “6 Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.” (cf Heb 11.6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. PERSERVERANÇA – ou paciência ou insistência; o esforço da continuidade da fé. A fé vem da audiência perfeita à Palavra de Deus. A perseverança vem do teste que sua fé é submetida. Se você não se submeter a esperar, a obedecer e operar com Deus, você se desclassifica a continuar o Caminho. A paciência ela deve operar em tudo na vida do peregrino no Caminho. A Bíblia declara que Deus prova os corações; testa porque quer ver a fidelidade se externuando: “2Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações; 3 Sabendo que a prova da vossa fé opera a paciência. 4 Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma.”(cf Tg 1.2-4). A obra de Deus na vida do peregrino é fazê-lo paciente que lhe classifica à aptidão de seguidor. O grau de compromisso com a confiança em Deus e sua vontade será o limite de sua paciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. EXPERIÊNCIA – aqui é dentro do enforque da perfeição; o provado paciente adquirirá experiência em suas faculdades de forma a está pronto a prosseguir e ajudar também outros a seguirem. Um pianista fica perfeito em tocar o instrumento, quando exercita-se por suas habilidades a ficar perfeito, pronto,apto a tocar o instrumento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Experimentados na Bíblia é sinônimo de Perfeitos em Cristo. A perfeição é à imagem do Filho de Deus que é a Matriz da Imagem de Deus. O propósito eterno de Deus é que os seus filhos chamados e eleitos em Jesus sejam conforme (forma) a imagem dEle para que Cristo seja o primogênitos dos outros irmãos(vf Rom 8.28, 29). Um plano familiar! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Essa perfeição só virá com o exercício na Palavra da Justiça que é o Discipulado do Nosso Senhor. Quando o discípulo se assemelha ao Mestre (vf Mat 10.25), pode-se considerar pronto ou perfeito. Os inexperientes na Palavra precisam de leite (vf e leia: Heb 5.12, 13), ou ficam tolidos porque não aspiram prosseguir no chamado à ser conforme a Imagem de Cristo; e eles só aprenderão com experiência  focando na Cruz de Nosso Mestre (cf Heb 12.1, 2), onde Ele ensina fidelidade até diante da morte!!!(cf Fp 2.8). Infidelidade diante da morte é morte! Fidelidade diante da morte é a Coroação pela Vida. Por isso à prova da fé traz a espera da Vida Gloriosa com Deus( cf Mat 16.25; Ap 2.10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV. ESPERANÇA: Esse é um ponto crucial projetado para a operatividade da fé. A fé perfeita num paciente gera a gloriosa esperança da glória. O crente fiel sabe para onde vai, porque ele sabe em quem tem crido, e que Deus é poderoso para fazer muito além do imagina ou pensa. Cristo vivendo pela graça de Deus operada eficazmente é a esperança da Glória. E é ela que o peregrino busca: a cidade celestial! A glória dos que seguem a Cristo que é o único Caminho! A fé “sonrisal” e superficial de muitos, fugazes em seus ânimos já desistiram ou ficaram prostrados por desenfocarem do referencial do fiel – Jesus! A esperança é a razão da fé do peregrino do Caminho. Quem não espera deve ser um desistente, um recuado; alguém a quem Deus não tem prazer nele;alguém que não acha um motivo e se conforma com o mundo visível e não anda mais pela fé!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V. APLIC&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;AÇÃO :  “36 Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa. 37 Porque ainda um pouquinho de tempo, E o que há de vir virá, e não tardará. 38 Mas o justo viverá da fé; E, se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele. 39 Nós, porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles que crêem para a conservação da alma.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;©2011, LINS, C.D.F. – Missão Batista do Caminho no Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-1534588329628499962?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/1534588329628499962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2011/10/as-quatro-operatividades-da-fe-crista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/1534588329628499962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/1534588329628499962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2011/10/as-quatro-operatividades-da-fe-crista.html' title='As Quatro Operatividades da Fé Cristã'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-4881262393582440697</id><published>2011-09-30T22:15:00.003-04:00</published><updated>2011-09-30T22:22:10.282-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastor; heresias; modernidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ministério'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Batista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aspirantes'/><title type='text'>A Excelência da Vocação Batista-1</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-titPNEWseWM/ToZ5RrUWckI/AAAAAAAAAE4/EPJi_sAjEc0/s1600/Principios.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 194px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-titPNEWseWM/ToZ5RrUWckI/AAAAAAAAAE4/EPJi_sAjEc0/s320/Principios.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5658343326430425666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: LINS, C.D.F. – Pastor Batista&lt;br /&gt;©2011 – Missão Batista do Caminho no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fundamentação Bíblica&lt;br /&gt;Fp 1.9-11; 20, 21, 28-30; 2.5-11; 20, 21; I Cor 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que os irmãos coríntios estavam em divisão, partidarismo; estavam humanistas, à mercê da natureza. Essa postura desses irmãos fez o Ap Pequeno considerar-lhes como ‘carnais’. No entanto essa designação que o apostolo fizera, não estava colocando os amados em uma posição de perdição e sim de situação desconexa com o evangelho. Haviam assumido eles uma visão mundana. É devido a isso que o apostolo declara: “...não sois porventura carnais, e não andais segundo os homens?”(vf I Cor 3.3). Eles não estavam andando no modelo exemplificado de Cristo, mas segundo o comportamento que os homens, a humanidade se guia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A evidência era que no seio da igreja havia o partidarismo, as invejas, a desunião. Havia os de Cefas (Ap Pedro), os de Paulo e os de Cristo. Estes podem nos parecer os mais espirituais, porém esses irmãos coríntios que se diziam de Cristo foram também denunciados pelo apóstolo como carnais que seguiam o caminho dos homens. É vero que tais crentes usavam ilegitimamente o partido de Cristo como forma de se vangloriarem-se sobre os demais. Vemos muito disso em grupos ‘avivalistas’ que se consideram mais espirituais que os que não estão com eles no avivamento que experimentam ou promovem. Declaram que estão alcançando níveis maiores de espiritualidade, mas a sua vã-glória os denunciam que continuam rudimentares, pois é atitude de meninice (vf Fp 2.3; Gálatas 4.3). Está notório que os irmãos coríntios estavam seguindo numa vereda natural, terrestre e rudimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O padrão que o Ap Pequeno desejava tratar aquela igreja, era um outro considerado superior ou excelente. Por isso que o mesmo declarou que não lhes pôde dirigir-se como seguidores do Excelso Caminho, pois em vez, estavam na natureza, estavam rudes, baixos, rastejantes. Deveriam está em outro nível de audiência, pois não entenderiam uma linguagem superior, não da carne, mas do Espírito: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “E EU, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo.” (cf I Cor 3.1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vede queridos aspirantes que o Ap Paulo esclarece aos irmãos coríntios que eles deveriam ser espirituais. Evidente que o trato mundano é humanístico, mas o celestial é superior e espiritual. O mesmo apostolo Pequeno sinalizou aos irmãos filipenses que eles aprovassem as coisas excelentes ou superiores, pois é isso que Deus traz a nós em Cristo, diferente do que estava ocorrendo com os irmãos coríntios: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “E peço isto: que o vosso amor cresça mais e mais em ciência e em todo o conhecimento, Para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo;” (cf Fp 1.9-10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os irmãos coríntios estavam no leite, isto é, numa linguagem que suas audiências permitiam suportar, porque eram meninos. Aos irmãos de filipenses os pediu que estes crescessem pelo Amor em toda ciência. Eis aqui o Caminho que somos chamados a crescer, para aprovar ou experimentar as coisas excelentes; não as rudimentares, ou carnais, dos homens, mas as superiores que são as espirituais, que pertencem a um nível superior e excelso! Por isso que o homem natural não entende a linguagem como coisas do Espírito, pois o tal carece de discernimento espiritual ao que lhe parece loucura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disso O Senhor Jesus reclamou dos judeus que lhe debatiam: “Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra.”(cf João 6.43). No entanto o crente menino, nascido de Deus ouve a Palavra de Deus, caso contrário não seria crente, mas incrédulo em quem não entra a Palavra – “Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus.” (vf João 6.47).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que há o Excelso Caminho, mas temos a Excelsa Vida que vem do Céu, vem de Deus. A terrena é selvagem, animal. Porém nós que estamos batizados em Cristo já fomos ressuscitados para a nova vida; não somos mais da Terra, mas do Céu. Não morremos mais, mas dormimos; ainda que morramos, mas vivemos, pois a 2ª. Morte não tem mais poder sobre nós: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “25Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; 26 E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?” (cf João 11.25, 26).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “5Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo ( pela graça sois salvos ), 6E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus;” (cf Ef 2.5, 6)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “12Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos.” (vf Col 2.12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “1 PORTANTO, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus.” (cf Col 3.1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “14 Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo.15 Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. 16Não são do mundo, como eu do mundo não sou.” (cf Joao 17.14-16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “6 Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos.” (cf Ap 20.6)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Senhor Jesus declarou que quem é da Terra busca as coisas que são daqui da Terra (vf João 3.31). Aquele que é nascido da carne é carne; quem é nascido do Espírito é espírito (vf João 3.6). Pela justiça de Cristo que reina e dá vida gratuitamente pela fé, a Nova Criatura é espiritual e excelsa comparada com a velha criatura! A Nova Humanidade que está sendo contada com Cristo é de cima e a velha é de cá em baixo. As coisas velhas são ‘passado’ para nós ressuscitados por sua justiça em seu sangue. As coisas que são de cima são novidades de vida para nós e ao mundo que nos observa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “16 ...também tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo agora já não o conhecemos deste modo. 17 Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” (cf II Cor 5.17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “4 De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.” (cf Rom 6.4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “6 Mas agora temos sido libertados da lei, tendo morrido para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra.” (cf Rom 7.6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “8 Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no SENHOR; andai como filhos da luz  9 ( Porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade );10 Aprovando o que é agradável ao Senhor.” (cf Ef 5.8-10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os irmãos coríntios estavam seguindo um caminho corriqueiro e peculiar aos homens naturais, pois as obras da carne (naturais) são manifestas, e as principais delas que tais irmãos andavam eram as ligadas aos relacionamentos e sentimentos: divisões, invejas, facções, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por essa razão o Ap Paulo em I Cor 12.31 colocou a questão dos dons espirituais – pois esse trato velho afetava a Comemoração da Ceia do Senhor, o exercício ordenado e correto dos dons espirituais e as relações interpessoais! Já em I Cor 13 se propõe a expor o Excelso Caminho ou o Caminho Sobremodo Excelente!  Vede o Amor é o Trato que os irmãos deveriam seguir, pois os que eles estavam caminhando era natural, de aqui em baixo; natural, terrestre e rudimentar! Trato que deve ser reconhecidamente considerado como passado (cf Ef 4.22).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos irmãos colossenses o Ap Pequeno focalizou semelhante abordagem do nível superior que era a Vocação do Excelso Caminho. Os irmãos estão mortos (sepultura batismal) com Cristo para os rudimentos do mundo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “20 Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo...” ( cf Col 2.20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os eleitos estão mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, porque eles participam de sua sepultura; e a sua sepultura devido à sua morte nos fez morrer com Ele para a rudeza da velha criação. Como de fato Cristo morreu por aquilo que era nosso estado ‘pré-espiritual’ da nova criação e, com Ele todos nós participamos de sua morte e ficamos na sepultura mortos àquele trato anterior terreno e rude, ressuscitamos para um trato excelso ou excelente para andarmos na novidade do trato criado por Deus para nós os ressurrectos pela justiça de Cristo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chamado, plano de Deus era fazer o homem natural morto em seus delitos e pecados, separado de Deus, em sua condição rudimentar ser trazido para outra superior. Quem ressuscitou saiu dos rudimentos, pois tais foram deixados na sepultura do trato que já passou – o Velho Homem (vf Col 2.20; Ef 2.1 4.17-18). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso específico dos irmãos colossenses eles estavam sendo presa fácil dos falsos mestres cristãos, pois estes queriam que os discípulos se prendessem aos rudimentos da Lei mosaica (vf Col 2.8). Os rudimentos da Lei que se expressavam por ordenanças, cerimônias e rituais como a circuncisão, que eram sombras que haviam de cumprir-se ou serem esclarecidas à Luz da Obra de Cristo. Vede...sacrificar um cordeiro figurava a obra real e perfeita de Cristo, mas os irmãos colossenses já estavam em uma posição excelente e melhor porque Cristo Nosso Senhor já superara, por sua Justiça, toda e qualquer autoridade ou Lei que exista, em baixo da Terra e acima no Céu onde está sentado à dextra da Majestade (vf Heb 1.3-4). E o Ap Paulo diz que eles estavam perfeitos em Cristo devido à Justiça que Ele nos permitiu pelo Caminho que abriu e que é além de sua carne o véu que por nós foi rasgada! Que obra perfeita para nós os que cremos no seu Nome!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “ 8 Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo; 9 Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade; 10 E estais perfeitos nele, que é a cabeça de todo o principado e potestade; 11 No qual também estais circuncidados com a circuncisão não feita por mão no despojo do corpo dos pecados da carne, a circuncisão de Cristo; 12 Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos. 13 E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas, 14 Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. 15E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo. 16Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, 17 Que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo.” (Col 2.8-17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “3 O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à dextra da majestade nas alturas; 4 Feito tanto mais excelente do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles.”(Heb 1.3, 4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim o trato que os irmãos coríntios estavam seguindo era inferior para o nível excelso. Eles deveriam, como aos irmãos filipenses foi admoestado (vf Fp 1.9-10), aprovar as coisas excelentes e não as rudimentares e atentar a conclusão que foi dada aos colossenses em Col 3.1:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “ 1 PORTANTO, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. 2Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; 3Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. 4Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória.” (cf Col 3.1-4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida, as coisas excelentes que o Ap Pequeno queria que os irmãos filipenses experimentassem e a visão da glória muito mais excelente do NT que declarou aos colossenses, pertenciam a sublimidade da nova vida em Cristo isto é, a vida no Espírito não a física. Pois as Escrituras já disseram:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “24 Porque Toda a carne é como a erva, E toda a glória do homem como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor; 25 Mas a palavra do SENHOR permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada.” ( cf I Pe 1.24, 25).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida que Cristo nos deu, a espiritual, é excelsa, riquíssima comparada com a arruinada e caótica vida física que já está imprestável para Deus quanto à natureza inimigada, destituída de sua glória. Por isso que os que se unem ao Filho de Deus são levados à sua Glória (vf Heb 2.10); por isso se fez pobre para nos enriquecer (cf II Cor 8.9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(continua)...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode copiar desde que informe a fonte eo autor.&lt;br /&gt;ATENÇÃO:Este é uma posição batista conceitual;nãopretende sectarismo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-4881262393582440697?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/4881262393582440697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2011/09/excelencia-da-vocacao-batista-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/4881262393582440697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/4881262393582440697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2011/09/excelencia-da-vocacao-batista-1.html' title='A Excelência da Vocação Batista-1'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-titPNEWseWM/ToZ5RrUWckI/AAAAAAAAAE4/EPJi_sAjEc0/s72-c/Principios.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-5037265892059110913</id><published>2011-08-04T09:50:00.001-04:00</published><updated>2011-08-04T09:52:06.941-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anabatismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hisoria Batista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reforma'/><title type='text'>Anabatismo do Seculo XVI - O Filme "THE RADICALS"</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/ByJ8pjgNhv8" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/vhz0zYUeEIo" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/UBkn2RO2e5k" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/xB39knmKKz8" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/3Xtjbo5ptbo" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/CdLLTEgLAwE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/wAbACbLUX2c" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/vlJimhkXKBI" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/HuSsQ7kFpKY" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/c9Ybp7bR4CA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-5037265892059110913?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/5037265892059110913/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2011/08/anabatismo-do-seculo-xvi-o-filme.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/5037265892059110913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/5037265892059110913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2011/08/anabatismo-do-seculo-xvi-o-filme.html' title='Anabatismo do Seculo XVI - O Filme &quot;THE RADICALS&quot;'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/ByJ8pjgNhv8/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-6763788777343799420</id><published>2011-04-25T14:46:00.000-04:00</published><updated>2011-04-25T14:46:56.444-04:00</updated><title type='text'>Livre Arbítrio: Estadismo — A Religião de Ninrode</title><content type='html'>&lt;a href="http://lyvrearbitrio.blogspot.com/2011/02/estadismo-religiao-de-ninrode.html"&gt;Livre Arbítrio: Estadismo — A Religião de Ninrode&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-6763788777343799420?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://lyvrearbitrio.blogspot.com/2011/02/estadismo-religiao-de-ninrode.html' title='Livre Arbítrio: Estadismo — A Religião de Ninrode'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/6763788777343799420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2011/04/livre-arbitrio-estadismo-religiao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/6763788777343799420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/6763788777343799420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2011/04/livre-arbitrio-estadismo-religiao-de.html' title='Livre Arbítrio: Estadismo — A Religião de Ninrode'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-2267693193377481810</id><published>2011-04-11T12:45:00.001-04:00</published><updated>2011-04-11T12:49:53.908-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ministério'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aspirantes'/><title type='text'>A Obra Excelente</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5mTnLXjlWro/TaMw_v-7r4I/AAAAAAAAAEs/7Gk_nzs-lx0/s1600/jesus_o_caminho1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-5mTnLXjlWro/TaMw_v-7r4I/AAAAAAAAAEs/7Gk_nzs-lx0/s320/jesus_o_caminho1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5594369033894604674" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Esta  é uma palavra fiel: se alguém aspira o episcopado, excelente obra almeja.” -  I Tm 3.1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FUNDAMENTAÇÕES BIBLICAS:&lt;br /&gt;João 10:1-13; João 15.9, 10, 13; Fp 2:5-11; Fp 3.7-15; I Pedro 5.1-4; Mat 25.14-30; Atos 20.24-30; I Tm 3.1&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vejamos caros irmãos que o aspirante está recebendo um chamado de Deus para fazer uma obra de alto valor! O termo ‘excelente’ designa que o episcopado apresenta-se em dois focos: 1) A Excelência do Privilégio; 2) A Excelência da Obra.&lt;br /&gt;1) A Excelência do Privilégio: não no sentido que sendo pastor, o aspirante fará ser um super crente ou um nobre monarca; ou um ministro de alto escalão deste mundo! Sim é um ministro do alto escalão de Deus, mas no Modelo de Cristo! O que prevalece é o alto conceito, o grande significado que é ser serviçal do Rei dos reis, ao ponto de ter que cuidar de sua Herança! Verdadeiramente é um grande privilégio ser servo de Cristo cuidando com amor do rebanho de Deus que Ele mesmo comprou com seu sangue (cf At 20.28). Excelente é primeiramente, pois o reflexo do EXCELSO PRIVILÉGIO que é servir o Filho de Deus. Uma obra de alto conceito e com grande responsabilidade. A Vocação é soberana, pois determina que devemos fazer.&lt;br /&gt;2) Excelência que a Obra Exige e é – excelente em outro aspecto fala do sentido que exige do aspirante a busca para fazer uma obra onde ele deverá ser irrepreensível, sua família deverá ser convertida e os filhos estarem na disciplina padronizada pela piedade. Evoca-se sua vida pessoal, familiar e do trabalho que fará. O trabalho que deverá fazer, tem que ser além de um padrão comum, regular, normal ou ótimo, mas que excede, que abunda. Discorre os conceitos de servos que Cristo coloca.&lt;br /&gt;No entanto podemos considerar a excelência da obra do episcopado à congruência que o Ap. Paulo expôs aos briguentos irmãos coríntios. Sabemos que eles estavam seguindo um caminho mundano, corriqueiro, natural ou normal para este século em suas relações interpessoais e no exercício dos dons espirituais. O Ap. Paulo, após tê-los admoestado e ordenado, mostra-lhes o CAMINHO que eles deveriam seguir para isso tudo. Esse CAMINHO era e é EXCELENTE (vf I Cor 12.31); de excelsa qualidade comparada a este mundo de ódio e individualismo.&lt;br /&gt;O Episcopado como dom ministerial exige do aspirante o AMOR! Primeiramente AMOR ao seu SENHOR! Vede queridos irmãos que o Senhor Jesus questionou a Pedro sobre a existência do amor por três vezes a verificar em sua vida, a concluir que então fosse apascentiador de seus cordeirinhos e cordeiros. Cristo o Senhor Perguntou a Pedro se este O amava, com suficiência de CUIDAR ou APASCENTAR suas ovelhas. Quem ama a Cristo, ama o que Ele ama; quem ama a Cristo, ama suas ovelhas. “Assim” como o Pai amou o mundo que deu o seu Filho (Jo 3.16); o Filho amou as ovelhas que deu os seus servos. Devemos, pois, permanecer e crescer nesse AMOR de dar as nossas vidas pelas ovelhas. &lt;br /&gt;O Bom Pastor dá a vida pelas ovelhas; já dissera nosso Mestre (cf João 10.11). Sim este é aquele que receberá do seu Senhor um EXCELENTE ELOGIO: “ Servo Bom e Fiel” (cf Mat 25.21). Servo Bom e Fiel é o aspirante que realizará a obra com a excelência requerida pelo seu ordenador. Cuidando não como dominadores (vf I Pe 5.3), como mercenários (cf João 10.12, 13) que faz das ovelhas mercadoria eleitoral e ou comercial, mas cuidando, zelando a HERANÇA DE DEUS, reproduzindo o Modelo do EXCELSO CAMINHO – O AMOR!&lt;br /&gt;Sabemos que o Pastor da Excelência dar a vida pelas ovelhas porque ama o seu Senhor!  &lt;br /&gt;“Assim como o Pai me amou, eu também vos amei; permanecei no meu amor” (cf João 15.9). &lt;br /&gt;O Amor é o Caminho Excelente que o aspirante deverá desenvolver-se! O aspirante deverá conhecer está comprometido com este amor e reproduzi-lo para ministrar. &lt;br /&gt;“E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará.” (cf Mat 24.12) - O Nosso Mestre nos avisou que isso iria acontecer! Essa frieza se refere diretamente ao amor às coisas de Deus! Realmente à intensidade, ou melhor, à densidade da iniqüidade, o amor de muitos esfriaria, por conseguinte, a excelência do episcopado seria obscurecida ou comprometida! Prevaleceria nos pastores maus, a inimizade à Cruz, o amor aos prazeres e a si mesmos; avarentos e hedonistas idólatras (cf II Tm 3.2). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que isto é notório em nossos dias! Muitos, por conta disso, não irão receber o EXCELSO ELOGIO de seu Senhor, mas uma indignação: “Servo Mau e Negligente”(vf Mat 25.26). Um cartão vermelho do Grande Senhor e Juiz de todas as coisas. O Pai não ama os servos desonrados; os servos maus e negligentes não amam verdadeiramente seu Senhor, e sim muita das vezes, seus bolsos e estômagos. Apascentam-se a si mesmos em vez do Sumo-Pastor Cristo Senhor que lhes chamou para seguir o Caminho da Excelência do seu Modelo dado: “Assim...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXCELSO PRIVILÉGIO – EXCELSO CAMINHO – EXCLESO ELOGIO – EXCELSA GLÓRIA!&lt;br /&gt;O Ap Pedro declara que nós pastores (que somos os cuidadores das ovelhas do Senhor do Universo) receberemos a Coroa de Glória! (vf I Pe 5.4). O Servo Bom e Fiel verdadeiramente está atento ao gosto, às palavras de seu Senhor e deseja elogios daquele que o arregimentou, porque deseja honrá-lo e agradá-lo através da excelência. &lt;br /&gt;Também é certo que o servo deve ser como o seu Mestre (vf Mt 10.25) e o nosso é o Grande Modelo de Excelência. Por isso fora exaltado, por percorrer a carreira proposta de humilhação e obediência, fitando apenas os olhos à alegria ou gozo que viria como fruto de seu trabalho (vf Heb 12.2; Is 53.11). &lt;br /&gt;Assim como assumiu a Visão Batista do Caminho proposto, quando assumiu a forma de servo tendo todo o direito de permanecer numa posição melhor e mais confortável, mas aspirou a excelência no padrão ou modelo de serviçal, sendo obediente até à morte e morte de cruz! Também que Paulo discorreu sobre a Visão Batista quando se refere à sua identidade com o modelo de Cristo em Fp 1.21; também é, principalmente em Fp 3.8-11. Ó aspirantes vejam que a excelência está no Modelo de Nosso Senhor e o Ap Paulo nos fala: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Sede também meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam” (cf Fp 3.17). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vede queridos, irmãos aspirantes à EXCELSA COROA de GLÓRIA, vós tereis que percorrer para alcançar esse PRÊMIO pela excelência do Modelo de Cristo! Esse prêmio vem a vós os escolhidos e designados por uma SOBERANA VOCAÇÃO – “Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” (vf Fp 3.14). Paulo adverte que esse deve ser o senso, o sentimento dos servos perfeitos e tudo expostos aqui é nossa regra! O resto é balela, inimigos da Cruz os quais a repudiam, pois são seus inimigos (cf Fp 3.18, 19) – “Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo,  Cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas.”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor:Pr LINS, C.D.F.; Igreja Batista do Caminho, Fonte Boa-AM, Brasil, Fevereiro de 2011.&lt;br /&gt;Fonte: www.trinitarianodocaminho.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATENÇÃO:Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-2267693193377481810?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/2267693193377481810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2011/04/obra-excelente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/2267693193377481810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/2267693193377481810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2011/04/obra-excelente.html' title='A Obra Excelente'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-5mTnLXjlWro/TaMw_v-7r4I/AAAAAAAAAEs/7Gk_nzs-lx0/s72-c/jesus_o_caminho1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-9077708271241317629</id><published>2011-02-11T15:25:00.003-04:00</published><updated>2011-02-11T16:03:09.465-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastor; heresias; modernidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ministério'/><title type='text'>ASPIRANDO AO MINISTÉRIO</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wSeffDC6E50/TVWPGZcYFHI/AAAAAAAAAEk/SX5itPy7HEk/s1600/teologia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 231px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-wSeffDC6E50/TVWPGZcYFHI/AAAAAAAAAEk/SX5itPy7HEk/s320/teologia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572517454012748914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;ENTENDENDO O QUE É “ASPIRANTE”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Aspirantes: é aquele que deseja, por isso busca firmemente algo; é a determinação espiritual de trabalhar naquilo em que foi chamado. No nosso caso é o episcopado, isto é, o trabalho pastoral. O Ap Paulo deu voga à aspiração que deveria está ativa no já pastor Timóteo,  II Tm 2.15: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.” -  e ainda o nosso texto chave I Tm 3.1: “Esta é uma palavra fiel: se alguém aspira o episcopado, excelente obra almeja.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) As Bases da Aspiração: é a operação graciosa direta e soberana de Deus; como diz o Ap Paulo incluindo o que concerne à nossa salvação: “Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade” (cf Fp 2.13). Deus é quem opera o querer, isto é, a aspiração, pois Ele escolhe o chamado! Sua boa vontade de Deus, significa 1) “boa” é por sua graça, pois ser chamado é uma graça, um privilégio; não há merecimento, mas implicações que Paulo e o Senhor Jesus falam no contexto de II Timóteo 2 entre outras partes das Escrituras; 2) “vontade”  refere-se à soberania de Deus; a liberdade de Deus fazer o que quer, no caso escolher o vaso e operar nele, em seu homem interior a aspiração ministerial, etc.&lt;br /&gt;a. DEUS PAI – é a fonte da operação e do poder operador da aspiração ao episcopado (vf Fp 2.12-13). Obedecer à sua vontade é uma prova clara de amor. O Filho amou o mandamento do Pai e nós os escolhidos devemos permanecer nesse amor(vf João 15.10);&lt;br /&gt;b. DEUS FILHO – concede e ou designa ao escolhido o serviço que o aspirante deve preparar-se e desenvolver. Ele escolhe o chamado e designa ou nomeia para frutificação permanece (consolidada) (vf João 15.16). Nós vemos na suas parábolas em Mat 25.15ss, que por isso deveremos prestrar-lhe contas!&lt;br /&gt;c. DEUS ESPÍRITO SANTO – é o executivo da vontade de Deus no espírito humano regenerado. Ele é quem perscruta as profundezas de Deus (vf I Cor 2.10-12); é o intercessor entre o espírito do aspirante e o Trono de Deus de onde origina o decreto para que seja executado na terra sua boa vontade. O E.S. permite o senso da realidade e da operacionalidade do ministério dado por Deus. O Espírito Santo concede ou energetiza o dom, pois ele é a presença ativa de Deus. Pois o serviço é uma graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Aspirante é um vaso escolhido para honrar o seu Senhor, porque o salvo não é mais de si mesmo, mas foi comprado pelo Senhor Jesus e a igreja por preço de sangue. Portanto cabe a Deus livremente chamar e capacitar no aspirante. Pelo fato de não sermos de nós mesmos, temos que nos submeter ao seu chamado que arde no peito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus Filho é o designador dos serviços a serem realizados na Casa de Deus. Deus Pai é o dono Supremo de sua Casa ou Reino e igrejas. Nós os aspirantes ou ministrantes somos mordomos na Casa de Deus, ordenados ou nomeados pelo Senhor Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Mordomos:  quer dizer administrador(Gr oikodomeu) aquele que recebe um serviço ou tarefa ordenada pelo dono da Casa, no nosso Caso o Filho de Deus! Cristo é o ORDENADOR na Casa de Deus. Deus o Pai lhe confiou esse mandato. Recebemos algo para CUIDA; algo que não é nosso, no caso, as igrejas de Deus. O Ministério pastoral, é de cuidar as ovelhas (cf I Tm 3.5) não de dominá-las(cf Pedro 5.1-4): “Aos presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar: Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho. E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória.” Vejam não é como no mundo que trata-se com o povo, mas com CUIDADO e como MODELO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Ministério – quer dizer serviço, a tarefa de um serviçal; a carreira designada para o servo na Casa de Deus realizar como Mordomo; como servo que ama seu Senhor; não como mercenário!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Dom - é a capacitação energemática, carismática executada pelo Espírito santo; uma CONCESSÃO de Deus para nós os seus servos. Prefiro o termo ´servo´, pois o termo ministro se revestiu de soberba. Mas no original latim, ´ministro´ é o minimo ou menor. Porém, sabemos que o que servem às igrejas são os menores com todo respeito e honra que merecem!  Quando se diz concessão está esclarecendo que o dom, o serviço, o mandado não é nosso, mas do seu digno e supremo dono que é Deus, que opera tudo em todos  pelo seu Espírito(vf I Cor 12.11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Talento -  simbologia da concessão ou “oportunidade” que o Senhor concede aos seus subalternos – nós- administrarem visando o desenvolvimento ou crescimento. O Senhor concede, mas quer resultados positivos das concessões/tarefas/serviços que foram dadas aos seus servos. Por isso na parábola de Mateus 25.15ss, exigirá sua prestração de contas. Não podemos fugir da responsabilidade de frutificar! Daí a prestração de contas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) EPISCOPADO -  vem do grego EPI + SCOPUS:&lt;br /&gt;a. EPI: quer dizer sobre, super, acima;&lt;br /&gt;b. SCOPUS: quer dizer  visão, vista;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Episcopado é pois, o serviço ordenado pelo Senhor a servos escolhidos, e designados a supervisionarem as ovelhas de Cristo. A carreira de pastor valoroso, servo submisso a Cristo seu Senhor. Por isso o pastor é designado a funcionar como bispo, isto é, supervisor das ovelhas cuidando as para o o Dono delas que comprou com o preço de seu sangue:  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue. Atos 20:28. &lt;br /&gt;8) Presbítero: quer dizer maduro, velho, anciãos; refere ao nível da dignidade do pastor que deve ser alguém maduro e saudável na fé e na piedade. Por isso o pastor não deverá ser um neófito(novo na fé), como diz o Ap Paulo e também nomeia o Ap Pedro (vf I Tm 3.6; I Pe 5.1). Precisamos entender que o Ministério Pastoral dá nomeiação a dois designações na Bíblia: Bispo(supervisor) que fala da função do pastorado; e Presbítero(Ancião) que fala da dignidade da maturidade ou saúde do pastor. Verifiquemos no discurso do Ap Paulo aos anciãos de Éfeso em Mileto(cf Atos 20.17-28)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9) Cooperadores de Deus:  quer dizer que o servo trabalha junto ou pela operação conjunta de Deus. Isto significa que  “não trabalhamos para Deus, mas trabalhamos com Deus”. Vemos a base dessa afirmativa por Paulo em I Coríntios 3.9: “Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus.”. Somos seus auxiliares porque é Ele que está operando ou trabalhando, e devemos nos unir a Ele para ordenar o que Ele ordenou.Nós os seus servos unimo-nos a Ele pelo chamado e sua designação ao episcopado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) Coordenadores:  quer dizer que o serviçal de Deus deve colocar em ordem a ordem que Deus quer na sua Casa. O grande ordenador é Deus Pai e a igreja deve fazer sua vontade aqui na Terra como no Céu.  O Grande ordenador confiou ao seu Filho Jesus Cristo de Nazaré que este ordenasse através da distribuição dos serviços(ministérios) os seus servos e vasos escolhidos para lhe honrar. Os servos escolhidos, por sua vez, são designados a efetivar a ordem do senhor das igrejas na instrumentalidade das Escrituras. O que estamos fazendo que a Bíblia não aprova ou não ordena, devemos abandonar de nossas práticas; uma resistência clara ao modernismo e mundanismo não é mesmo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11) ORDENAÇÃO: O Filho recebeu do Pai o mandamento, isto é, foi enviado e da mesma forma repassou seu mandamento aos seus doze que também seriam enviados(vf João 20.21). E Ele não veio fazer sua própria vontade, mas a dAquele que lhe enviou(cf João 6.38); e Nosso Senhor e Salvador completou a obra que recebera(vf João 17.4) – “Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer”. Quem recebe a ordem deve estabelecer a ordem dada nas igrejas. Não ordem própria, mas a deixada pelo Espírito Santo através de seus apóstolos, registrada na revelação Bíblica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12) O RECONHECIMENTO DO EPISCOPADO: o aspirante deve fazer o que o Ap Paulo recomenda: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 2 Timóteo 2:15 . 1)BUSCAR; 2)APRESENTAR-SE A DEUS APROVADO; 3)COMO OBREIRO; 4)COM BOA REPUTAÇÃO E SEM CONSTRAGIMENTO; PREPARADO; 5)CAPAZ DE MANEJAR A BÍBLIA. Isso tudo o levará à aprovação que será reconhecido pela assembléia dos irmãos; o ato de imposição de mãos por parte dos anciãos(outros pastores) é um sinal profético de seu reconhecimento; nada de haver transmissão de unção ou algo mágico; sim um sinal de reconhecimento da igreja que o recomenda e os presbíteros(outros pastores) dão seu sinão de reconhecimento e oficialização do aspirante que, apartir daí, é um neopastor! O ofício não se dá às mulheres quando tem por fim presidir a igreja, como se faz hoje em algumas igrejas, mas consagração não ordenação devido ao principio que o Ap Paulo evoca em II Timóteo 2.11-15). A Bíblia proíbe as mulheres de exercer autoridade sobre os seus maridos ou ministrarem sobre homens, mas não proibe de aconselhar, nem de profetizar como alguns acham(vf Tt 2.4; I Cor 11.5a), pois se ela for cumpridora de sua vocação materna – não feminista – é salva para ministrar na igreja(vf II Tm 2.15). Pode pastorar como auxiliar, mas não deve presidir a igreja; foi a posição que a Agebam chegou em 2006, porque não podemos ir além da ordem do Apostolo; não por cultura modernista, mas por principio evocado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pr LINS, C.D.F.; Igreja Batista do Caminho, Fonte Boa-AM, Brasil, Fevereiro de 2011.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-9077708271241317629?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/9077708271241317629/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2011/02/aspirando-ao-ministerio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/9077708271241317629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/9077708271241317629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2011/02/aspirando-ao-ministerio.html' title='ASPIRANDO AO MINISTÉRIO'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wSeffDC6E50/TVWPGZcYFHI/AAAAAAAAAEk/SX5itPy7HEk/s72-c/teologia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-5290336576747438015</id><published>2011-01-28T18:59:00.002-04:00</published><updated>2011-01-28T19:08:27.001-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historia; Anabatistas'/><title type='text'>As Principais Peculiaridades dos Anabatistas na Reforma</title><content type='html'>1. DISCIPULADO RADICAL: as implicações do discipulado coloca que o relacionamento com Cristo deve ir além da experiência interior e da aceitação de doutrinas. Deve envolver uma caminhada diária com Deus, em que os ensinamentos e exemplos de Jesus moldam um estilo de vida transformado. Um anabatista disse: “Ninguém pode verdadeiramente conhecer a Cristo a não ser aquele que segue-o em vida”. Isso significa obedecer as “palavras claras e vivas do Filho de Deus, cuja palavra é verdadeira e cujo mandamento é vida eterna”. Os anabatistas rejeitavam os juramentos devido ao claro mandamento de Jesus no sermão da Montanha: “De maneira nenhuma jureis: nem pelo céu(...), nem pela terra(...), ou por Jerusalém”(cf Mat 5.34, 35). Para os anabatistas não há gradações ao falar a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. PRINCIPIO DO AMOR: Como consequência lógica do primeiro. Ao relacionar-se com não batistas reagiam como pacifistas; jamais lutar para defender-se de seus seguidores, nem tomariam parte da coerção exercida pelo Estado. A ética do amor se expressava dentro da comunidade na forma de ajuda mútua e redistribuição das riquezas(como ocorria com anabatistas na Morávia o Comunalismo Hutterita);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. VISÃO CONGREGACIONAL: Nas assembleias anabatistas, todos os membros deviam ser crentes batizados voluntariamente pela confissão de fé pessoal em Cristo. Cada crente, então, era um sacerdote para seus outros irmãos e um missionário para os descrentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Pr.C.D.F.Lins&lt;br /&gt;Missão Batista do Caminho no Brasil - 2011&lt;br /&gt;www.anabatistas.ning.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-5290336576747438015?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/5290336576747438015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2011/01/os-principais-peculiaridades-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/5290336576747438015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/5290336576747438015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2011/01/os-principais-peculiaridades-dos.html' title='As Principais Peculiaridades dos Anabatistas na Reforma'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-5438044301619787870</id><published>2010-12-28T18:07:00.005-04:00</published><updated>2010-12-28T18:11:29.207-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Confissão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Calvinismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eleição'/><title type='text'>A Confissão de New Hampshire Não é Hipercalvinista</title><content type='html'>Vemos irmãos que a famosa Confissão Batista de New Hampshire não é Calvinista, mas coloca a verdadeira posição batista (anabatista) que não entra no "perverso" arminianismo, nem no hipercalvinismo, nem no pelagianismo. Nós batistas originais não somos calvinistas, nem armenianos e nem tampouco pelagianos. Cremos na eleição, na segurança eterna dos salvos, mas na dependência total dos homens da graça de Deus para os salvar. O ítem abaixo da famosa e referida confissão batista mostra isso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Cremos que a eleição é eterno propósito de Deus, segundo o qual Ele graciosamente regenera, santifica e salva pecadores; que sendo perfeitamente consistente com a livre agência do homem, abrange todos os meios em conexão com o fim; que é uma demonstração gloriosíssima da bondade soberana de Deus, sendo infinitamente livre, sábia, santa, e imutável; que ela exclui completamente a vanglória, e promove humildade, amor, oração, louvor, confiança em Deus, e ativa imitação de sua livre misericórdia; que ela encoraja o uso dos meios no mais alto grau; que ela pode ser percebida pelos seus efeitos em todo aquele que verdadeiramente crê no evangelho; que é o alicerce da segurança cristã; e que verificá-la com respeito a nós mesmos demanda e merece a máxima diligência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: http://anabatistas.ning.com/profiles/blogs/a-confissao-batista-de-new&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-5438044301619787870?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/5438044301619787870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/12/vemos-irmaos-que-famosa-confissao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/5438044301619787870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/5438044301619787870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/12/vemos-irmaos-que-famosa-confissao.html' title='A Confissão de New Hampshire Não é Hipercalvinista'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-7303133120541240511</id><published>2010-12-28T18:03:00.001-04:00</published><updated>2010-12-28T18:05:31.125-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Calvinismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eleição'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arminiano'/><title type='text'>A Doutrina da Eleição</title><content type='html'>Jorge Pinheiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calvinismo, arminianismo e o equilíbrio da doutrina batista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar devemos ver a relação entre teologia e doutrina. A teologia é uma construção racional, lógica, que parte de dois princípios: o princípio arquitetônico, que é a revelação, a palavra de Deus; e o princípio hermenêutico, instrumental, que fornece equipamento técnico para a análise do texto escriturístico.&lt;br /&gt;A teologia serve assim, a partir desses dois princípios, um divino e outro humano, para contextualizar a palavra de Deus e responder aos desafios do tempo presente, armando e fortalecendo a igreja. Apesar desse importante serviço, a teologia é sempre passageira e precária. Não é revelação.&lt;br /&gt;Já a doutrina é fundamento bíblico que norteia nossa fé e ordem. Não tem base nos arrazoados de grandes teólogos, mas na revelação. Nesse sentido, teologia e doutrina são diferentes. E nós devemos entender isso.&lt;br /&gt;Em segundo lugar, devemos saber que quando o infinito cruza com o finito surgem questões impossíveis de serem respondidas a contento a partir de nossa perspectiva finita. Entre esses podemos citar a encarnação, a kenosis e a ressurreição de Cristo. Outra questão difícil, por implicar nesse cruzamento da infinitude da soberania de Deus e a liberdade de escolha da imago Dei, é a teologia da eleição.&lt;br /&gt;Nesse sentido, há teologias, como a calvinista, que olham esta questão difícil da eleição a partir do infinito, de cima, exclusivamente. E há outras teologias, como a arminiana, que olham esta questão difícil da eleição a partir do finito, de baixo.&lt;br /&gt;Mas há outra maneira de olhar a questão da eleição, a partir da humildade do reconhecimento que estamos diante de um cruzamento do divino com o humano, do infinito com o finito, daquilo que está em cima com aquilo que está em baixo. E é exatamente esta perspectiva, humilde, bíblica e, por isso, doutrinária que orienta o pensamento batista nesta difícil questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teologia da eleição segundo Lutero&lt;br /&gt;Para entendermos a teologia da eleição no calvinismo e no arminianismo temos que começar a partir da visão de Lutero. A compreensão de Lutero tem por base a sua leitura da Carta de Paulo aos Romanos, e a partir daí de sua teologia da cruz. Segundo Walther von Loewenich, um especialista na vida e obra de do reformador alemão, “a teologia da cruz é o princípio de toda a teologia de Lutero. Ela não pode ser limitada a um período particular de sua teologia”. Nessa teologia, Deus vem até aqui embaixo e a expiação acontece quando Deus chega até o ser humano, que vive sob a ira da lei. Deus é satisfeito, aplacado, quando o movimento divino em direção ao humano resulta em fé. Ocorre, então, uma “alegre troca”: Jesus toma a natureza pecaminosa e entrega ao ser humano sua vida justa e imortal. E nessa teologia da cruz de Lutero está embutida a primeira compreensão que a Reforma fez da eleição de Deus.&lt;br /&gt;Para Lutero, conforme expôs no Prefácio a Carta de Paulo aos Romanos, “você deve seguir o raciocínio desta carta na ordem em que é apresentada. Fixe sua atenção, primeiro que tudo no Evangelho de Cristo, de maneira que você possa reconhecer seu pecado e a Sua graça. Então lute contra o pecado, conforme os capítulos de um a oito tem lhe ensinado a fazer. Finalmente, quando você chegar ao capítulo 8, debaixo da sombra da cruz e do sofrimento, passe para os capítulos de 9 a 11 que lhe ensinarão sobre a providência e o conforto que ela é”.&lt;br /&gt;Assim, para Lutero, a eleição era uma garantia, era esperança. Pois, nos momentos de sofrimento, de cruz e das angústias da morte, é a providência divina, através da eleição, que nos dá garantia da presença da graça em nossas vidas. É por isso que ele disse: “Há uma medida adequada, hora e idade para o entendimento de toda doutrina”.&lt;br /&gt;Dessa maneira, para o reformador, o caminho cristão começa com o ato de ouvir o Evangelho, com o reconhecimento de nosso pecado, mas também da graça de Deus, em Cristo, derramado sobre nós. Continua no correr de nossa vida com a luta contra o pecado e, finalmente, quando debaixo da sombra da cruz e do sofrimento, é a providência de Deus, manifesta na eternidade, através da eleição, que garante a esperança e nos dá conforto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teologia da eleição segundo Calvino&lt;br /&gt;Calvino partiu dos mesmos textos de Lutero, principalmente da Carta de Paulo aos Romanos, mas inverteu a maneira de ver de Lutero. Se para Lutero, o ser humano não tem como discutir e mergulhar na compreensão da soberania de Deus e teologizar sobre ela e, por isso, a eleição deve ser vista como garantia de nossa esperança, principalmente nos momentos de dificuldades e sofrimentos, para Calvino a base da vida cristã é a escolha eterna de Deus. Assim, na teologia, não seria fim, mas começo e centralidade.&lt;br /&gt;Tanto em seu Comentário sobre a Carta aos Romanos, como nas Instituições da Igreja Cristã, Calvino constrói uma teologia da eleição que tem por base a soberania de Deus. E olha a eleição sempre do “ponto de vista” de Deus, de cima, descartando uma leitura a partir da imago Dei e a possibilidade de escolha humana.&lt;br /&gt;Segundo o teólogo batista Timothy George, a doutrina da predestinação em Calvino pode ser definida em três palavras: absoluta, particular e dupla. É absoluta já que não está condicionada a nenhuma contingência finita, é particular no sentido que pertence a indivíduos e não a grupos. E, por fim, é dupla: Deus, para o louvor de sua misericórdia, elegeu uns para a vida eterna, e, para o louvor de sua justiça, outros para a perdição eterna.&lt;br /&gt;A posição de Calvino, quando relaciona eleição e salvação, pode ser traduzida no seguinte silogismo: (1) A certeza da salvação depende do decreto eterno de Deus; (2) aqueles que crêem foram escolhidos por Deus desde a eternidade; (3) se eu creio, logo serei salvo, porque fui escolhido.&lt;br /&gt;A historiografia dos séculos 16 e 17 mostra que a doutrina da predestinação absoluta defendida por Calvino enfrentou séria oposição não somente nos meios teológicos, mas de pastores e crentes. Entre esses opositores podemos citar Erasmus, o movimento anabatista e dois fundadores do pensamento batista na Inglaterra: John Smyth e Guilherme Dell. Mas, historicamente, seu opositor mais conhecido foi Jacobus Arminius.&lt;br /&gt;Apesar da oposição que a leitura de Calvino produziu no mundo protestante, sua leitura da eleição, para seus defensores, deve ser entendida como uma garantia nos momentos de provação e uma confissão à graça de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teologia da eleição segundo Arminius&lt;br /&gt;Já a doutrina da predestinação defendida por Jacobus Arminius (1560-1609)parte de uma perspectiva diferente: o papel da graça diante da depravação humana, a eleição condicional, a graça resistível, a expiação não limitada -- Cristo morreu por todos -- e a possibilidade de perda da salvação. Assim, para o arminianismo a eleição é condicionada pela fé.&lt;br /&gt;Em sua Declaração de Sentimentos, apresentada à igreja holandesa em 30 de outubro de 1605, ele sintetizou a sua posição em cinco pontos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Capacidade humana e liberdade de escolha. Todos os homens embora sejam pecadores, ainda são livres para aceitar ou recusar a salvação que Deus oferece;&lt;br /&gt;2 - Eleição condicional. Deus elegeu os homens que ele previu que teriam fé em Cristo;&lt;br /&gt;3 - Expiação ilimitada. Cristo morreu por todos os seres humanos, em todas as épocas e lugares;&lt;br /&gt;4 - Graça resistível. Os homens podem resistir à Graça de Deus para não serem salvos;&lt;br /&gt;5 - Decair da Graça. Homens salvos podem perder a salvação caso não perseverem na fé até o fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arminius defendeu uma posição sublapsariana, alertando para o fato de que Deus não predetermina ninguém para a perdição. Para ele, Deus em seu decreto escolheu seu Filho como Salvador para mediar a favor daqueles pecadores que se arrependem e crêem em Cristo, e para administrar os meios eficientes e eficazes para a fé de cada um deles. Assim, para ele, Deus decreta a salvação e a perdição de pessoas em particular com base na onisciência divina da fé e perseverança de cada indivíduo.&lt;br /&gt;Na verdade, a tensão da discussão entre predestinação absoluta ou predestinação condicional gira ao redor da compreensão de duas doutrinas: graça e eleição. Tomamos por base, a partir de Arminius, o arrazoado que o apóstolo Pedro faz em sua segunda epístola, explicando esta questão. Ele nos mostra que a expiação não tem limites:&lt;br /&gt;“Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada, pelo contrário, ele é longânime para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento”. 2Pedro 3.19 e também 1João 2.2 e 2Coríntios 5.19.&lt;br /&gt;A graça e a expiação têm eficiência e eficácia ilimitadas, mas há uma chave para que a função graça e função expiação sejam plenamente exercidas. E essa chave está no final do versículo acima citado: “que todos cheguem ao arrependimento”.&lt;br /&gt;O sacrifício pleno, eficiente e eficaz de Cristo (graça não limitada) deve ser somado ao arrependimento, produzindo então a salvação. Ou seja: expiação não limitada mais arrependimento = salvação.&lt;br /&gt;O sacrifício pleno, eficiente e eficaz de Cristo (graça não limitada) sem o arrependimento produz justiça. Ou seja: expiação não limitada menos arrependimento = justiça.&lt;br /&gt;A verdade, para Arminius, é que o valor da cruz não é limitado, mas sua aplicação sim. Para ele, todos estão predestinados à salvação, mas a eleição depende do arrependimento. Por isso, para Arminius, que Deus decreta a salvação e a condenação de pessoas em particular com base no conhecimento divino da fé e perseverança de cada um em particular.&lt;br /&gt;A partir desse pastor holandês, podemos dar uma explicação lógica e plausível para o texto de 2Pedro 2.1: “Assim como no meio do povo surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão dissimuladamente heresias destruidoras, até a ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição”.&lt;br /&gt;A teologia de Jacobus Arminius ressalta a liberdade humana. Acreditava no pecado original, considerava que a vontade do homem natural caído está degenerada, incapacitada para produzir qualquer bem espiritual. Nesse sentido seu conceito de liberdade humana diferia da visão de Pelágio.&lt;br /&gt;Jacobus Arminius influenciou profundamente a teologia de John Wesley, o metodismo e o protestantismo de missões. É interessante notar, também, que o pensamento de Arminius antecede os padrões de pensamento do Iluminismo.&lt;br /&gt;Em resposta às críticas do arminianismo, a Igreja Reformada da Holanda se reuniu em concílio, e assim os presbiterianos produziram um documento que ficou conhecido como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cinco pontos do Calvinismo&lt;br /&gt;O termo Calvinismo é dado ao sistema teológico exposto e defendido por João Calvino (1509-1564). Seu sistema de interpretação bíblica, no entanto, sofreu uma releitura ao ser resumido em cinco pontos, conhecidos como "os cinco pontos do Calvinismo" ou TULIP, em inglês.&lt;br /&gt;De 13 de novembro de 1618 a 9 de maio de 1619 reuniu-se na cidade de Dort, na Holanda, um concílio presbiteriano para discutir a controvérsia entre arminianos e calvinistas. Arminius (1560-1609) já tinha morrido e, logicamente, Calvino também (1509-1564). O concílio analisou cinco questões: predestinação, expiação, fé, graça e perseverança dos santos. Ao final do Concílio de Dort, os presbiterianos aprovaram os “cinco pontos do calvinismo”.&lt;br /&gt;Eis a TULIP:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Total Depravity (Depravação total). Todos os seres humanos nascem totalmente depravados, incapazes de se salvar ou de escolher o bem em questões espirituais;&lt;br /&gt;2 - Unconditional Election (Eleição incondicional). Deus escolheu dentre todos os seres humanos decaídos um grande número de pecadores por graça pura, sem levar em conta qualquer mérito, obra ou fé prevista neles;&lt;br /&gt;3 - Limited Atonement (Expiação limitada). Jesus Cristo morreu na cruz para pagar o preço do resgate somente dos eleitos;&lt;br /&gt;4 - Irresistible Grace - (Graça Irresistível). A Graça de Deus é irresistível para os eleitos, isto é, o Espírito Santo acaba convencendo e infundindo a fé salvadora neles;&lt;br /&gt;5 - Perseverance of Saints (Perseverança dos Santos). Todos os eleitos vão perseverar na fé até o fim e chegar ao céu. Nenhum perderá a salvação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa leitura do calvinismo é chamada por alguns teólogos batistas de hipercalvinismo, e se caracteriza pela negação da idéia de que a chamada do Evangelho se destina àqueles que não são eleitos. É a negação da idéia de que a fé é o dever de cada um que ouve o Evangelho. Ou seja, é a crença de que Deus planejou o mundo de tal forma que causas secundárias, ou seja, nossas ações, não são necessárias de modo algum, pois, se Deus já escolheu quem vai ser salvo, não é necessário pregar o Evangelho. Esta visão não reflete o calvinismo histórico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O equilíbrio da doutrina batista&lt;br /&gt;Podemos dizer que existem três tendências no pensamento teológico em relação à doutrina da eleição, em especial à tensão existente entre a soberania de Deus e a liberdade de consciência e ação e ao uso pleno da razão por parte do ser humano:&lt;br /&gt;A tendência chamada minimalista, que olha a questão de cima, a partir da soberania de Deus, e nega toda a possibilidade da liberdade humana, de consciência livre e escolha. A tendência chamada maximalista, que olha a questão de baixo, a partir de nossa humanidade, e não vê limitação à possibilidade do ser humano responder de forma livre ao chamado de seu Criador.&lt;br /&gt;Mas há uma superação dialética dessa contradição, que defende que o ser humano pode e deve apoiar sua resposta à eleição e ao chamado de Deus em sua liberdade de ação e consciência, assim como no uso da razão, embora tal processo deva ter como ponto de partida a revelação. Vamos analisar, então, o pensamento doutrinário batista:&lt;br /&gt;“Eleição é a escolha feita por Deus, em Cristo, desde a eternidade, de pessoas para a vida eterna, não por qualquer mérito, mas segundo a riqueza da sua graça. Antes da criação do mundo, Deus, no exercício de sua soberania divina e à luz de sua presciência de todas as coisas, elegeu, chamou, predestinou, justificou e glorificou aqueles que, no correr dos tempos, aceitariam livremente o dom da salvação. Ainda que baseada na soberania de Deus, essa eleição está em perfeita consonância com o livre-arbítrio de cada um e de todos os seres humanos. A salvação do crente é eterna. Os salvos perseveram em Cristo e estão guardados pelo poder de Deus. Nenhuma força ou circunstância tem poder para separar o crente do amor de Deus em Cristo Jesus. O novo nascimento, o perdão, a justificação, a adoção como filhos de Deus, a eleição e o dom do Espírito Santo asseguram aos salvos a permanência na graça da salvação”.&lt;br /&gt;Reconhecemos que existe uma tensão entre infinito e finito, entre o que está em cima e o que está embaixo. Mas, para nós batistas, a doutrina da eleição é uma síntese, que equilibra a tensão. Dessa maneira, segundo Sua graça imerecida, Deus opera a salvação em e através de Cristo, de pessoas eleitas desde a eternidade, chamadas, predestinadas, justificadas e glorificadas à luz de Sua presciência e de acordo com o livre arbítrio de cada um e de todos. [Veja os seguintes textos: 1Pedro 1.2; Romanos 9.22-24; 1Tessalonicenses 1.4; Romanos 8.28-30; Efésios 1.3-14].&lt;br /&gt;E assim a doutrina batista apresenta seus quatro pontos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Todos são eleitos.&lt;br /&gt;2. Deus opera a salvação em e através de Cristo pelo favor imerecido de sua graça.&lt;br /&gt;3. Deus é pré-ciente.&lt;br /&gt;4. De acordo com o livre-arbítrio, desde a eternidade, Deus elege, chama, predestina, justifica e glorifica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós batistas entendemos que salvação implica em regeneração, que é ato inicial em que Deus faz nascer de novo o pecador perdido. É obra do Espírito Santo, quando o pecador recebe o perdão, a justificação, a adoção de filho de Deus, a vida eterna e o dom do Espírito Santo. Neste ato de regeneração, o novo crente é batizado com o Espírito Santo e é por ele selado para o dia da redenção final, liberto do castigo eterno de seus pecados.&lt;br /&gt;Há duas condições para o pecador ser regenerado: arrependimento e fé. O arrependimento implica em mudança radical do homem interior, que significa afastar-se do pecado e voltar-se para Deus. A fé é a confiança e aceitação de Jesus Cristo como Salvador e a total entrega da personalidade do pecador a Ele. Nessa experiência de conversão o ser humano perdido é reconciliado com Deus, que lhe concede perdão, justiça e paz.&lt;br /&gt;Assim, a partir da consistência ontológica do humano, somos levados à necessidade de uma análise antropológica para a teologia. Quando descartamos a reflexão sobre o ser humano a quem Deus fala, temos um discurso meramente ideológico, distanciado do homem e da mulher verdadeiros e da realidade em que vivem e transformam. Temos, então, um ser humano-mito, onde os fatos natural e histórico transformam-se em alegoria.&lt;br /&gt;O pressuposto fundamental dessa reflexão antropológica para a teologia é a imago Dei, que traduz a verdade de que a compreensão de Deus, através de seu Cristo, leva à compreensão do ser humano e de sua razão de existir. Não se trata de conhecer o ser humano para conhecer a Deus, porque o homem não é Deus, mas o contrário. Nesse sentido, a antropologia correta parte da revelação. Não utilizamos o conceito do teólogo Tomás de Aquino de analogia em seus dois sentidos, como se fosse possível ao homem conhecer a Deus a partir de si próprio, mas acreditamos que as necessidades e anseios do espírito humano apontam para aquilo que ele perdeu.&lt;br /&gt;Se a revelação é uma conversa entre Deus e o ser humano, em Cristo, é a partir desse diálogo que temos os elementos fundamentais para conhecer aquilo que Deus deseja que sejamos. Nesse sentido, por mais decaído que esteja o ser humano, ainda lhe resta a liberdade de consciência necessária para aceitar ou não esse diálogo proposto pelo Criador.&lt;br /&gt;Por isso, nós batistas consideramos que a missão do povo de Deus é a evangelização do mundo, visando a reconciliação do ser humano com Deus. É dever de todo discípulo de Jesus Cristo e das igrejas proclamarem, pelo exemplo e pelas palavras, a realidade do evangelho, fazendo novos discípulos de Jesus Cristo em todas as nações. Cabe às igrejas batizá-los, ensinando-os a observar o que Jesus ordenou. A responsabilidade da evangelização estende-se até os confins da terra e, por isso, as igrejas devem promover a obra de missões, pedindo a Deus que envie obreiros para a sua seara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas&lt;br /&gt;1. Walther von Loewenich, A Teologia da Cruz de Lutero, São Leopoldo, Sinodal, 1988, pp. 11 e 12.&lt;br /&gt;2. Timothy George, Teologia dos Reformadores, São Paulo, Edições Vida Nova, 1994, p.232.&lt;br /&gt;3. Desidério Erasmus (1486-1536) teólogo e erudito, em 1524 escreveu, em polêmica com Lutero, Diatribe sobre o Livre Arbítrio. Carl Bangs, Arminius, A Study in the Dutch Reformation, NY, Abingdon Press, 1971, pp. 90 e 102.&lt;br /&gt;4. John Smyth (1610-1612), primeiro pastor batista na Inglaterra, levantou a bandeira da “liberdade de consciência absoluta” in Zaqueu Moreira de Oliveira, Liberdade e Exclusivismo: Ensaios sobre os Batistas Ingleses. Rio de Janeiro: Horizonal; Recife: STBNB Edições, 1997, p. 83.&lt;br /&gt;5. Pensador batista inglês, “Dell usou cada oportunidade que teve para defender a liberdade de consciência. Ele considerou o uso de coação uma invenção humana, algo deletério que não tinha lugar no reino de Cristo”. Zaqueu Moreira de Oliveira, op. cit., p. 104-106. Dell escreveu Uniformidade Examinada e apoiou a revolução inglesa (1642-1649), dirigida por Oliver Cromwell.&lt;br /&gt;6. Obras de Jacobus Arminius: Exame do Panfleto de Perkins, Declaração de Sentimentos, Controvérsias Públicas, Setenta e Nove Controvérsias Particulares in Carl Bangs, Arminius, A Study in the Dutch Reformation, NY, Abingdon Press, 1971, pp.206-221; 307-316; e Arminianismo e Jacobus Arminius, in Enciclopédia Histórico-Teológica, São Paulo, Edições Vida Nova, 1993, pp. 112-114.&lt;br /&gt;7. Júlio Andrade Ferreira (org.), Antologia Teológica, São Paulo, Novo Século, 2003, p. 698.&lt;br /&gt;8. Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira, “Eleição”, in Rumo e Prumo, terceira edição, Ordem dos Pastores Batistas do Brasil, secção do Estado de São Paulo, dezembro de 2004, p. 26.&lt;br /&gt;9. “Salvação”, in Rumo e Prumo, terceira edição, Ordem dos Pastores Batistas do Brasil, secção do Estado de São Paulo, dezembro de 2004, p. 25.&lt;br /&gt;10. “Evangelização e Missões”, in Rumo e Prumo, op. cit., p. 28.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Blog do Jorge Pinheiro&lt;br /&gt;http://jorgepinheirosanctus.blogspot.com/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-7303133120541240511?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/7303133120541240511/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/12/doutrina-da-eleicao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/7303133120541240511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/7303133120541240511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/12/doutrina-da-eleicao.html' title='A Doutrina da Eleição'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-5990997263148863266</id><published>2010-12-13T15:44:00.001-04:00</published><updated>2010-12-13T15:45:55.441-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bereia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pre-milenismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Confissão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Batista'/><title type='text'>A Confissão Batista de New Hampshire Não é Pré-Milenista</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TQZ368cq5jI/AAAAAAAAADw/OlBZpADwwTk/s1600/lutero3.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 304px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TQZ368cq5jI/AAAAAAAAADw/OlBZpADwwTk/s320/lutero3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5550255445323212338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Vejamos irmãos que a famosa Confissão Batista de New Hampshire de 1853, usada por batistas nacionais, brasileiros, regulares, fundamentalistas, em seu ítem que decorre sobre o mundo vindouro não é pré-milenista; a sua tendência é amilenista. Comprovem pelas fontes citadas por asteristicos(*), (**):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XVIII - Do Mundo Vindouro(*)&lt;br /&gt;Cremos que o fim do mundo está se aproximando; que no último dia Cristo descerá do céu, e ressuscitará os mortos da sepultura para retribuição final; que uma solene separação então tomará lugar; que o ímpio será condenado à punição, e o justo ao júbilo infindáveis; e que este julgamento fixará para sempre o estado final dos homens no céu ou no inferno, sobre os princípios da justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam que a que o site da IB Bereana expõe enriquecida das referência biblicas também não é(**):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"XX. O MUNDO VINDOURO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cremos que o fim do mundo está aproximando 1; que no Último Dia, Cristo descerá dos céus 2, e ressuscitará os mortos dos túmulos para a retribuição final 3; e que uma separação solene acontecerá 4; que os ímpios serão julgados à punição eterna, e os justos à glória eterna 5; e que este julgamento será permanente no inferno ou no céu baseado nos princípios de justiça 6. Referências: - 1. I Pedro 4.7, “E já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios e vigiai em oração”; I Coríntios 7.29-31; Hebreus 1.10-12; Mateus 24.35; I João 2.17; Mateus 28.20; 13.39, 40; II Pedro 3.3-13; - 2. Atos 1.11, “Os quais lhes disseram. Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.”; Apocalipse 1.7; Hebreus 9.28; Atos 3.21; I Tessalonicenses 4.13-18; 5.1-11; - 3. Atos 24.15, “Tendo esperança em Deus, como estes mesmos também esperam, de que há de haver ressurreição de mortos, assim dos justos como dos injustos.”; I Coríntios 15.12-58; Lucas 14.14; Daniel 12.2; João 5.28, 29; 6.40; 11.25, 26; II Timóteo 1.10; Atos 10.42; - 4. Mateus 13.49, “Assim será na consumação dos séculos. virão os anjos, e separarão os maus de entre os justos,”; Mateus 13.37-46; 25.31-33; - 5. Mateus 25.35-41, “Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; 36 Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. 37 Então os justos lhe responderão, dizendo. Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? 38 E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? 39 E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? 40 E, respondendo o Rei, lhes dirá. Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. 41 Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda. Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos”; Apocalipse 22.11; I Coríntios 6.9, 10; Marcos 9.43-48; II Pedro 2.9; Judas 1.7; Filipenses 3.19; Romanos 6.22; II Coríntios 5.10, 11; João 4.36; II Coríntios 4.18; - 6. Romanos 3.5, 6, “E, se a nossa injustiça for causa da justiça de Deus, que diremos? Porventura será Deus injusto, trazendo ira sobre nós? (Falo como homem.) 6 De maneira nenhuma; de outro modo, como julgará Deus o mundo?”; II Tessalonicenses 1.6-12; Hebreus 6.1-2; I Cor. 4.5; Atos 17.31; Romanos 2.2-16; Apocalipse 20.11, 12; I João 2.28; 4.17; II Pedro 3.11, 12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*)http://www.luz.eti.br/do_declaracaobatista1833.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(**)http://ibb.nbrasil.net/index.php?option=com_content&amp;view=articl... Mundo Vindouro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-5990997263148863266?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/5990997263148863266/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/12/confissao-batista-de-new-hampshire-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/5990997263148863266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/5990997263148863266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/12/confissao-batista-de-new-hampshire-nao.html' title='A Confissão Batista de New Hampshire Não é Pré-Milenista'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TQZ368cq5jI/AAAAAAAAADw/OlBZpADwwTk/s72-c/lutero3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-8750126800398298617</id><published>2010-12-06T17:57:00.002-04:00</published><updated>2010-12-06T18:08:30.835-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historia; Anabatistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Confissão'/><title type='text'>A Confissão Schleitheim</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TP1e0_0mG8I/AAAAAAAAADo/JZJeah29S2A/s1600/anabatista%2B1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 252px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TP1e0_0mG8I/AAAAAAAAADo/JZJeah29S2A/s320/anabatista%2B1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5547694580568562626" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Prólogo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silenciosamente, cada vez mais marcam presença em várias partes do mundo em nossos dias. Não precisam de presidentes, prefeitos, governadores, Ministério de Planejamento, departamentos de propaganda, chamadas na tv e no rádio, institutos de previdência social, economistas, bombeiros, oficiais de justiça, nem sobem em palanques para convencer ninguém de nada. Não necessitam de guerrilheiros nem de homens bomba. Não promovem nem participam das necessidades executivas e legislativas da política e lá nem existe política, nem registram contratos em cartórios, e lá nem existem cartórios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo seguindo a risca os ensinamentos de Cristo, foram severamente perseguidos pelo clero, tanto católico, como protestante. Mesmo exercendo a democracia absoluta, real e direta, foram duramente perseguidos pelos governantes europeus e dos Estados Unidos da América. Embora comunistas exemplares foram perseguidos pelos governantes da extinta União Russa Socialista Soviética. Embora anarquistas práticos nunca precisaram ler Proudhon. Eles nunca precisaram ler teorias revolucionárias de Marx ou Bakunin, porque a teoria deles se aperfeiçoa e se desenvolve na prática do dia-a-dia. O único poder terrestre ao qual se submetem é o poder da palavra que sempre é cumprida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Labutam como jardineiros no Éden, e muitas de suas comunidades são ricas, pelo próprio suor, pois não admitem explorados nem exploradores. Não precisam de tribunais, funcionários públicos, nem soldados, nem delegados de polícia, nem postos de saúde, ou hospitais, médicos, engenheiros, advogados, enfermeiras e empregados subalternos. Lá não há classes sociais, nem classe política, nem classe alguma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles mesmos educam suas crianças em suas próprias escolas, mantidas e dirigidas por eles mesmos. Cada homem vale um homem e cada mulher vale uma mulher. Eles tem um fundo comum mas esse dinheiro não circula escondido em cuecas e meias de parlamentares e empresários, está sempre acessível às necessidades reais da comunidade como um todo e de cada um individualmente, e nem mesmo um centavo é desviado. Nessas comunidades não há prisões, entre as casas não há cercas. A luz enganosa do espetáculo não brilha ali, em seu lugar à noite desfila a lua e as estrelas e durante o dia reina o sol soberano. No "ruspringa" os jovens são incentivados a sair e visitar o "parque de diversões do diabo", nome que deram ao mundo onde nós vivemos, são raríssimos os que não retornam. Lá não há necessitados nem viciados em crack perambulando como cães pelas ruas. Ninguém depende de migalhas lançadas de cima pelos serviços sociais do governo. Não entregam seus filhos para a guerra, nem pagam impostos de espécie alguma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas esse salutar estilo de vida custou um alto preço, muitos foram presos e mortos queimados em fogueiras, afogados, ou trespassados por tridentes e pela espada, mas o movimento continuou e está mais vivo do que nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrita há exatos 482 anos, a Confissão Schleitheim, o documento singelo que teve o poder de agregar pessoas para o projeto acima, é mais do que o documento mais importante dos remanescentes anabatistas, é também, pelo que representa, um monumento à verdadeira cristandade, uma luz de esperança para o presente e para o porvir. Vale para todas as raças, todas as culturas, todos os povos. Um oásis de paz e simplicidade em meio a uma terra atribulada pela mentira, seca de amor e encharcada de ambição e ódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;===&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Irmandade de Schleitheim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Brüderlich Vereinigung etzlicher Kinder Gottes seiben Artikel betreffend . . . )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The Legacy of Michael Sattler" por John Howard Yoder, Herald Press, 1973. Fonte digital em inglês: http://tiny.cc/vykky&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Traduzido por Railton Sousa Guedes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a alegria, a paz, a misericórdia de nosso Pai - por meio da Expiação [31] do sangue de Jesus Cristo, juntamente com os dons do Espírito que são enviados pelo Pai a todos os crentes para força, consolação e constância em toda a tribulação até o fim, amém - estejam com todos os que amam a Deus e com todos os filhos da luz, que estão espalhados por toda parte, onde quer que eles possam ter sido colocados [32] por parte de Deus nosso Pai, onde quer que se reúnam em unidade de espírito no Deus e Pai de todos nós. Que a graça e a paz do coração estejam com todos vós. Amém. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amados irmãos e irmãs no Senhor, em primeiro lugar estamos sempre preocupados com o seu consolo e com os protestos da sua consciência (que esteve em algum momento confusa), para não estarem sempre separados de nós como estrangeiros e por direito quase completamente excluídos, [33], mas que vocês possam tornar-se verdadeiros membros implantados de Cristo, armados com paciência e conhecimento de si e, assim, reunirem-se novamente conosco no poder de um espírito cristão devoto e zeloso para com Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É patente a multiplicidade de astúcias que o diabo vem usando para nos desviar, para poder destruir e subjugar o trabalho de Deus que em nós misericordiosa e graciosamente começou parcialmente. Mas o verdadeiro Pastor das nossas almas, Cristo, que começou essa obra em nós, vai nos dirigir e ensinar [34] o mesmo até o fim, para a Sua glória e nossa salvação, amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queridos irmãos e irmãs, reunidos no Senhor em Schleitheim nas [colinas] de Randen [35] façamos saber, em pontos e artigos, a todos os que amam a Deus, que estamos unidos [36] e permanecemos firmes no Senhor, como filhos obedientes de Deus, filhos e filhas, que estão e permanecerão separados do mundo em tudo o que fazemos e deixamos de fazer, e (louvor e glória a Deus somente) sem contradição por todos os irmãos, completamente em paz.[37] Nistas coisas percebemos a unidade do Pai e do nosso Cristo, presente entre nós em seu espírito. Porque o Senhor é Deus de paz e não de brigas, como Paulo indica. [38] Para que vocês compreendam em que pontos isto ocorre, vocês devem observar o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma enorme ofensa foi introduzida por alguns falsos irmãos entre nós, [39] fazendo com que vários desviassem da fé, julgando praticar e respeitar a liberdade do Espírito e de Cristo. Mas por ficaram aquém da verdade e (para sua própria condenação) [40] se entregaram à lascívia e à licença da carne. Eles acham que a fé e o amor pode fazer e permitir tudo e que nada pode prejudicar nem condená-los, pois eles são "crentes". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notem bem, vocês membros [41] de Deus em Cristo Jesus, que a fé no Pai celestial através de Jesus Cristo não se forma assim: ela nâo produz e nem traz essas coisas que esses falsos irmãos e irmãs praticam e ensinam. Estejam atentos e precavidos com tais pessoas, pois elas não servem nosso Pai, mas o pai deles, o diabo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vocês não são assim, porque os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne com todos os seus desejos e anseios [42]. Vocês me entendem [43] bem, e sabem o que queremos dizer. Apartai-vos deles porque são pervertidos. Orem ao Senhor para que eles possam ter conhecimento para o arrependimento, e por nós para que possamos permanecer e perseverar no caminho que trilhamos, para a glória de Deus e de Cristo, Seu Filho. Amém. [44] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Confissão Schleitheim(*)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprovada pela Conferência dos Irmãos Suíços em 24 de fevereiro de 1527.&lt;br /&gt;Sete Artigos Deliberados pela União Fraternal de Vários Filhos de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os artigos que discutimos e que por unanimidade concordamos são estes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Batismo;&lt;br /&gt;2. O Banimento;&lt;br /&gt;3. Partir do pão;&lt;br /&gt;4. Separação da Abominação;&lt;br /&gt;5. Pastores da Igreja;&lt;br /&gt;6. A Espada;&lt;br /&gt;7. O Juramento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo I. Observações sobre o batismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O batismo deve ser dado a todos aqueles que se arrependem e mudam de vida, e que verdadeiramente acreditam que seus pecados são levados por Cristo, e a todos aqueles que andam na ressurreição de Jesus Cristo, e que desejam ser sepultados com Ele na morte, para que possam ser ressuscitados com Ele, e para todos aqueles que, com esta compreensão, o pedem a nós e o procuram para si. Isso exclui todo batismo infantil, a maior e principal abominação do Papa. Nele temos as razões e o testemunho dos apóstolos.[46] Queremos mantê-lo com simplicidade, mas com firmeza e segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo II. Sobre o banimento deliberamos o seguinte: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O banimento deve ser empregado a todo aquele que, apesar de se entregar ao Senhor, seguir [Cristo] [47] nos seus mandamentos; ser batizado no corpo de Cristo e ser chamado de irmão ou irmã, escorregou e caiu no erro e no pecado, mesmo inadvertidamente.[48] O mesmo deve por duas vezes ser admoestado em segredo e na terceira vez abertamente disciplinado ou banido diante de toda congregação [49] de acordo com o mandamento de Cristo (Mateus 18).[50] Mas isso deve ser feito de acordo com a regulação do Espírito antes de partir do pão,[51] para que possamos todos em um espírito e em um amor, partir e comer de um pão e beber de um copo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo III. Sobre o partir do pão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concernente ao partir do pão, nos tornamos um e concordamos [52] que: Todo aquele que deseja partir o pão em memória do corpo partido de Cristo e deseja beber como lembrança do sangue derramado de Cristo, deve ser previamente unido [53] no corpo de Cristo que é a igreja de Deus e cuja cabeça é Cristo. Porque não podemos, como Paulo assinala, [54] ao mesmo tempo beber o cálice do Senhor e o cálice do diabo. Ou seja, todos aqueles que têm comunhão com as obras mortas das trevas não têm parte na luz. Portanto, todos os que seguem o diabo e o mundo não têm parte com aqueles que são chamados por Deus para fora do mundo. Todos os que se encontram no mal não têm parte no bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, é e deve ser assim: Quem não foi chamado por Deus a uma só fé, um só batismo, um só Espírito, um só corpo, com todos os filhos da igreja de Deus, não pode ser feito um só pão com eles. E deve ser feito em verdade, se a pessoa deseja realmente repartir o pão de acordo com o mandamento de Cristo. [55]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo IV. Estamos de acordo sobre a separação efetiva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos de acordo sobre a separação efetiva do mal e da maldade que o diabo plantou no mundo, assim simplesmente; não devemos ter nenhum companheirismo com eles, [56] e não colaborar com eles na confusão de suas abominações. Ou seja: uma vez que todos aqueles que não entraram na obediência da fé, nem se uniram a Deus para fazer Sua vontade são uma grande abominação diante de Deus, então nada pode realmente crescer ou vir deles a não ser coisas abomináveis. Agora não há nada no mundo e em toda a criação além de bem ou mal, crentes e descrentes, escuridão e luz, o mundo e os que estão [saíram] fora do mundo, o templo de Deus e templos de ídolos. Cristo e Belial, e nenhum terá parte com o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nós, então, o mandamento do Senhor é também óbvio, por meio dele Ele nos ordena ser e nos tornar separados do mal, e assim Ele será nosso Deus e nós seremos seus filhos e filhas.[57]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais adiante, Ele nos previne sair da Babilônia e do Egito terrestre, para que não sejamos partícipes no tormento e sofrimento que Deus trará sobre eles.[58]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir disso, devemos aprender que tudo o que não está unido [59] com nosso Deus em Cristo não pode ser outra coisa senão uma abominação que devemos evitar.[60] Por abominação se entende toda idolatria [62] e serviços eclesiais católicos e protestantes [61], reuniões e frequência à igreja, [63] chás nas casas, juramentos e compromissos de incrédulos, [64] e outras coisas desse tipo, que embora altamente respeitadas por todo mundo, são carnais ou praticadas em evidente contradição com o mandamento de Deus, e de acordo com toda a injustiça que está no mundo. De todas essas coisas devemos estar separados e não ter parte com elas, pois elas não são outra coisa senão abominação, e elas são a causa de sermos odiados como antes o foi Jesus Cristo, que nos libertou da escravidão da carne e proveu-nos para o serviço de Deus através do Espírito que Ele nos deu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim também devemos [65] abolir de nosso meio [66] as diabólicas armas da violência – como a espada, armaduras e similares, e todo uso delas para proteger amigos ou contra inimigos – em virtude da palavra de Cristo: "você não resistirá ao mal".[67]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo V. Quanto aos pastores na igreja de Deus, concordamos o seguinte: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos pastores na igreja de Deus, concordamos o seguinte: O pastor na igreja será uma pessoa de acordo com a regra de Paulo, [68] plena e completamente, que tenha um bom discernimento com relação aos que estão fora da fé. Essa função inclui ler, admoestar, ensinar, advertir, disciplinar, banir da Igreja, e corretamente dirigir os irmãos e irmãs em oração, e no partir do pão, [69] e em todas as coisas cuidar do corpo de Cristo, para que cresça e se desenvolva para que possamos louvar e honrar o nome de Deus, e calar a boca do caluniador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele será apoiado, no que ele precisar, pela congregação que o escolheu, de forma que aquele que serve o Evangelho viva do Evangelho como o Senhor ordenou. (1 Cor. 9:14). [70] Mas, se um pastor fizer algo merecedor de reprimenda, nada será feito contra ele sem o depoimento de duas ou três testemunhas. Se eles pecarem serão repreendidos publicamente, de forma que outros possam temer.[71]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se o pastor tiver que ser afastado ou conduzido ao Senhor pela cruz [72] na mesma hora outro deve ser nomeado [73] para o lugar dele, de forma que o pequeno povo e o pequeno rebanho de Deus não possa ser destruído, mas seja preservado pelas advertências e seja consolado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo VI. Concordamos com o seguinte sobre a espada: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordamos com o seguinte sobre a espada: A espada é uma ordenação de Deus fora da perfeição de Cristo. Ela pune e mata os maus e guarda e protege o bem. A lei da espada foi estabelecida [74] contra os ímpios para punição e morte, e os governantes seculares foram estabelecidos para usá-la. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, dentro da perfeição de Cristo, apenas o banimento é utilizado, para a advertência e exclusão de quem pecou, sem a morte da carne, [75] é simplesmente aviso e mandamento para não mais pecar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, muitos, que não entendem a vontade de Cristo para nós, vão perguntar se um cristão pode ou não usar a espada contra os ímpios para a proteção e defesa do bem, ou por causa do amor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa resposta unânime é: Cristo nos ensina e nos ordena a aprender com ele, pois Ele é manso e humilde de coração e assim acharemos descanso para nossas almas. [76] Agora, Cristo diz, com relação à mulher que foi apanhada em adultério, [77], que ela não deveria ser apedrejada segundo a lei de Seu Pai (e sobre isso diz: "O que o Pai me ordenou, eu faço") [78], mas, com misericórdia e perdão, advertiu-a para não mais pecar, dizendo: "Vai, não peques mais". Exatamente assim também devemos proceder, de acordo com a regra do banimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda questão relativa à espada: se um cristão deve participar de disputas e contendas em assuntos mundanos como os incrédulos fazem entre si. A resposta: Cristo evitou decidir ou emitir julgamento entre irmão e irmão sobre herança, se recusou a fazê-lo. [79] Então, devemos também fazer assim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceira questão relativa à espada: se o cristão poderia ser um magistrado caso fosse indicado. Essa pergunta é respondida assim: Cristo seria feito Rei, mas Ele evitou e não discerniu [isso] na ordem do Seu Pai [80]. Assim também devemos fazer como Ele fez e segui-lo, assim não andaremos nas trevas. Pois ele mesmo diz: "Quem quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me". [81] Ele mesmo ainda proíbe a violência da espada, quando diz: "Os príncipes deste mundo têm poder sobre elas, etc, mas entre vocês não será assim." [82] Além disso, Paulo diz: "A quem Deus pré-conheceu, ele tem também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho", etc [83] Pedro também diz: "Cristo sofreu (não governou), deixando-lhes exemplo para que sigam seus passos". [84] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim pode-se ver nos seguintes pontos que não convem a um cristão ser um magistrado: a regra do governo é segundo a carne, a dos cristãos segundo o espírito. As casas onde moram permanecem neste mundo, a dos cristãos está no céu. A cidadania deles está neste mundo, a dos cristãos está no céu. [85] As armas de batalha deles são carnais, e somente contra a carne, mas as armas dos cristãos são espirituais, contra a fortificação do diabo. O mundano está armado com aço e ferro, mas os cristãos estão armados com a armadura de Deus, com a verdade, justiça, paz, fé, salvação e com a Palavra de Deus. Em suma: Cristo é a nossa cabeça, e os membros do corpo de Corpo de Cristo devem ser conduzidos por Ele, para que não haja divisão no corpo pela qual seria destruído. [86] Desde então, Cristo é o que Dele está escrito. Assim, devem Seus membros também ser, de modo que seu corpo possa permanecer inteiro e unificado para seu próprio avanço e edificação. Pois todo reino dividido contra si mesmo será destruído. [87] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo VII. Concordamos o seguinte sobre juramento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordamos o seguinte sobre juramento: O juramento é um compromisso entre aqueles que estão disputando ou fazendo promessas. Na Lei é ordenado que seja feito em nome de Deus, verdadeiramente, não falsamente. Cristo, que ensina a perfeição da lei, proíbe a Seus [discípulos] todo juramento sobre algo ser verdadeiro ou falso; nem pelo céu, nem pela terra, nem por Jerusalém, nem pela nossa cabeça; e Ele explica a razão, "porque vocês não podem tornar um cabelo branco ou preto". Como vêem, todo juramento é proibido: não podemos executar o que prometemos ou juramos, pois não podemos mudar a menor parte de nós mesmos. [88]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora há alguns que não dão crédito ao mandamento simples de Deus, e dizem: "Mas o próprio Deus fez promessas a Abraão, porque Ele era Deus (prometeu estar com ele, prometeu ser o Deus dele caso guardasse Seus mandamentos). Por que então eu não deveria também prometer algo a alguém?" Resposta: Ouça o que diz a Escritura: "Deus, pois, queria mostrar mais abundantemente aos herdeiros a imutabilidade de sua promessa, inserindo uma promessa. (Por ser impossível a Deus mentir), poderemos ter uma forte consolação". [89] Observe o significado desta passagem: Deus tem o poder de fazer o que Ele proíbe para nós, pois tudo é possível para Ele. Deus fez uma promessa a Abraão, diz a Escritura, para mostrar que Seu conselho é imutável. Ou seja, ninguém pode resistir, nem impedir seus desígnios. Mas nós não podemos, como Cristo disse acima, cumprir ou executar nossos juramentos, portanto, não devemos prometer nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros dizem que o juramento não pode ser proibido por Deus no Novo Testamento pois foi autorizado no Velho, apenas foi proibido jurar pelo céu, pela terra, por Jerusalém, e por nossa cabeça. Resposta: Ouvi a Escritura: Aquele que jura pelo céu jura pelo trono de Deus e por aquele que nele está assentado. [90] Observe: se é proibido jurar pelo céu, que é apenas o trono de Deus: quanto mais pelo próprio Deus! Insensatos e cegos, quem é maior, o trono ou aquele que nele está sentado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros dizem: se é errado usar o nome de Deus para confirmar a verdade, então os apóstolos Pedro e Paulo também juraram [91]Resposta: Pedro e Paulo apenas testemunharam o que Deus prometeu a Abraão, e que nós também temos recebido. Mas quando alguém testemunha, a pessoa faz isso interessada no que está presente, se é bom ou mal. Simão falou de Cristo para Maria e testemunhou: "Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel". [92]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristo nos ensina de forma semelhante quando diz: [93] "Deixe sua palavra ser sim, sim; não, não, porque tudo o que é mais do que isso provém do mal". Ele diz que seu discurso ou palavra deve ser sim e não, de forma que ninguém poderia entender que Ele tenha permitido isto. Cristo simplesmente é sim e não, e todos aqueles que O buscam simplesmente entenderão a Palavra dele. Amém. [94]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 7 artigos de Schleitheim&lt;br /&gt;Cantão de Schaffhausen, Suíça,&lt;br /&gt;24 de fevereiro de 1527 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;===&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota explicativa sobre a relação do documento abaixo com a Confissão de Schleitheim: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a Compreensão Fraterna, que nas duas gerações passadas veio ser reconhecida amplamente como um marco teológico, nós juntamos outro texto que poderia ter sido na ocasião igualmente significativo. Este conjunto de instruções concernentes à ordem congregacional e ao culto foi divulgado em 17 de abril de 1527, junto com o texto de Schleitheim, aparentemente conjuntamente com o texto de Bern da União Fraterna. Deve ter sido juntado então ao mesmo tempo em abril, dentro das seis semanas do encontro em Schleitheim. Há bases circunstanciais para ser considerado ligado a Schleitheim e Sattler. É o mais antigo texto que se conhece que trata desse assunto, e nunca foi previamente publicado integralmente. --JHY&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ordem Congregacional [99]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que o eterno, poderoso e misericordioso Deus fez sua maravilhosa luz brilhar neste mundo e [nesta] época perigosa, nós reconhecemos o mistério da vontade divina, que a Palavra nos seja pregada de acordo com o ordenamento adequado do Senhor [100] por meio da qual fomos chamados para a Sua comunhão. Portanto, de acordo com o mandamento do Senhor e os ensinamentos de Seus apóstolos, no ordenamento cristão, devemos observar o novo mandamento, [101] no amor mútuo, de modo que o amor e a unidade possa ser mantida, o qual todos os irmãos e irmãs de toda a congregação devem concordar em manter: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os irmãos e irmãs devem se reunir pelo menos três ou quatro vezes por semana, para se exercitar [102] no ensinamento de Cristo e seus apóstolos e cordialmente exortar uns aos outros para permanecerem fiéis ao Senhor, como prometeram. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os irmãos se reunirem, devem trazer algo para ler juntos. [103] Aquele a quem Deus deu melhor compreensão deve explicar, [104], os outros devem prestar atenção e ouvir, de modo que não hajam dois ou três travando uma conversa privada, incomodando os outros. O Saltério deve ser lido diariamente em casa. [105] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que ninguém seja leviano na igreja de Deus, nem em palavras nem em ações. A boa conduta deve ser mantida por todos e também perante os pagãos. [106] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um irmão vê seu irmão cometer um erro, ele deve adverti-lo de acordo com o mandamento de Cristo [107] e repreendê-lo de uma forma cristã e fraterna, pois todos estão vinculados e obrigados a fazer por amor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No conjunto dos irmãos e irmãs desta congregação ninguém terá alguma coisa própria, mas, como os cristãos no tempo dos apóstolos terão tudo em comum e, especialmente, armazenados num fundo comum do qual pode-se ajudar os pobres, de acordo com a necessidade de cada um, [108] e, como no tempo apóstolos, não permitir que nenhum irmão passe necessidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda glutonaria deve ser evitada entre os irmãos que estão reunidos na congregação; sirva uma sopa ou um mínimo de vegetais e carne, pois comer e beber não é o reino dos céus. [109] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ceia do Senhor deve ser realizada sempre que os irmãos se reunirem, [110], anunciando a morte do Senhor, e assim instando cada um a relembrar como Cristo deu a Sua vida por nós e derramou seu sangue por nós, para que possamos também estar dispostos a dar o nosso corpo e nossa vida por amor de Cristo, o que significa pelo bem de todos os irmãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;===&lt;br /&gt;Conclusão (Bênção) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queridos Irmãos e Irmãs no Senhor: estes são os artigos que alguns irmãos previamente entenderam de modo errado, diferente do verdadeiro significado. Assim muitas consciências fracas ficaram confusas, pelo fato do nome de Deus ter sido caluniado foi necessário chegarmos a um acordo [95] no Senhor. A Deus seja dado o louvor e a glória! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que você compreendeu plenamente a vontade de Deus revelada por nós neste momento, você deve realizá-la com convicção, persistência e fidelidade. Para que você saiba bem qual a recompensa do servo que conscientemente peca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo que você fez inadvertidamente e que agora confessa ter agido injustamente está perdoado. Nessa reunião com fé suplicamos, por causa de todas nossas faltas e culpas, pelo gracioso perdão de Deus, em nome de Jesus Cristo. Amém. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afaste-se de tudo que não se enquadre na simplicidade da verdade divina que foi declarada por nós nesta carta em nossa reunião, de forma que todos possamos ser governados pela regra da proibição, para que daqui em diante a entrada de falsos irmãos e irmãs entre nós possa ser prevenida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afastem-se de tudo que é mau, e o Senhor será seu Deus, e vocês serão Seus filhos e filhas. [96] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queridos irmãos, lembrem-se do aviso que Paulo deu a Tito: [97] "A graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nessa era presente, enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Ele se entregou por nós a fim de nos remir de toda a maldade e purificar para si mesmo um povo particularmente seu, dedicado à prática de boas obras". Pensem nisto, e coloquem isso em prática, e o Deus de paz estará com vocês. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o nome de Deus seja sempre e grandemente bendito e louvado, Amém. Que Deus possa lhe dar-lhe Sua paz, Amém. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Schleitheim, dia de São Mateus, [98] 1527.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;===&lt;br /&gt;Introdução de John Howard Yoder, em&lt;br /&gt;The Legacy of Michael Sattler, Classics of the Radical Reformation, Vol. 1, Herald Press, 1973 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No começo de 1527 o movimento dos Irmãos Suíços corria sério perigo de desintegração. A repressão pelos protestantes alcançara pela primeira vez o nível da pena de morte, com a execução de Felix Mantz em Zürich, em 5 de janeiro. No Leste da Suiça, onde o movimento alcançara uma onda inicial de sucesso popular, foi duramente esmagado cidade de St. Gall, mas as autoridades continuaram tendo dificuldade na zona rural circunvizinha, especialmente no cantão de Appenzell onde a combinação de pressão governamental, liderança inadequada, e o fermento socioeconômico daquele tempo conduziu enormemente para a desordem que Conrad Grebel provavelmente estava tentando controlar quando morreu doente no verão de 1526. Strasbourg era o lugar onde havia maior probabilidade de abertura para um entendimento, ou pelo menos a possibilidade de alcançar um contínuo diálogo entre os anabatistas e a Reforma oficial; mas esta possibilidade teve que ser abandonada após a visita de Sattler a Strasbourg. [1] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Strasbourg foi a melhor e também a última chance para estabelecer um acordo sério com os "líderes" do Movimento da Reforma. Entre os principais reformadores, Martin Bucer foi o mais dotado de espírito ecumênico e pastoral, Capito era mais aberto a idéias radicais, e o governo de Strasbourg era mais cauteloso e tolerante. Quando as conversações se romperam lá, quase dois anos depois da primeira fratura em Zürich, ficou definitivamente claro que o anabatismo teria que seguir em frente sozinho, não apenas nos territórios que permaneceram estritamente católicos, mas em todos os lugares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto marca o fim do investimento de Sattler nas "relações intereclesiásticas". Ele abandonou o esforço para convencer os líderes reformadores; ao mesmo tempo em que abandonou a possibilidade de estender seu movimento nos territórios protestantes onde seria um tanto mais fácil (devido à corrente simpatia pelas suas preocupações) e mais seguro (devido à perseguição ligeiramente mais moderada). Dali em diante ele atuaria nas cidades menores da Floresta Negra. Parte desta área era controlada pela soberania austríaca (ou seja, fielmente católica), sob a administração de Statthalter de Ensisheim da Austria, e sob o controle dos aliados e vassalos da Áustria, como Count Joachim von Zollern de Hohenberg, que veio a ser o juiz de Sattler. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta área de zona rural católica, sem cidades proeminentes entre Ulm e Freiburg ou entre Tübingen e Schaffhausen, poderia ser qualificada como o polo crescente do movimento dos Irmãos Suíços. No triângulo Schaffhausen/Waldshut/Zürich cujo território cruzava com a ala sulista, Sattler e Wilhelm Röubli/Reublin foram os únicos líderes proeminentes nesta primeira fase. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sattler tinha muita consciência do pouco tempo que dispunha para consolidar o movimento que plantara. Da mesma maneira que o período de outubro a dezembro de 1523 marcou a primeira autoconsciência dos radicais de Zürich e o período de dezembro de 1524 a janeiro de 1525 abriu a primeira violação formal, o início de 1527 deve ser reconhecido como a maturidade de um companheirismo distinto, visível com uma responsabilidade de longo alcance pela sua ordem e pela sua fé. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pressão do exterior, a confusão no interior, a falta de influência diretiva (que nunca era especialmente clara ou determinante) dos fundadores de Zürich, e a crescente percepção de que em vez de aceitar uma visão de renovação difusa o jovem movimento teria que aceitar uma continua separação combinada com uma identidade sofredora, para possibilitar a afluência de todo movimento para fora do solo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi esta necessidade que gerou o encontro de Schleitheim. Nada sabemos sobre como a reunião foi convocada, sobre o que precisamente fez com que ela fosse realizada naquele momento, ou quem participou. A tradição aponta Michael Sattler como a liderança espiritual na reunião, e o autor do documento reproduzido acima, tão difundido quanto confiável, [2] embora nenhuma das primeiras tradições tenha emitido relatos de testemunhas oculares. Esta tradição é confirmada por paralelos óbvios entre o pensamento e fraseado de Schleitheim e outros documentos definitivamente reconhecidos como escritos por Sattler. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Sete Artigos que são o coração do texto, foram presumivelmente discutidos, reescritos, e aprovados no curso da reunião. Aqui a contribuição de Sattler pode ter sido alguma elaboração antes da reunião. Os Sete Artigos são encaixados em uma carta escrita na primeira pessoa, depois da reunião, que presumivelmente saiu completamente da caneta de Sattler. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores durante algum tempo divergiram sobre qual seria o foco primário desta reunião. Jan Kiwiet expressou o forte argumento de que o foco polêmico primário estava relacionado às ameaças ao movimento anabatista, representadas pelas mentes de homens como Hans Denck na Alemanha, com sua crítica à rigorosa disciplina do movimento irmãos suíços. [3] A força dessa interpretação não reside nos Sete artigos em si, mas na carta de apresentação, e no espírito de alguns dos outros escritos dessa coleção [4]. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra interpretação começa com a observação de que, diferindo de um credo ou catecismo equilibrado, Schleitheim destaca pontos onde os irmãos diferiam do resto do Protestantismo. Foi, assim, um manual do homem comum de distintos anabatistas. Esta interpretação é fundamentada pelo conteúdo dos próprios Sete Artigos, que circulou freqüentemente sem a carta de apresentação. Este foi o modo como este texto foi compreendido pelos Reformadores [5] e é apoiado hoje por Beatrice Jenny. [6] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presente editor não vê nenhuma real necessidade de escolher entre as duas interpretações. Se houvesse pessoas competindo pela liderança dentro do jovem movimento anabatista, a direção mais óbvia que seguiriam, em conflito com a orientação fixada pelos iniciantes de Zürich e por Michael Sattler, tenderia para uma espiritualização das distintas congregações anabatistas visíveis, com o efeito de maior subserviência, pelo menos superficialmente, para com as autoridades da igreja estatal, e maior conformidade para os padrões de comportamento que eles requeriam. Os documentos posteriores nesta coleção confirmam que o traço do "falso profeta" e do "mal-feitor" é a participação em encontros que justificam a igreja estatal. [7] Até mesmo a antinomiana "liberdade carnal" dos que defendiam que a pessoa que está em Cristo pode fazer qualquer coisa sem dano [8] para sua fé, pode ser aplicada a argumentos em conformidade com a igreja estatal, sobre externalidades como embriaguez ou relações sociais desordenadas. A idéia de que sendo crente a pessoa pode fazer qualquer coisa sem nenhum dano para sua fé não foi uma invenção peculiar e licenciosa de algum anabatista marginal; foi (pelo menos de acordo com a interpretação da mente popular) mais uma das elaborações da pregação luterana se adequando aos desejos dos ouvintes. [9] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há nenhuma razão para decidir por um dos dois argumentos acima. [10] A evidência clara que distingue o movimento dos Irmãos Suíços das igrejas protestantes e católicas foi a sólida defesa contra a confusão e propósitos dúbios nas fileiras das irmandades que começavam a tomar forma como um movimento autônomo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A importancia estratégica da realização de Schleitheim é bem demonstrada pela circulação rápida e ampla de seu texto. Zwinglio recebeu sua primeira cópia em abril pelas mãos de Johannes Oekolampad em abril, o qual, por sua vez, a recebera de Johannes Grell, um pastor do interior perto de Basel. Logo ele recebeu outra cópia de Berchtold Haller em Berna. Esta cópia fora obtida pela polícia de Berna no curso de uma investigação nas casas, na trilha de um esforço de quatro anabatistas para conversar com Haller. Haller chamou-a de "seus objetivos e razões". Zwinglio respondeu imediatamente com uma refutação. [11] até Zwinglio escrever seu Elenchus pelo verão daquele ano, ele já tinha em mãos quatro cópias diferentes que chegaram a ele de muitas fontes diferentes. Inspecionamos acima [l2] o número de reimpressões e traduções com a União Fraterna, juntamente com alguns dos outros materiais seguintes, comparando-os a estes panfletos foi o texto de Schleitheim que apareceu primeiro e que deu seu nome à página que titula a coleção inteira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Zwinglio, "não há quase ninguém entre vocês que não tenha uma cópia de seus mandamentos tão bem fundamenados". [13] Calvino descreve o esboço como "sete artigos aos quais todos anabatistas aderem em comum. . . o qual eles asseguram ser uma revelação que desceu do céu". [14] A autoridade que veio ser designada aos Sete Artigos dentro do movimento anabatista é demonstrada por um lado pela aceitação quase universal das posições que representa, visíveis até mesmo na repetição de frases e argumentos em documentos posteriores. Isso é especialmente verdadeiro com relação aos artigos VI e VII, sobre a espada e o juramento, e resulta em um número relativamente grande de uniformidade de posições anabatistas sobre estas questões dali em diante. [15] Algum tempo mais tarde, em 1557, na conferencia de Strasbourg, vemos a importancia da reunião sendo destacada referindo-se a um homem em cuja casa o acordo foi tirado. [16] O texto de Schleitheiltl também pode ser citado explicitamente. [17] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A base textual da presente tradução desenvolvida pelo Dr. Heinold Fast em sua edição de Täuferakten para a Suíça oriental, graciosamente nos foi passada antes de publicação. O esforço de submeter o texto original a uma conjetura crítica deve funcionar com quatro fontes: (a) o Elenchus de Zwinglio dentro do qual o texto é integralmente traduzido em latim com base nas quatro copias que Zwinglio tinha em mãos. Esta foi a base para as primeiras traduções em inglês. [18] (b) O manuscrito preservado no Berner Staatsarchiv, [19] reproduzido uma vez parcialmente por Ernst Mueller, der de Geschichte Bernischen, Fraueneld, 1895, Taufer, 38 ff., e mais completamente mas ainda não com precisão completa (cf. Fast), por Beatrice Jenny, Bekenntnis. Há boas razões para acreditar que este foi um dos quatro textos que Zwinglio teve acesso, mas nem sempre coincide com a tradução latina dele e alguns vezes a outra leitura refletida nas traduções dele parece preferível. (c) A primeira impressão reproduzida por Bohmer em 1912. [20] (d) A primeira impressão reproduzida por Kohler em 1908. [21] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas primeiras impressões são bem parecidas. Elas foram a base para todas as impressões posteriores, para as traduções no francês e holandês, e para as cópias manuscritas preservadas pelos Irmãos Hutteritas e depois reimpressas por Wolkan, [22] Beck, [23] e Lydia Miiller. [24] A reimpressão de Kohler é a base da tradução inglesa extensamente usada por J. C. Wenger. [25] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde seu reconhecimento pelo historiador holandês, Cramer, talvez a primeira testemunha moderna a reconhecer o profundo significado de Schleitheim, comentários do texto e de sua importância passaram a ser frequentes. [26] Vários resumos da história do texto estão disponíveis. [27] Traduções modernas estão sendo desenvolvidas em inglês [28] e francês [29] e Heinold Fast publicou uma versão alemã moderna como também uma reedição do original. [3O] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao Entendimento Fraternal que nas duas gerações passadas vem sendo amplamente reconhecido como um marco teológico, nós juntamos outro texto que, na ocasião, pode ter sido igualmente significante. Este documento que fixa instruções relativas à ordem congregacional e à adoração estava circulando em 17 de abril de 1527, junto com o texto de Schleitheim, aparentemente na mesmo calhamaço do texto de Bern da União Fraterna. Portanto, deve ter sido juntado aos demais, na mesma época, em abril, no prazo de seis semanas do encontro Schleitheim. Há provas circunstanciais para ser considerado no contexto de Schleitheim e de Sattler. É o texto conhecido mais antigo sobre esse assunto, e ainda não publicado por completo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Extraído de John Howard Yoder, Introduction to "The Schleitheim Brotherly Union," (Chapter 2), The Legacy of Michael Sattler, Herald Press, 1973, pp. 27-34.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;===&lt;br /&gt;Ponto de vista de Jan Gleysteen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Schleitheim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caminho da famosa Floresta Negra da Alemanha para a espetacular Catarata do Reno na Schaffhausen Suíça há um despretencioso vilarejo chamado Schleitheim. A maioria dos viajantes passam apressadamente por esse caminho preocupada com as grandes cenas à frente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para nós, a cidade e o nome de Schleitheim detem um maior interesse, pois foi aqui que, em fevereiro 1527 que ocorreu uma importante reunião dos anabatistas suíços e alemães. De acordo com tradição Michael Sattler pediu e presidiu a reunião. O jovem movimento anabatista corria o perigo de desintegrar-se sob a pressão da violenta perseguição de fora e da nítida diferença de opiniões de dentro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No curso da assembléia as várias facções chegaram a um acordo e publicaram suas visões em um folheto chamado A União Fraternal (ou Acordo), uma confissão de fé. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com este documento o livre e espiritual movimento dos Irmãos Suiços foi moldado em um ordeiro e bem organizado movimento. Se esta reunião não tivesse acontecido naquela época o movimento anabatista poderia ter morrido bem como a visão de seus líderes. Agora, os anabatistas tem uma plataforma para resistir à perseguição sangrenta das nações cristãs, à calúnia bem escrita de seus oponentes do clero e do estado, e ao desvio de fanáticos tentando usar o movimento para seus próprios fins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto extraído e traduzido de Purpose, February 6, 1977, pp. 4-5.&lt;br /&gt;===&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas de Rodapé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. JF Gerhard Goeters, (Ludwig Hatzer, espiritualista e Antitrinitariano, 1957, p. 94), defende a hipótese de que, quando esteve em Estrasburgo, Sattler ainda tinha alguma esperança de trabalhar junto com Bucer e Capito, ou seja, de conquistá-los e conduzir o movimento de reforma in loco em direção ao Anabatismo. Goeters sublinha que os vinte artigos de Estrasburgo diferem dos sete artigos de Schleitheim, principalmente porque os de Estrasburgo não reconhecem a necessidade de um gabinete pastoral, enquanto Schleitheim reconhece. Isso sugere que até o início de 1527 ainda havia esperança de acordo com os reformadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. O testemunho mais antigo que explicita essa tradição está em um documento de Leopold Scharnschlager que cita o artigo VI sobre o governo (ARG, 1956, p. 212). Ver também H. Stricker, MGB, 21, 1964, p. 15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Ian Kiwiet, Pilgram Marpeck, Kassel, 1957, pp. 43FF.; Cf. também Huntston George Williams, The Radical Reformation, Filadélfia, 1962, p.182, cf. abaixo p. 48, nota 33.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Veja abaixo pp. 126 e ss.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. "Em Sete Artigos eles resumiram o que é contrário tanto a nós como aos papistas. . ." Calvin, Brieve Instruction, op. cit., p. 44.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, foi muito adequado a Calvino tomar este texto como esboço de sua própria refutação. Zwinglio igualmente considera os sete artigos um esquema mais adequado para refutação, imediatamente após o recebimento do primeiro manuscrito de Berchtold Haller de Berna, ele respondeu longamente com uma carta, respondendo ponto por ponto, em 28 de abril de 1527 (Z, vol. IX, carta n º 610, p. 108), novamente o uso dos sete artigos em Zwingli's Elenchus testemunha seu caráter representativo. Não pretendemos aqui entrar no mérito destas refutações pelos Reformadores ou das diferenças entre eles, mencionamos aos textos de Zwinglio e Calvino apenas como elementos auxíliares na crítica textual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Beatrice Jenny, Das Schleitheimer Tauferbekenntnis, Thayngen, 1951, p. 39.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Veja abaixo especialmente pp. 60, 127 e ss.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. A ênfase é evidente especialmente nos parágrafos introdutórios da carta de cobertura de Michael Sattler. A referência a uma preocupação semelhante pode ser vista também nas negociações posteriores (abaixo pp. 108 ss). 149.170.172).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Zwinglio aponta para o mesmo perigo em seu posicionamento de dezembro de 1524, "Wer gibt Ursache zu Aufruhr" (Z, Ill, pp. 374 ss). A principal fonte de instabilidade social, diz Zwinglio, vem daquelas pessoas que interpretam mal a pregação do evangelho como um afrouxamento da voz das exigências morais. Este tema mais tarde se tornaria uma das discordâncias candentes entre anabatistas e o clero protestante. (cf. Harold Bender, "Walking in the Resurrection", MQR, XXXV, abril de 1961, pp. 96 Se.). A popularidade de ética contextual no protestantismo americano na década de 1960 testemunha que tal posição é completamente impensável nos círculos protestantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Cf. abaixo nota 39 mais uma referência a este tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. Cf. nota 5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Note above survey of printing, 13 f.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. Z, VI, pág. 106. O tratado principal dele, Contra Catabaptistarum Strophas Elenchus, "Refutation of the Catabaptists' Knaveries" (1527), foi a palavra final de Zwinglio sobre a questão anabatista, o único escrito latino dele neste assunto. Além dos Sete Artigos refuta também o "confutation booklet", escrito talvez por Conrad Grebel e especificamente dirigido contra o próprio Zwinglio (Yoder, Gesprache, pp. 91 se.). O Elenchus está disponível em tradução inglesa; veja debaixo na nota 28.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo catabaptist usado aqui predominantemente por Zwinglio foi pedido emprestado de Oekolampad, mas não pegou, sendo substituído progressivamente por anabatista. O prefixo alemão "wider" pode significar "contra" ou "re"; assim o widertauff do título pode suportar três ou quatro possíveis significados: (a) anti-batismo no sentido de ser praticado em oposição ao batismo infantil tradicional; (b) anti-batismo no sentido de ser uma perversão ou uma paródia do verdadeiro sacramento; (c) re-batismo; (d) poderia significar "imersão" e até mesmo (kata - também"meios" "abaixo" ou "debaixo de"). Assun parece ter sido compreendido por Oekolampad. O uso de Zwinglio de "kata" é pretendido por preservar a força da polivalência no singificado de certas palavras da lingua alemã, com o acento no sentido da perversão (vide b acima). Cf. nota extensa explicativa de Fritz Blanke, Z, que VI, pág. 21, nota I. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. CR, XXXV, p. 54.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. James M. Stayer que escreveu sobre essa temática em "The Doctrine of the Sword in the First Decade of Anabaptism", Cornell PhD dissertation 1964, dá grande atenção ao desenvolvimento cronológico, detalhando-o em períodos " antes e depois do impacto de Schleitheim".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clarence Bauman, Gewaltlosigkeit 1m Tiiufertum, Leiden, 1968, qualifica Schleitheim como "o documento mais importante desde a fundação do anabatismo" (p. 45).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hans J. Hillerbrand, Die Politische Ethik des Oberdeutschen Tiiufertums, Leiden/Koln 1962, e "The Anabaptist View of the State" (MQR, XXXIL April IQ58, pp. 83 If.), dá pouca atenção ao aspecto do desenvolvimento cronológico e destaca textos posteriores e mais longos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. Blaupot ten Cate, Geschiedenis der Doopsgezlnden in Groningen, emz. 1842, L pp. 258 If., and Hulshof, Geschiedenls van de Doopsgezinden te Straatsburg van 1525 tot 1557, Amsterdam, 1905, p. 229. Esta é parte de uma carta que descreve a conferência anabatista principal em Strasbourg em 1557, um dos marcos principais da relação entre os anabatistas do sul da Alemanha e os Menonitas do Países Baixos. A carta foi traduzida para o holandês antes de 1587, e só foi preservado naquela versão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17. Cf. nota 2 acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18. Z, VI, pp. 107-155. Vide tradução abaixo na nota 28.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19. UP SO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20. The print identified above 13 as A.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21. The print identified above 13 as B.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22. Rudolf Wolkan, Geschichtsbuch der Hutterischen Bruder, Vienna, 1918, p. 42.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23. Josef Beck, Die Geschichtsbucher der Wiedertiiufer. . . ,Vienna, 1883, pp. 41 ff.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24. Lydia Muller, Glaubenszeugntsse Oberdeutscher Taufsgesinnten, Leipzig, 1938, p.37.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25. Primeira impressão em MQR, XIX, No.4, outubro de 1945, pp. 247 ff., and then in Wenger's Doctrines of the Mennonites, Scottdale, 1952; reproduced from Wenger by Harry Emerson Fosdick: Great Voices of the Reformation, New York, 1952; John H. Leith, Creeds of the Churches, Garden City, 1963; and Robert L. Ferm, Readings in the History of Christian Thought, New York, 1964, pp. 528 ff.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26. "Desta forma tão breve, tão clara, tão facil de assimilar, eles prestaram um serviço aos anabatistas de seu tempo e do porvir, pelo qual eles não podem ser suficientemente gratos. Certamente eles fizeram o que fizeram com toda simplicidade de coração, sem idéias de conquista mundial. Eles foram dirigidos por nenhuma outra meta a não ser a responsabilidade para com a igreja deles, de acordo com o que Deus queria para ela. Eles realmente não tiveram nada para ver com ideais elevados; pois eles definiram regras, prescrições e proscrições por meio das quais a igreja presente poderia seguir em frente e continuar o que haviam começado. Assim eles executaram um bom trabalho no interesse de um futuro ao qual eles quase nem imaginavam. Eles trouxeram firmeza e definição no movimento espiritual no qual eles tinham sido colocados. Eles o salvaram do perigo de se tornar uns caos de instabilidade, confusão, e idéias obscuras, de grupos flutuantes, fomentados por dez das mais variadas tendências, principalmente contraditórias, ainda [fossem] na maior parte (nem sempre) pessoas bem-intencionadas. Através de sua formulação desenharam as fronteiras de seu movimento e tornou possível que um companheirismo integrado, uma organização, modesta como era, viesse a existir. Através da criação de tais formas sólidas para o cristianismo original, a irmandade deles, Sattler e os anciões da mesma categoria dele preservaram o movimento da desintegração, o que ajudou nos dias sombrios de perseguição sangrenta, e garantiu-lhe um futuro. Não há uma única característica da 'União Fraternal' que não seja encontrada novamente mais tarde nos Irmãos Menonitas. Dificilmente há uma frase que não se repita". Cramer, Berna, V. 1909, p. 593. A primeira declaração de Cramer sobre o significado do Schleitheim é encontrado em seu artigo Mennoniten em RPTK vol. XII, p. 600. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa própria estimativa da importância da reunião foi primeiramente indicada, independentemente da Cramer, em Gesprache, pp. 98 f.: "Que isso pudesse acontecer, que no decurso de uma reunião homens pudessem mudar suas opiniões e chegar à unidade, não é apenas uma raridade impressionante na história da Reforma, é também o mais importante evento em toda a história do anabatismo. Se não tivesse acontecido, o anabatismo de Grebel, Blaurock, Mantz e Sattler, teria morrido junto com seus fundadores. Mas assumiu uma forma viável e assumiu condições de resistir à licenciosidade dos fanáticos, a coação dos governos cristãos e o poder de persuasão dos pregadores".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma conclusão muito semelhante é feita por W. Kohler: "Não menos importante, o significado dos artigos Schleitheim foi a criação de uma ordem para as pequenas comunidades, que, em sua luta contra a igreja estabelecida poderia facilmente desintegrar-se na anarquia e no fanatismo". Flugschrlften, p. 285. Na ocasião da inauguração de um monumento a Sattler em 1957 na igreja da aldeia em Rottenburg, Dean N. van der Zijpp, então decano dos historiadores menonitas europeus, disse: "Sattler, como Menno Simons, não foi fundador, mas sim organizador dos anabatistas. Para ambos foi necessário liderar um movimento espiritual, vivo, fervoroso, profético, efervescente, para o caminho de uma igreja organizada. Para um movimento espiritual, como aquele em Zurique, em 1525-1526, não poderia continuar sendo 'movimento' se não estivesse disposto a enfrentar o perigo para não acabar em um grande mar de fanatismo. Sattler sabia muito claramente: o movimento tinha que ter forma, e ele lutou por uma forma que fixaria limites e ao mesmo tempo preservaria a liberdade. Ele escolheu como slogan 'a esgrima das Escrituras Sagradas', da mesma maneira que Menno Simons enfatizou o valor do texto bíblico, posteriormente. Esse, talvez, também corre perigo. Mas onde está o evangelho de Jesus Cristo estaria perfeitamente seguro entre nós, homens da terra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A ação de Sattler, como posteriormente a de Menno Simons, fixou o movimento anabatista em uma pedra sólida, sim, salvou a igreja". (Das Evangelium von Jesus Christus in der Welt:Vortrage und Verhandlungen der Sechsten Mennonitischen Weltkonferenz, Karlsruhe, 1958, p. 340).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27. Friedmann, op clt., "The Schleitheim Confession. . ." p. 82 If. Wenger, op clt., "The Schleitheim Confession of Faith" p, 243 ff. Fritz Blanke, "Beobachtungen zorn Altesten Tiiuferbekenntnis," ARG, XXXVII, 1940, pp, 242 If. ME, Vol. I, p. 447.&lt;br /&gt;Heinrich Bohmer, Urkunden zur Geschichte des Bauemkrieges und der Wiedertaufer, De Gruyter, Berlin, 1933, pp, 25 If.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28. Samuel Macauley Jackson que traduziu o Elenchus de Zwinglio em Selected Works of Huldreich Zwingli (Philadelphia and New York, 1001) pp. 123-258, também traduziu de segunda mão os Sete Artigos em inglês. Jackson desconhecia a existência do original alemão e a importância histórica do documento. Ele apenas recorreu ao texto como "a confissão dos batistas" de Bernese. Esta provavelmente foi a primeira tradução inglesa do texto, desde que Calvino publicou sua "A Short Instruction" em Londres em 1549, incluindo apenas fragmentos do texto de Schleitheim. W. J. McGlothlin estava mais atento que Jackson acerca do significado do original alemão mas ainda desavisado da existência de várias impressões no Século XVI, reproduziu a tradução "Bernese Baptist" conforme Jackson tinha apurado do Elenchus, em sua Baptist Confessions of Faith, Philadelphia, 1911, pp. 3 If., de onde foi tomado por Wm. Lumpkin, Baptist Confessions, 1959, 22 ff.. A tradução por Wenger (veja nota 25) que em muito contribuiu para alertar os pesquisadores americanos sobre o significado de Schleitheim é o única tradução moderna antes da presente reedição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29. Pierre Widmer and John Yoder, "Princlpes et Doctrines Mennonites," Brussels and Montbeliard, 1955, pp. 49-55.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30. Heinold Fast, Der linke Flugel der Reformation; Klassiker des Protestantismus, Band IV; Sammlung Dietrich, Bremen, 1962, pp. 60 If. Fast preparou também, a reedição definitiva do texto original, mencionada em Band II (Ost-Schweiz) de Quellen zur Geschichte der Taufer in der Schweiz, Zwingli-Verlag, Zürich, editors L.von Muralt and H. Fast.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31. Um conceito significativo no pensamento de Michael Sattler é o do Vereinigung, que, de acordo com o contexto, ser pode ser traduzido de muitas maneiras diferentes, no título o que significa "União", aqui na saudação pode ser traduzido mais naturalmente por "reconciliação" ou "expiação", mais tarde, no texto, na forma passiva do particípio, significa "ser conduzido à unidade". Assim, a mesma palavra pode ser utilizada para a conciliação na obra de Jesus Cristo, para o procedimento pelo qual os irmãos chegam a um pensamento comum, para o estado de concordância em que se encontram, e para o documento que determina o acordo a que chegaram. H. Fast sugere que aqui, em conexão com "o sangue de Cristo", o significado pode ser "comunhão"; conforme 1 Cor, 10:16.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;32. Ou, literalmente, "ordenado"; a proposição de J. C, Wenger, "se espalhou por todos os lugares conforme ordenado por Deus, nosso Pai" é uma boa paráfrase se "ordenado" puder ser entendido sem conotação sacramental ou predestinativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33. Este termo "estrangeiros" foi interpretado por Cramer Berna, 605, nota 1, em um sentido geográfico ou político, referindo-se a não-suíços. Kiwiet, op. CLT., p. 44, concebe o mesmo significado mas vai mais longe dizendo que os anabatistas suíços quebraram a comunhão com os alemães. Mas esse entendimento é impossível por várias razões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1520 não era tão forte assim o senso de identidade nacional, dividido em claras linhas geográficas; Sattler e Reublin, líderes na reunião, não eram suíços;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os libertinos a que Schleitheim se referia, embora Denck (ou Bucer) pudessem ser incluídos, eram (se anabatistas) certamente em sua maior parte suiços, ou seja, os entusiastas de St. Gall (H. Fast "Die Sonderstellung Taufer der em St. Gallen e Appenzell, "Zwlngllana XI, 1960, pp. 223ff.), e Ludwig Hatzer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este termo tem uma referência bem diferente, é uma alusão a Efésios. 2:12 e 19, comprovando o efeito conciliador do Evangelho em homens anteriormente alienados pela incredulidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34. "Dirigir" e "ensinar" têm como objeto "o mesmo", isto é, a "obra de Deus parcialmente iniciada em nós". paráfrase de Wenger, "dirige a mesma e (nos) ensina" é mais suave, mas enfraquece a imagem impressionante da "obra de Deus" no homem que pode ser "parcialmente iniciada", "proclamada", "dirigida" e "ensinada". Há, no entanto, motivo para Bohmer conjecturar que originalmente pode ter sido usada a palavra keren (guiar) ao invés de leren (ensinar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;35. "Langer Randen" e "Hoher Randell, são colinas com vista para Schleitheim e não, como um leitor moderno poderia pensar, uma referência ao fato de Schleitheim ser próxima da fronteira (no mundo político contemporâneo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O original diz "Schlaten am Randen". Uma meia dúzia de aldeias no sul da Alemanha suportará nomes como Schlat, Schlatt, ou Schlatten. Uma delas, perto de Engen em Baden, também é identificada como "am Randen", e até recentemente alguns acreditavam ser ali o local de origem dos sete artigos. As provas, agora geralmente aceitas, com relação a Schleitheim perto de Schaffhausen, são facilmente encontradas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JJ Riiger, um cronista de Schaffhausen, escrevendo por volta de 1594, identifica Schleitheim com os sete artigos. No dialeto local, o equivalente a "ei" no modemo alemão é longo como em Schlaten, ao passo que em outras aldeias Schlatten ou Schlat tem um "a" curto; Sendo sujeita a jurisdições sobrepostas e, portanto, difícil para a polícia, com Klettgau e Schleitheim em sua borda, era relativamente segura e acessível para os anabatistas e, assim, mais um ponto de encontro ligando os principais centros na Alemanha, e no sudoeste e nordeste da Suíça. Esta foi a primeira área onde W. Reublin, amigo de Sattler, esteve ativo após sua expulsão do Zurique no início de 1525. Esta situação jurídica continuou ao longo do século; O prof F. Blanke analisa a questão do lugar em Z, VI, pp. 104 f.; também o faz Werner Pletscher, "Wo entstand das Bekenntnis von 1527?" MGB, V, 1940, pp. 20 f.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;36. Segundo Bohmer, uma linha de impressão foi deslocada na impressora. O texto parece dizer literalmente, " fomos montados em pontos e artigos". O verbo aqui é novamente "verelnlgt". Na tradução de Wenger, "somos uma só mente permanecendo no Senhor" é a melhor paráfrase, mas sacrifica a construção passiva verbal que é importante para o escritor. "Os pontos e artigos" podem muito bem permanecer no resto da frase, no texto original: "fomos unidos em pontos e artigos" ou "manter-se firme no Senhor nestes pontos e artigos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;37. Começando com os parênteses "(louvor e glória a Deus somente)", as frases de encerramento do presente número não se refere simplesmente a uma determinação comum para ser fiel ao Senhor, mas muito mais especificamente à experiência real em Schleitheim e o sentido de unidade (Verelnlgung) que os membros portaram no decorrer da reunião. "Todos os irmãs sem contradição" é a descrição formal e "completamente em paz" é a definição subjetiva deste senso de orientação do Espírito Santo. Zwinglio considerou a menção "nós viemos juntos" como a prova de culpa, sectarismo e do caráter conspiratório do anabatismo (Elenchus, Z, VI, p. 56).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;38. 1 Coríntios. 14:33.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;39. Ds. HW Meihuizen respondeu recentemente com grande eficácia a questão: "quem eram os 'falsos irmãos', mencionados nos artigos Schleitheim?" (op. CLT., pp. 200 e ss.). O método de Meihuizen coloca na cena da Reforma anabatistas de todos os matizes, bem como reformadores, especialmente aqueles em Estrasburgo que Sattler havia deixado recentemente. Comparando as posições teológicas conhecidas destes homens com as declarações de Schleitheim, Meihuizen conclui que Schleitheim deve ter sido dirigida contra Denck, Hubmaier, Hut, Hiitzer, Bucer e Capito. É possível concordar com esta descrição das posições em questão, sem ser convencido que a reunião era claramente dirigida contra alguns homens em particular que especificamente não foram convidados. Se há alguém se enquadra aí, este provavelmente seria Hiitzer com quem Sattler estivera há pouco em Strasbourg, e que era o único deles que poderia ser acusado de tendências libertinas. Para o presente propósito, ou seja, a fim de compreender o significado deste documento, basta ser claro a partir da evidência interna (de acordo com Meihuizen):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que algumas pessoas previamente ligadas a algumas das posições condenados estavam presentes em Schleitheim a fim de serem participantes do evento e de "serem trazidos à unidade", os "falsos" irmãos mencionados na carta secreta não eram apenas os Reformadores do estado-igreja, pelo menos alguns deles estavam dentro do Anabatismo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a ênfase maior nos sete artigos recai sobre os pontos de separação teológica final da reforma: o batismo, a relação entre a proibição e a ceia, a espada, e o juramento. Aqui a lista é tão paralela ao documento a partir de Estrasburgo, que se supõe que Sattler possa ter desenvolvido seu esboço quando ele ainda estava em Estrasburgo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que, na justaposição da carta de apresentação e os sete artigos, Sattler afirma uma articulação interna entre as posições dos anabatistas marginais e espiritualistas, que diferia das de Zürich Schleitheim, e dos reformadores evangélicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;40. H.W. Meihuizen lê a frase "para sua própria condenação" no sentido de que a assembléia Schleitheim tomasse medidas para excomungar os libertinos aos quais o texto se refere. "The Concept of Restitution in the Anabaptism of Northwestern Europe", MQR, vol. XLIV, abril 1970, p. 149. Isso não é possível. O verbo "ergeben" refere-se ao abandono à lascívia libertina, não à ação anabatista. Para que a interpretação de Meihuizen prevaleça deve-se omitir os parênteses presentes no original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;41. "Glieder" (membros) em alemão tem apenas o significado relacionado com a imagem do corpo, o tom de "pertinência" de um grupo, o que torna a frase "os membros de Deus" incomum em português, não está presente no original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;42. Gal. 5:24.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;43. O uso da primeira pessoa do singular aqui é a demonstração de que a carta de apresentação foi escrita, provavelmente após a reunião, por um indivíduo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;44. Esta é a conclusão da carta introdutória e do estilo epistolar. A "carta de apresentação" não está no manuscrito de Berna, e os sete artigos provavelmente circularam na maioria das vezes sem ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;45. Com uma exceção, cada artigo começa com a mesma utilização da palavra "vereinigt" como particípio passivo, a qual nós reproduzimos assim literalmente como uma lembrança do significado de "Vereinigung" para Sattler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;46. Aqui a versão impressa identifica as seguintes passagens das Escrituras (dando apenas o número do capítulo): Mt. 28:19; Mc. 16:6; Atos 2:38, Atos 8:36, Atos 16:31-33; 19:4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;47. Nachwandeln, a andar depois, é a aproximação mais íntima do texto de Schleitheim ao conceito de discipulado (Nachfolge), que mais tarde se tornou especialmente corrente entre os anabatistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;48. Duas interpretações desta frase são possíveis. "Ser flagrado inadvertidamente" poderia ser uma descrição de cair em pecado, em paralelo com a anterior expressão "de alguma forma escorregar e cair". Isto significa que o pecado é para o discípulo de Cristo, em parte, uma questão de ignorância ou desatenção. Cramer, Berna, p. 607, nota 2, e Jenny, p. 55, busca explicar que todo o pecado é de alguma forma involuntário, isto é, que, no momento da decisão o pecador é enganado e não está plenamente consciente da sua gravidade. Calvin (por alguma razão baseado na tradução francesa) explica essa passagem dizendo que os anabatistas diferenciavam pecados perdoáveis e imperdoáveis, com apenas os inadvertidos sendo motivo da preocupação conciliadora da congregação. Ou a referência pode estar ligada à maneira como a pessoa culpada foi descoberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;49. A versão impressa insere "ou banido".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5O. Esta referência a Mt. 18 é a única referência na Escritura aos primeiros textos manuscritos. "Regra de Cristo" ou "Comando de Cristo" é uma designação comum para este texto, Cf, J. Yoder: "ligar e desligar". Concern 14, Scottdale, 1967, esp. pp. 15. Se, outras citações das Escrituras identificadas nas notas de rodapé não estão marcadas no texto, a citação abundante da linguagem bíblica sem interesse em indicar a fonte da citação é uma indicação da fluência com que os anabatistas manejavam o vocabulário bíblico e é, provavelmente, provavelmente também é uma indicação de que eles pensavam nesses textos enquanto expressão de uma verdade significante em vez de "textos de prova".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;51. Neste ponto, Walter Kohler, o editor da versão impressa, sugere a passagem de Mt. 5:23. Se "a ordenação do espírito" refere-se especificamente a "antes de partir o pão" e significa apontar para um texto da Escritura, esta poderia ser uma provável; ou 1 Coríntios 11 poderia ter sido aludida, mas "ordenação do espírito" não é a maneira usual com que os anabatistas se referem a uma citação da Bíblia, a frase pode significar também um convite a uma atitude pessoal e flexível, guiada pelo Espírito Santo, na ênfase pela reconciliação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;52. Este é o único ponto em que a palavra "vereinigt" não é utilizada no início de um artigo, presumivelmente porque ocorre mais tarde na mesma frase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;53. Vereinigt: aqui a palavra não tem nenhum dos sentidos detalhados acima, mas aponta para outro, para a obra de Deus na constituição da unidade da Igreja Cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;54. 1 Coríntios 10:21, alguns textos tem aqui "São Paulo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;55. A maior parte do debate ecumênico sobre a validade dos sacramentos focaliza tanto o status sacramental do oficiante como o entendimento doutrinário do significado dos emblemas. Convém salientar que a compreensão dos anabatistas da comunhão não se refere ao sacramento mas aos participantes. Não é invalidada por um oficiante não autorizado ou por um conceito insuficiente sobre o sacramento, mas pela ausência de uma verdadeira comunhão entre os presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;56. Observe a mudança de "mundo" para "eles". "O mundo" não é discutido independente das pessoas que constituem a ordem regenerada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;57. 2 Cor.6: 17.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;58. Rev. 18:4. Alguns textos lêem "que o Senhor pretende trazer sobre eles".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;59. Vereinigt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;60. A versão impressa acrescenta "e fugir".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;61. O prefixo mais amplo pode significar tanto "contra" como "pró" (o moderno wieder). Ambos os significados são obviamente aplicáveis tanto às igrejas da Reforma de Estrasburgo como às das cidades suíças, ambas são anti-papistas (tendo quebrado com a comunhão romana) e pró-papistas (tendo mantido ou reintegrado certas características do catolicismo). As traduções anteriores preferiram registrar como "papista e anti-papista", mas outra leitura traz uma maior agudeza de sentido, e é apoiada pela tradução de Zwinglio. Assim, a alegação de que as novas igrejas protestantes são em alguns pontos cópias do que havia de errado com o catolicismo é já um dado adquirido no início de 1527.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;62. Gazendienst. O manuscrito de Berna e as primeiras impressões registram Gottesdienst ("adoração"); mas Zwinglio, que tinha outros manuscritos, traduziu como" idolatria". Uma vez que as duas palavras se referem à freqüência na igreja, "idolatria" é menos redundante. "Idolatria" era uma designação corrente em todo o movimento Zwingliano para com as estátuas e imagens no culto católico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;63. Ktlchgang, que literalmente significa freqüência à igreja, não tem dimensão de congregação para ele, mas refere-se a conformidade com padrões estabelecidos por todos aqueles que, embora talvez simpatizando com os anabatistas, ainda evitavam qualquer censura pública sendo vistos regularmente nos cultos da igreja estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;64. O manuscrito de Berna registra "Bürgschaft", ou seja, uma garantia de segurança ou apoio a uma promessa, e pertence à esfera econômica e social. Se a "descrença" aqui se refere a uma falta de sinceridade, então as "garantias e compromissos de 'incredulidade' significaria questões como a assinatura de notas e hipotecas e depoimentos em questões de boa fé. Martinho Lutero declarou fortemente que tais garantias, mesmo em boa fé, eram não só imprudentes, como também imorais, uma vez que o fiador se coloca no lugar de Deus". ("Sobre o comércio e usura, 1524, em Works of Martin Luther, Muhlenburg, Filadélfia, 1001, vol. IV, pp. 9 Se. ). Seu argumento é, portanto, muito paralelo ao dos anabatistas sobre o juramento. Uma perspectiva mais provável é que "descrente" é sinônimo de "mundano", uma referência a guildas e clubes sociais. Zwinglio traduz com foedera, "convênios". Bullinger confirma essa interpretação por repreender os anabatistas quanto ao comprimento (Von dem unverschampten frafel..., Pp. Cxxi para cxxviii) pela sua oposição às associações e sociedades (pundtnussen gselschafften und), à concórdia e à amizade (Vertrag fruntschafft unnd) com os incrédulos, e à alegria temporal (Froud zytliche zymliche). O texto impresso mais tarde mudou para Bürgschaft Bürgerschaft (cidadania), que é menor, no lugar do art. IV. Em abril 1527 Zwinglio não tinha certeza do que aquilo significava, mas inclinou-se a "servir como fiador" (Z, IX, p. 112); em agosto, quando ele escreveu o Elenchus ele interpreta isso como "cidadania", talvez referindo-se aos anabatistas pela recusa em cumprir o juramento do cidadão. Mas se Bürgerschaft deve significar a cidadania, os "compromissos da incredulidade" ainda devem significar algum tipo de envolvimento, jurídica, econômico ou social com os infiéis (Z, VI, p. 121). Lc. 16:15, a referência a "abominações" pode ser aludida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;65. A versão impressa acrescenta: "sem dúvida".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;66. A versão impressa consta "e anticristão".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;67. Mt. 5:39.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;68. 1 Tm. 3:7. Os intérpretes não são claros sobre onde repousa o foco do art. V. Seu primeiro impulso é proclamar o pastor como uma pessoa moralmente digna, ou seja, há uma crítica à prática de nomear-se em razão de sua educação ou conexões sociais sem levar em conta sua estatura moral. A tradução de Zwingli move o foco por traduzir "o pastor deve ser um da congregação", ou seja, não alguém de outro lugar. Era do conhecimento de Zwinglio que os anabatistas rejeitavam a nomeação de um ministro de uma paróquia para o conselho de uma cidade distante, e ele deixou tal conhecimento influenciar sua tradução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;69. A versão impressa acrescenta, "para conduzir os irmãos e irmãs em oração, para começar a partir do pão...."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;70,1 Coríntios. 9:14.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;71. A mudança no número aqui de "pastor" para "se eles pecarem" é explicada pelo fato dessa frase ser uma citação de 1 Tm. 5:20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;72. "Cruz" é já por esta altura um clichê muito claro ou "termo técnico" designativo de martírio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;73. Talvez "instalado" seria menos inclusivo ao mal sacramental. Verordnet não tem nenhum significado sacramental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;74. "Lei" aqui é uma referência específica ao Antigo Testamento. Significativamente o verbo aqui não é verordnet mas apenas geordnet, transmitindo mais um sentido de permanência ou da instituição divina específica. Deve-se notar que em toda essa discussão "espada" refere-se à competência judiciária e policial do Estado, não há nenhuma referência à guerra no art. VI, há uma breve no IV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;75. "Sem a morte da carne" é uma leitura clara do manuscrito mais antigo. Zwinglio, no entanto, entendeu "em direção à entrada para a morte da carne", uma possível alusão a 1 Cor. 5; a diferença no original é apenas entre a e o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;76. Mt. 11:29.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;77. In. 8:11.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;78. Jn. 8:22.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;79. Ltc:. 12:13.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;80. Duas interpretações são possíveis para "não discernir a ordem de Seu Pai". Isso pode significar que Jesus não respeita, como sendo uma obrigação para ele, o serviço no estado no ofício de rei, embora a existência do Estado seja uma ordenança divina. O mais provável seria a interpretação que Jesus avaliou a ação das pessoas que queriam fazê-lo rei como não provocada (ordenada) por Seu Pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;81. Mt. 16:24.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;82. Mt. 20:25.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;83. Rom. 8:30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;84. 1 Ped. 2:21.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;85. Fil. 3:20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;86. Aqui a versão impressa acrescenta Mt. 12:25: "Pois todo reino dividido contra si mesmo será destruído". A referência se solidariza com Cristo como Cabeça ecoa diretamente os pontos 4 e seguintes da carta de Estrasburgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;87. Mt. 12:25.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;88. Mt. 5:34-37.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;89. Heb. 6:7 ss.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;90. Mt. 5:35.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;91. A tradução de Zwinglio contem um argumento aqui: "Se é ruim jurar, ou até mesmo usar o nome do Senhor para confirmar a verdade, então os apóstolos Pedro e Paulo pecaram, porque juraram".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;92. Lc. 2:34.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;93. A diferença entre o "ensinado" e "diz que" está no original, que resulta do fato de as referências bíblicas estarem sempre no presente: "Cristo diz", Paulo diz", "Pedro diz".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;94. Isto conclui o artigo Sete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;95. Vereinigt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;96. A segunda referência a 2 Coríntios. 6: 17.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;97. Tit. 2:11-14.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;98, 24 de fevereiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;99. Este documento não tem título, o título escolhido aqui reflete o rótulo dado na (moderna) tabela de conteúdo do volume de materiais de arquivo UP 80 no Arquivo do Estado de Berna. Nenhuma tradução completa para o Inglês foi publicada; o texto foi desenvolvido por Delbert Gratz, Bernese anabaptists, Scottdale, 1953, p. 25, e por Robert Friedmann, MQR, 1955, p. 162. Jean Séguy publicou uma tradução e comentários no Cristo Seul (Jornal dos menonitas franceses) No.1 (p. 13) e N º 2 (p. 5), 1967. O texto parece ser idêntico a cópia dos sete artigos, de modo que pode-se presumir que circularam juntos e foram concebidos simultaneamente. (Cf. p. 32.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;100. Pode significar: "na providência de Deus, a Palavra é pregada para nós", segundo a qual "Ordnung" remete para as obras de Deus em realizar a Reforma e a pregação do evangelho, ou "a Palavra de Deus é pregada de acordo com o padrão divino", com a ênfase no redescobrimento do verdadeiro legado divino na ordem da igreja. O seguinte "segundo a qual" pode, portanto, se referir à pregação ou à ordem correta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;101. In 1. 2:8.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;102. "Sich ben": talvez inclua um elemento de aprendizagem mecânica da narrativa do evangelho e do ensino, uma vez que a alfabetização e a posse de Bíblias era rara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;103. "Ler" inclui exposição. "Leituras" foi um dos primeiros nomes dados às reuniões de estudo realizadas em Zurique e St. Gall, antes da fundação das congregações anabatistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;104. "Aquele a quem Deus deu o melhor entendimento deve explicar isso" pode significar que, para cada passagem em particular, quem entende o seu significado deveria falar. Então, teríamos um retrato de uma reunião com uma liderança assente, sem nenhum papel de controle por parte do "pastor" mencionado no Artigo V. Então, pode-se inferir, como faz Jean Séguy, que este texto testemunha um tempo antes das decisões de Schleitheim, quando congregações funcionavam sem um líder nomeado. É, no entanto, também possível que "aquele a quem Deus deu o melhor entendimento" possa ser um circunlóquio para um líder reconhecido espontaneamente no grupo local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;105. Esta "leitura" pode muito bem ser recitação mecânica. Esta referência ao Saltério é uma das raras referências anabatistas primitivas a exercícios devocionais não-congregacionais. Pode ser mais um traço (veja acima p. 23, nota 19) de uma herança do monasticismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;106. 1 Tm. 2:8.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;107. Mt. 18: IS, cf. nota acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;108. O fundo comum é visto aqui como uma bolsa especial para necessidades específicas, não como um comunismo total de consumo, tal como foi estabelecido, não muito tempo depois na Morávia. É significativo que o anabatista não-huterita também considerasse seguir o exemplo econômico dos primeiros cristãos de Jerusalém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;109. Rom. 14:17. A suposição de que a congregação que se reúne freqüentemente em torno de uma simples refeição pode estar ligada a sua evasão de clubes sociais e corporações (acima, p. 38, art. IV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;110. A Ceia do Senhor, especificamente identificada como tal, é evidentemente distinta das demais refeições, embora ambas fossem praticadas tão freqüentemente quanto quando os irmãos se encontravam. (Cfr. Art. 1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Endereço do texto original em alemão: http://www.museum-schleitheim.ch/bekenntnis/artikel1.htm &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em inglês: &lt;br /&gt;http://www.mcusa-archives.org/library/resolutions/schleithiem/sword.html &lt;br /&gt;http://www.cresourcei.org/creedschleitheim.html e&lt;br /&gt;http://www.anabaptists.org/history/schleith.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Esta tradução está incompleta e longe de ser definitiva, portanto, qualquer contribuição dos leitores no sentido de melhorá-la será muito bem vinda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: O Taborita&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-8750126800398298617?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/8750126800398298617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/12/confissao-schleitheim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/8750126800398298617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/8750126800398298617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/12/confissao-schleitheim.html' title='A Confissão Schleitheim'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TP1e0_0mG8I/AAAAAAAAADo/JZJeah29S2A/s72-c/anabatista%2B1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-2178901224433956896</id><published>2010-11-17T20:51:00.000-04:00</published><updated>2010-11-17T20:53:56.526-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Discipulado'/><title type='text'>Discipulado</title><content type='html'>Jesus estabeleceu as regras que determinam quem pode e quem não pode ser discípulo dEle. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se observarmos, por exemplo, Lucas 14:33, entenderemos que os oportunistas, os arraigados neste mundo, os cativos dos valores deste século NÀO PODEM SER discípulos de Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O missionário Paulo (servo e apóstolo de Jesus Cristo) demonstrou em sua própria vida esse ensinamento de Jesus. Observe o que Paulo declarou em Filipenses 3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, o que poderia ser vantagem para ele (fariseu, benjamita, hebreu, circuncidado ao oitavo dia, educado aos pés de Gamaliel, etc), tornou-se "refugo", "lixo", "coisa de nenhum valor". Ele não refugou a fé que tinha em Javé (em Deus) a qual foi aperfeiçoada e purgada dos elementos humanos a partir da rendição de Paulo a Cristo – por isso é que ele gostava de se ver como escravo (“servo”, dulos em grego koiné) de Cristo, o comprado por sangue, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os discípulos de Jesus vivem em um contexto de comunhão amorosa e é exatamente isso que os define (coletivamente) como igreja. (João 13:35). Nesse ambiente amoroso sob forte identidade (lealdade, adesão, semelhança) com Cristo, os discípulos frutificam (João 15:8) os frutos que agradam a Deus (Romanos 6:22; II Coríntios 9:10; Efésios 5:9; Filipenses 1:11; Tiago 3:18).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, quem estabelece as regras desse discipulado é Jesus. Ele é o Senhor da Igreja (veja Efésios) e Cabeça da Criação (veja Colossenses) enquanto que a Igreja é o seu Corpo (veja Coríntios).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fugir a essas regras é cair em desobediência bem ao estilo das atitudes luciferinas de Satanás. Por isso é que existem "sinagogas de satanás" (Apocalipse 2:9); falsos irmãos, falsos mestres, falsos cristos, falsos profetas, falsos apóstolos, obreiros fraudulentos e inimigos da cruz de Cristo (Mateus 7:15; 24:24; Filipenses 3:18; I Coríntios 5:11; II Coríntios 11:13; Gálatas 2:4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivamos intensamente HOJE a realidade do “Cristo em vós, a esperança da glória” (Colossenses 1:27); do “Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus” (I Coríntios1:24); do pertencimento a Cristo (I Coríntios 3:23); da reconciliação com Deus por meio de Cristo (II Coríntios 5:18); do estar crucificado com Cristo (Gálatas 2:19); da unidade em Cristo (Gálatas 3:28,29); do Cristo formado em nós (Gálatas 4:19); da verdadeira liberdade de Cristo (Gálatas 5:1); etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se vivermos Cristo HOJE intensamente, seremos legitimamente apelidados de cristãos (pequenos cristos) – Atos 11:26; I Pedro 4:16.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.anabatistas.ning.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-2178901224433956896?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/2178901224433956896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/11/discipulado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/2178901224433956896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/2178901224433956896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/11/discipulado.html' title='Discipulado'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-6291628752744095047</id><published>2010-09-11T21:17:00.000-04:00</published><updated>2010-09-11T21:17:27.060-04:00</updated><title type='text'>O Taborita: A Confissão Schleitheim</title><content type='html'>&lt;a href="http://taborita.blogspot.com/2009/12/confissao-schleitheim.html"&gt;O Taborita: A Confissão Schleitheim&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-6291628752744095047?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://taborita.blogspot.com/2009/12/confissao-schleitheim.html' title='O Taborita: A Confissão Schleitheim'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/6291628752744095047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/09/o-taborita-confissao-schleitheim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/6291628752744095047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/6291628752744095047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/09/o-taborita-confissao-schleitheim.html' title='O Taborita: A Confissão Schleitheim'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-4326994261710080955</id><published>2010-08-13T18:25:00.004-04:00</published><updated>2011-10-01T13:08:09.251-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Separação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PHD'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estado'/><title type='text'>Separação entre Igrejas e o Estado 2a. Parte</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TGXJe8XaXII/AAAAAAAAADY/hXT-kFXUpfA/s1600/apostasia_politica.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 293px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TGXJe8XaXII/AAAAAAAAADY/hXT-kFXUpfA/s320/apostasia_politica.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5505027652967881858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os Batistas sustentam este principio de separação desde muitos séculos, o que lhes tem custado muitas renuncias e até sangue. Não tem sido fácil impor ao mundo esta idéia, ela tem custado muito sacrifício e muita dedicação; tem exigido muita luta com o de fora e, o que é mais triste, com os de dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Isenção, Subvenção e Taxação.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Isenção&lt;/strong&gt; é quando uma instituição está isenta de pagar imposto, como o imposto de Renda que é de ¬César da separação entre Igreja e César(Estado), este não pode cobrar imposto de Deus; não s mãos no gasofiláceo. Mas se o estado obriga a igreja, devemos pagar; pois nem sempre estamos no que seria de direito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Subvenção &lt;/strong&gt;é quando o Estado oferece e dá favores a Igreja; isto é, tira dos cofres de César (Estado) e dá à Igreja. A Igreja não pode interpretar como direito seu; a Igreja reúnem cidadãos do Reino do Céu; aceitando dinheiro de César está em colúio com os demandes profanos e ímpios dos seus governantes. O dinheiro de César é dele e o de Deus é de Deus. O dizimo e as ofertas não são nossas, mas de Deus e colocamos no gasofiláceo. Ainda a Igreja não pode interpretar tais favores como um retorno do imposto que nós damos a César. Nós precisamos entender que temos dupla cidadania e devemos separá-las qual como nossas concepções e como Cristo Jesus já limitou e os distinguiu um do outro. Se a Igreja aceita subvenção está tirando dinheiro de César! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Taxação&lt;/strong&gt; é um direito do estado e não se deve aceitar que ele pague nosso gasto de água ou luz, etc. O Estado presta um serviço e a igreja deve pagar pelo serviço não há nada de conúbio. Conúbio seria se igreja se submetesse a aceitar o favor de não pagar suas taxas de água, luz, telefone ou outras quaisquer. Conúbio com a injustiça porque todos pagam porque a Igreja não irá pagar. &lt;br /&gt;Já conhecemos prefeituras que pagam contas ou taxas das igrejas, já conhecemos pastores evangélicos recebendo dinheiro dos cofres de César por causa da força eleitoreira que sua igreja pode representar. Uma verdadeira prostituição com o rebanho de Deus. Pastores “vendem” eleitoreiramente o rebanho que não é dele, para políticos evidentemente interesseiros, na troca de empregos de assessoria, folhas de zinco, etc. Deus é sustentador de sua obra, por seus mordomos, e não pelos políticos. Quem se une ou faz aliança desse tipo, inevitavelmente poderá está unindo-se ao anticristo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Missão Batista do Caminho&lt;/strong&gt;, em 2002 o seu 2º. Simpósio Regional De Liderança da Agebam deu o seu parecer oficial aos líderes para todos os níveis sobre a conduta que os mesmos deveriam tomar diante da pressão eleitoreira:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se um político quiser dá uma oferta a qualquer um de nossos lideres, eles não deverão aceitar. Se for o caso, o político mesmo que seja irmão, deve separar o Tesouro nacional e o gasofiláceo. Ele deve tirar do seu salário e não como uma ‘ajudinha’ à comunidade local ou ao missionário. Se vier algum político oferecer dinheiro devemos recusar e orientá-lo a se dirigir em algum dia de culto, a  trazer oferta ao altar (gasofíláceo) - não fazer manchete - para que se cumpra o que o Senhor das igrejas determina: "...não revele a tua mão esquerda o que faz a tua direita " (cf Mt 6: 1-4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AUTOR:LINS,C.D.F.-Misão Batista do Caminho no Hiléia, 2008.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-4326994261710080955?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/4326994261710080955/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/08/separacao-entre-igrejas-e-o-estado-2a.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/4326994261710080955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/4326994261710080955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/08/separacao-entre-igrejas-e-o-estado-2a.html' title='Separação entre Igrejas e o Estado 2a. Parte'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TGXJe8XaXII/AAAAAAAAADY/hXT-kFXUpfA/s72-c/apostasia_politica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-2022239963091175154</id><published>2010-08-13T18:18:00.006-04:00</published><updated>2010-08-13T18:28:44.992-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Separação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PHD'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estado'/><title type='text'>A Separação entre Igrejas e Estado 1a. Parte</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TGXFngsbNmI/AAAAAAAAADQ/xjzstTFFXoI/s1600/pos_267108134509971.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TGXFngsbNmI/AAAAAAAAADQ/xjzstTFFXoI/s320/pos_267108134509971.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5505023402112136802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Igreja e o Estado cumprem, na sociedade humana, missões diferentes, não necessariamente antagônicas ou hostis, antes complementares e interdependentes. A Igreja precisa do Estado para sua configuração jurídica que toma possível o ordenamento das suas relações sociais enquanto instituição na Terra e o Estado precisa da igreja para sustentação do Idealismo moral da sociedade, para a definição dos princípios éticos que o tomam variável e para o estabelecimento da paz espiritual dos cidadãos, sem a qual não haverá paz social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus definiu os limites da convivência entre a Igreja e o Estado quando mandou "dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". A Igreja não pode substituir o poder temporal sem mundanizar o sagrado nem o Estado pode tomar o lugar de Deus sem corromper o espiritual. Não se deve dá à Igreja o que é de César, nem a César o que pertence ao sagrado. A César cabe receber os impostos que se alcance o bem comum. A Deus cabe, com exclusividade receber adoração. Os fariseus que interpelaram Jesus estavam dispostos a César o que de César, ainda que a contragosto, mas não estavam dispostos a dá a Deus o que é de Deus; o reconhecimento da sabedoria de Deus, revelado na aceitação do Filho de Deus como Messias e Salvador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Idade Média Augustinho teorizou a existência de duas espadas: a Temporal representada pelo Estado Celestial representada pela Igreja No seu modo de ver o idealismo cristão seria alcançado na Terra quando o Estado tornar-se cristão, ou seja, quando a paz na Terra estivesse sujeita a paz celestial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem sido uma característica marcante das igrejas batistas através da história, a defesa da liberdade do indivíduo. Liberdade de examinar as escrituras, liberdade de crer e adorar a Deus conforme os distames da sua consciência, liberdade universal de acesso a Deus sem intermediação humana. Como resultado desse principio basilar, os batistas defendem a separação entre Igreja e Estado. Reconhecem, como mandam as Escrituras, o papel do Estado. Colaboram com o Estado para melhorar a qualidade de vida da sociedade, oram pelos governantes, mas não abrem mão do principio de separação entre Igreja e Estado. Separação no caso, que não significa alienação, isolamento e menos ainda hostilidade, mas também não significa adulação, subserviência, ou dependência, quer no sentido ideológico, quer no sentido econômico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode haver e tem havido cristãos verdadeiros que ocupam relevantes cargos no estado, até mesmo reis e Imperadores, mas isso não faz um estado cristão. Sempre que governantes cristãos tentaram impor a fé cristã pela força da espada a fé cedeu ao medo, a liberdade de consciência foi subjugada pela tirania. No ano 312 o imperador romano Constantino, tentou usar a Igreja politicamente. Parecia que Roma capitulava diante da fé Cristã. Posteriormente, Julianus tentou destruir a Igreja para implantar uma religião cultural baseada no helenismo (Grécia). No final do século IV o imperador Teodósio tentou estabelecer um sistema de governo submissão à Fé cristã subsidiando o clero e tratando como crime contra o estado o sacrilégio. Em 380 Teodósio adotou o poder temporal confundida com a do poder eclesiástico. A religião cristã, imposta como obrigação sem conversão real a Cristo, resultou nas heresias que foram migrando das religiões pagãs para a igreja de Cristo, transformadas no dogma da transubstanciação, o sacerdócio humano, as superstições pagãs transformadas em artigos de fé, como o poder mágico das palavras, do sacerdote no batismo para apagar pecados e assim por diante, até que Deus levantou os reformadores para restaurarem a fé cristã na pureza dos seus termos bíblicos. No entanto, as igrejas protestantes com seus reformadores queriam reformar até à forma da época de Agostinho que defendia a união da Igreja com o estado político; diferentemente dos batistas que queriam a pureza e a libertação da igreja do domínio político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Aliança Batista Mundial em sua assembléia de 1960 no Rio de Janeiro publicou a seguinte declaração: "Recomendamos que os programas de obras sociais das Igrejas sejam planejados de forma que representem o amor e mordomia dos povos das Igrejas e que não sejam custeados pelo governo". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dr. Reinaldo Purim declara: "Em geral o que se entende pela separação entre Igreja e Estado, é que uma instituição não devem interferir nas funções da outra. O alvo tem sido 'UMA IGREJA LIVRE NUM ESTADO LIVRE ' ... 0 Estado só tem qualidade para cumprir a sua própria finalidade. e não a de outras instituições ou pessoas ... a função social da Igreja é espiritual e não administrativa... Em ultima analise esta separação, depende do indivíduo com personalidade ... distinguir entre as funções da Igreja. do Estado e as suas próprias " &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exemplo disso no Brasil império e mas ressente temos Portugal Salazariano e Espanha Franquista Lutero se libertou da Igreja Católica, mas muito ranço romanista nele ainda ficou, e um deles foi conúbio com o Estado, manifesto no seu famoso "cujos est régio, hujos est religio" Zwinglio (reformador suíço) descansou no braço do poder civil; João Knox, com a Bíblia na mão usufruiu dinheiro do Estado; Calvino usou o Governo civil para impor seus princípios religiosos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Confissão de fé Batista Inglesa de 1611 sustenta com firmeza e coragem: "Cremos que o Magistrado não pode imiscui-se em assuntos de consciência ou obrigar o homem a adotar uma forma de religião". Os batistas sempre combateram o casamento da Igreja com o Estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo 48 da Confissão Batista de 1644 diz: ''E uma vez que não podemos de encontro a nossa compreensão e consciência, assim não podemos deixar de fazer aquilo que a nossa compreensão e nossa consciência nos obriguem, devemos entregar os nossos corpos de maneira passiva ao seu poder como fizeram os santos da antigüidade " &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frederico Vitols cita J. M. Carroll que declara: "O estado do Texas ofereceu certa importância a universidade de Baylor. Os Batista, embora necessitados, declinaram da oferta. Uma outra escola¬ Metodista aceita o oferecimento. Mas tarde, a Escola Metodista tornou-se propriedade do governo e a Universidade de Baylor é hoje a maior universidade cios Batista Americanos”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Batistas sustentam este principio de separação desde muitos séculos, o que lhes tem custado muitas renuncias e até sangue. Não tem sido fácil impor ao mundo esta idéia, ela tem custado muito sacrifício e muita dedicação; tem exigido muita luta com o de fora e, o que é mais triste, com os de dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pr Calisthenes Lins - 2004&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-2022239963091175154?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/2022239963091175154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/08/separacao-entre-igrejas-e-estado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/2022239963091175154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/2022239963091175154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/08/separacao-entre-igrejas-e-estado.html' title='A Separação entre Igrejas e Estado 1a. Parte'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TGXFngsbNmI/AAAAAAAAADQ/xjzstTFFXoI/s72-c/pos_267108134509971.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-1391307941836728957</id><published>2010-08-13T18:16:00.002-04:00</published><updated>2010-08-13T18:17:10.633-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Clericalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PHD'/><title type='text'>Nicolaismo</title><content type='html'>O NICOLAISMO &lt;br /&gt;TEXTO BASE: APOCALIPSE 2.6 e 15&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;nikh = vitória (no sentido de dominar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;laos= ...o povo peculiar (de Israel ou Cristãos); gente, multidão;...do Século IV em diante, às vezes se refere ao leigo (conforme o grego moderno "laikos"= leigo, no sentido de povo comum)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, o nome Nikolaitwn (nicolaítas) composto destas duas palavras tem o sentido de "vitória sobre o povo" ou "os que dominam o povo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i. A ORIGEM&lt;br /&gt;Esta era uma heresia que se formava já no fim da era apostólica, com os falsos mestres deturpando a Pureza da Doutrina de Cristo e seus Apóstolos. A doutrina nicolaíta concebeu a idéia de uma casta especial e superior na Igreja, ou seja, o chamado Clero. Indo além, formou-se a idéia de uma hierarquia eclesiástica dentro deste mesmo clero. Há uma grande probabilidade, lógica e historicamente, de que estes nicolaítas, dos quais muito pouco se sabe, sejam os formadores do pensamento Católico Romano e, portanto, seus antecessores. Eles estavam, no final do séc. I, infiltrados nas igrejas de Cristo como podemos ver no texto base. Evidentemente, este desejo de exercer poder sobre o povo, disseminou entre muitos homens de liderança nas igrejas, movidos pelo instinto carnal de domínio, pela soberba e pela torpe ganância de posição e riquezas. Especialmente entre os pastores das grandes igrejas, nos grandes centros, com congregações numerosas, tornava-se uma tentação estabelecer uma ostentação de poder sobre o rebanho e outros pastores de rebanhos menores. Eis o porque de estabelecer-se o "centro da igreja" e o "trono do Papa", como o maioral e chefe máximo do Catolicismo em Roma. Sendo ela a capital e maior centro urbano de sua época, Roma permitia a que seus pastores nutrissem uma imagem de mais poderosos e importantes que os demais. É claro que, com o apoio de Constantino (no começo do séc. IV) definitivamente o Bispo de Roma conquistou esta supremacia. Não fora o Nicolaísmo, não existiria o erro de uma IGREJA UNIVERSAL, com sede em algum lugar. Nem mesmo a primeira Igreja, formada por Jesus pessoalmente, em Jerusalém, tinha autoridade sobre as demais. Veja em Atos 15, a postura da Igreja de Jerusalém com relação a Antioquia, como mãe que exorta a seu filho independente num momento de necessidade, mas não considera justo lhe impor nada. Observe-se, ainda, o próprio falar dos Apóstolos Pedro e Tiago (que estavam em Jerusalém e não em Roma), como não exercem eles domínio sobre a Igreja, mas servem como conselheiros junto a Ela e com o Espírito Santo (vv.23,25 e 28)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ii. O PROBLEMA HOJE (Nicolaismo x Cristianismo):&lt;br /&gt;Nicolaitas, não são portanto, como muitos pensaram, seguidores de um "tal Nicolau", nem do papai Noel (São Nicolau), mas os partidários da idéia de uma hierarquia dominante dentro da Igreja. Esta heresia tem influenciado o pensamento de muitos religiosos que pensam galgar degraus na escada da Fama, Fortuna e Força. Por isto, alguns pobres infelizes "querem ser pastores", sem a chamada Divina; pastores buscam popularidade e posição em organizações; trocam de igreja em busca simplesmente de uma MAIOR ou que pague mais, sem convicção da vontade de Deus; pastores disputam posições e até brigam por isto. Mas não deve ser assim nas Igrejas de Cristo! Em Marcos 10.42-44 podemos ver claramente o Seu ensino de que o Grande é o que serve e não o que manda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Erros como o de se pensar que só os Pastores podem realizar Batismo ou ministrar a Ceia, efetivamente não tem base bíblica e provém do pensamento nicolaita de que estes são uma categoria com poderes especiais. Se uma Igreja tem Pastor local, é evidente que, sendo este seu líder espiritual deverá exercer tais funções mas, caso a Igreja não o tenha, deve entender que a autoridade para estes serviços foi dada à Igreja e Ela pode escolher um irmão local que tenha boas condições espirituais e esteja assim apto a liderar a Igreja em tão solenes atos. É claro que ,se assim entender, a Igreja poderá também convidar o Pastor de uma Igreja irmã para lhe prestar estes serviços, embora não o seja absolutamente necessário. Jesus concedeu à Igreja esta autoridade e não ao pastor. Ele o faz, como servo (que é o verdadeiro significado da palavra MINISTRO) da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristo estabeleceu irmãos com condições diferenciadas na Igreja sim, mas isto foi feito apenas visando o melhor desenvolvimento dos crentes e organização da Igreja e não para estabelecer uma hierarquia dominante (Efésios 4.11-12 e I Corintios 12.12-31). Assim, era necessário que houvesse Apóstolos, pastores, mestres, pregadores e evangelistas, mas isto não é uma corrente hierárquica onde um manda no outro. Cada um deles tem autoridade, mas só aquela concedida, não pelo título que ostenta, mas pela igreja, de acordo com o que o Espírito Santo lhe concede pela Palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo Ministro de Deus deve ser respeitado por causa da sua função como líder e condutor espiritual da Igreja e como um irmão que seja um bom exemplo ao rebanho (Hebreus 13.7 e 17). Mas isto não o faz "dono da igreja" e todo pastor tem que tomar o cuidado de ser zeloso sem, no entanto, exercer domínio por força sobre o rebanho (I Pedro 5.1-4). Na Bíblia Vida Nova encontramos um bom estudo a respeito, no item 2.085 ! "Características dos verdadeiros ministros" do que destacaríamos: Humildade, abnegação, gentileza, dedicação e afeto para com o rebanho. A atitude de poder sobre a Igreja é Diabólica e Maligna e, portanto, precisa ser totalmente rechaçada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iii. OS CUIDADOS&lt;br /&gt;Sendo assim, nosso papel como Ministros de Deus, seja Missionário, Evangelista, Professor (mestre), Pregador, Diácono ou Pastor, é o de SERVIR e não permitir que a síndrome de Lúcifer se aposse de nós, fazendo com que presumamos de nós, mais do que realmente somos. Liderança é necessária para que haja organização, ordem, decência e, principalmente edificação, seja na Igreja ou em encontros de várias igrejas, jovens, e mesmo de pastores e obreiros. Mas nunca deve haver o pensamento de buscar o primado ou a superioridade entre os demais ( Lucas 22.26). Isto estraga a comunhão, prejudica o aprendizado e a edificação dos participantes. Não sejamos como Diótrefes, um exemplo bíblico de nicolaíta que, buscando o primado, tantos males causou (III João 9-10). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que em tudo tenha Cristo a primazia (Colossenses 1.18) e nós tenhamos nossos irmãos em consideração como superiores a nós mesmos (Filipenses 2.3)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Pr Waldir Ferro&lt;br /&gt;Igreja batista livre de Sud Mennucci&lt;br /&gt;Caixa Postal 9&lt;br /&gt;15.360-000 Sud Mennucci, São Paulo&lt;br /&gt;Fone: (018) 756-1328 &lt;br /&gt;Fonte: www.PalavraPrudente.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-1391307941836728957?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/1391307941836728957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/08/nicolaismo_13.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/1391307941836728957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/1391307941836728957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/08/nicolaismo_13.html' title='Nicolaismo'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-6753124653849594710</id><published>2010-07-31T12:44:00.000-04:00</published><updated>2010-07-31T12:44:11.569-04:00</updated><title type='text'>Presbiterianos Calvinistas: Batismo por Aspersão – Uma característica de nossa Identidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://presbiterianoscalvinistas.blogspot.com/2008/07/batismo-por-asperso-uma-caracterstica.html"&gt;Presbiterianos Calvinistas: Batismo por Aspersão – Uma característica de nossa Identidade&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-6753124653849594710?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://presbiterianoscalvinistas.blogspot.com/2008/07/batismo-por-asperso-uma-caracterstica.html' title='Presbiterianos Calvinistas: Batismo por Aspersão – Uma característica de nossa Identidade'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/6753124653849594710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/07/presbiterianos-calvinistas-batismo-por.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/6753124653849594710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/6753124653849594710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/07/presbiterianos-calvinistas-batismo-por.html' title='Presbiterianos Calvinistas: Batismo por Aspersão – Uma característica de nossa Identidade'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-2525558085121152298</id><published>2010-07-31T11:52:00.002-04:00</published><updated>2010-07-31T12:55:12.653-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Batismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aspersão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pagã'/><title type='text'>Aspersão - Iniciação Pagã, nunca Ordenança de Cristo</title><content type='html'>Um colega de profissão conversando em um aniversário de uma colega nossa, ventilou sua ida para nossa igreja batista pretendendo ser auxiliar ministerial, visto que hoje é um presbítero na Igreja presbiteriana que frequenta. Veja que nossa conversa foi progredindo...tive que lhe ser franco! Lhe disse que eu tería que batizá-lo. Fui surpreendido com seu rápido arranhão: "Que é isso, batismo não salva... isso é doutrina de homens...já fui batizado meu pastor impôs a mão sobre mim" - retruquei lhe que realmente batismo não salva, mas Cristo ordenou que assim fizéssemos; Ele tem toda autoridade para assim ordenar!!!-(cf Mt 28.18-20). Bem, depois fiquei pensando só comigo... doutrina de homem é fazer batismo que Cristo não mandou; doutrina de homem foi essa copiação pagã da aspersão. Bem somos fraternos, mas a verdade nunca foi e nunca será fraterna com a mentira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-2525558085121152298?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/2525558085121152298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/07/aspersao-iniciacao-paga-nunca-ordenanca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/2525558085121152298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/2525558085121152298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/07/aspersao-iniciacao-paga-nunca-ordenanca.html' title='Aspersão - Iniciação Pagã, nunca Ordenança de Cristo'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-7309737157274431072</id><published>2010-07-31T10:46:00.001-04:00</published><updated>2011-10-01T13:12:19.118-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Batismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pacto'/><title type='text'>A Importância do Pacto nas igrejas batistas hoje</title><content type='html'>Eu creio firmemente na necessidade de um pacto formal nas igrejas batistas atuais. O compromisso com a igreja local aderente tem sido cada vez mais enfraquecido. &lt;br /&gt;O batismo é nossa celebração da comunhão com o corpo de Cristo e união com sua igreja visível. &lt;br /&gt;Para muitos pregadores e mestres da palavra o batismo tem sido colocado como uma simples ordenança obrigatória. Porém, o batismo Cristão é um sinal da formalização de nosso compromisso com o Senhorio De Cristo; identificação com seu sofrimento, morte, sepultura e ressurreição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pacto soleniza a aliança que o crente professa pelo batismo. O pacto deve ser lido e repetido por todos, para que lembrem de sua postura diante de Deus e de todos, inclusive aos de fora da comunhão da igreja. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os crentes estão saindo das igrejas sem respeitar, muita das vezes, o comprometimento formalizado com o corpo de Cristo local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As igrejas locais estão catoliquizando-se e a católica batistizando-se ???!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-7309737157274431072?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/7309737157274431072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/07/importancia-do-pacto-nas-igrejas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/7309737157274431072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/7309737157274431072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/07/importancia-do-pacto-nas-igrejas.html' title='A Importância do Pacto nas igrejas batistas hoje'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-5064719529101297145</id><published>2010-07-13T15:32:00.000-04:00</published><updated>2010-07-13T15:39:32.861-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Batista'/><title type='text'>Datas Importantes - 5</title><content type='html'>&lt;b&gt;A ERA MODERNA &lt;br /&gt;Séculos XVII a XX&lt;br /&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. O tempo de expansão ocidental e liberdade religiosa. &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A. No começo do século XVII o termo "Anabatista" foi abreviado por causa dos abusos de alguns que usaram este nome. Muitos anabatistas eram hereges. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Tolerância religiosa aumentou na terra nova, e emergiu uma vontade nacional de ter liberdade de consciência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Os protestantes quiseram oficializar suas igrejas estatais na América do Norte, mas não foram felizes nesta tentativa. &lt;br /&gt;2. A liberdade que as colônias ganharam da Inglaterra pela revolução trouxe vontade de formar uma nova nação com liberdade religiosa, mas só com muitas lutas. Foram formados os Estados Unidos. Foi adotada a constituição com suas emendas de garantia de liberdade. &lt;br /&gt;3. Antes, e até algum tempo depois da revolução, havia igrejas oficiais em cada colônia. Mas finalmente a perseguição acabou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C. Os batistas que sobreviveram séculos de oposição e perseguição acharam um solo fértil para plantar sua fé em muitos lugares naquela terra nova. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. Dois tipos de batistas ingleses foram à América. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A. Batistas Regulares ou Particulares. &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;1. Não tem nada a ver com o nome de Batistas Regulares no dia de hoje. &lt;br /&gt;2. Creram na redenção particular e não universal. Eram calvinistas. &lt;br /&gt;3. Em 1638 d.C. em Newport, Rhode Island, foi organizada a primeira Igreja Batista Americana pelo pastor John Clark. &lt;br /&gt;4. Em Julho de 1707 d.C. cinco igrejas organizaram a primeira Associação Batista na América na cidade de Filadélfia, Pennsylvania. &lt;br /&gt;5. Praticaram missões. Creram na expansão da obra na terra nova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;B. Batistas Separados ou Gerais. &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;1. Creram que Jesus morreu por todos. Sua morte é suficiente para todos mas eficiente só para os eleitos, isto é, os regenerados. &lt;br /&gt;2. Eles eram descendentes também dos Valdenses e Lolardos. &lt;br /&gt;3. Não eram protestantes, mas batistas. &lt;br /&gt;4. Também não eram contra as missões. Chegaram mais tarde que os Particulares mas trabalharam muito organizando igrejas pioneiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3. Em 1787 d.C. A união dos dois grupos.&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Foram chamados Batistas Unidos. &lt;br /&gt;A. A união não foi orgânica. Concordaram em reconhecer um a outro, e deixaram suas diferenças sobre calvinismo. Isto ajudou a expansão missionária das igrejas. Não era necessário levar as suas diferenças da Inglaterra à América. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A ERA DA ORGANIZAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;1. A expansão rápida do trabalho na terra pioneira. &lt;br /&gt;A. Muitas Associações regionais organizadas. &lt;br /&gt;Em 1800 existia mais ou menos 48 delas, mas só "no século XIX os Batistas começaram a cooperar em organizações nacionais, formadas para fins específicos como, por exemplo, trabalho missionário." (Enciclopédia Britânica CD, 1997). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Lembremos de novo que muitas igrejas não fizeram parte de nenhuma associação, ou simplesmente concordava com sua confissão de fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;B. Que diferença há entre uma Associação e uma Convenção? &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;1. Jesus e os apóstolos não organizaram nem uma, nem outra. &lt;br /&gt;2. A Associação é um grupo de igrejas da mesma fé e ordem que confraternizam através das suas reuniões feitas de mensageiros (delegados). Na teoria não exerce autoridade sobre a igreja. Na prática sempre existe este perigo. &lt;br /&gt;3. A Convenção é uma organização feita de contribuintes, sejam indivíduos ou organizações, que visa tirar, ajuntar e distribuir o dinheiro de todas as igrejas Batistas na sua área, ou estadual ou nacional. Ela forma juntas de vários tipos para este fim. Queira admitir ou não, a totalidade das igrejas que são membros se formam numa denominação autoritária. As igrejas perdem muita soberania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. O movimento missionário moderno.&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;A. Em 1792 d.C. foi organizada a Sociedade Missionária Batista Particular em Kettering, Inglaterra. &lt;br /&gt;1. Esta foi a primeira convenção organizada no meio dos batistas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Não se consistia de igrejas, mas sim, indivíduos contribuintes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Até esta data, as igrejas foram multiplicadas por missionários mandados pelas suas respectivas igrejas. Não eram profissionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Foi organizada para sustentar William Carey na Índia. Foi ele que depois batizou os missionários Congregacionalistas Adoniram Judson e Luther Rice que foram dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. No dia 18 de maio de 1814 foi organizada a primeira convenção batista na América, na cidade de Filadélfia, Pennsylvania. (Christian, op..cit. II, p. 393). &lt;br /&gt;Foi um xerox da Sociedade Missionária dos Congregacionalistas. Luther Rice introduziu este sistema para arranjar dinheiro para seu colega Judson que deixara na Índia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Foi absolutamente desnecessário organiza-la. Havia 2.000 igrejas batistas nos Estados Unidos na época. Podia praticar missões diretas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. O motivo ou objetivo: "eduzir (extrair), ajuntar e dirigir os recursos da denominação batista inteira." Traduzindo, é o controle das igrejas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Esta Convenção fazia reuniões cada três anos. Seu nome: "General Missionary Convention of the Baptist Denomination in the United States," mas o povo chamou-a "A Convenção Triênio."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;C. Houve muita oposição à formação da Convenção. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;1. Muitas igrejas eram simplesmente Batistas. Eram independentes. Não quiseram fazer parte de organizações Jesus não autorizou. 2. O trabalho nosso no Brasil é descendente destas igrejas. Não somos contra missões mas não há necessidade de formar organizações maiores que a igreja local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;D. Em 1830 (aproximadamente) surgiu um movimento anti-missionário. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Houve reação exagerada na parte de muitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Os ultra-calvinistas, especialmente, rejeitaram as juntas das missões. mas também começaram uma campanha contra escola dominical, música instrumental na igreja, educação do ministro, etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Muitas destas igrejas são chamadas "primitivas" ou "escola velha." Alguns irmãos (sem piedade) as chamam de "cascaduras." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Deste movimento anti-missionário surgiu também os Campbelitas que se chamam "A Igreja de Cristo." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Alguns lideres do movimento foram: Samuel Trott, Joshua Lawrence, John Taylor, Daniel Parker, Beebe, e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E. Em 1845 Foi organizada em Augusta, Georgia, a Convenção Batista do Sul. &lt;br /&gt;1. Depois houve discordância entre o norte e o sul sobre a escravidão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F. Em 1905 A organização da Associação Geral dos Batistas por alguns que saíram da Convenção do Sul por causa do seu governo centralizado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;G. Em 1907 foi organizada a Convenção Batista do Norte que mudou seu nome para Convenção Batista Americana em 1950. Seu nome atual é Igrejas Batistas Americanas nos Estados Unidos, desde 1973. É liberal, mais protestante que batista, faz parte do Concílio Nacional das Igrejas e o Concílio Mundial das Igrejas de Cristo, umas organizações ecumênicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;H. Em 1924 A Associação Geral dos Batistas reuniu na cidade de Texarkana, Arkansas-Texas (minha cidade) para ser reorganizada. Adotou o nome de Associação Batista Americana (ABA). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Creram que nas convenções a igreja local perde sua autonomia. &lt;br /&gt;2. Creram que a comissão foi dada à igreja, e não à convenção. &lt;br /&gt;3. Eram "Landmarkers" ou irmãos que queriam voltar para a Bíblia como a nossa autoridade espiritual em tudo. É contra o batismo alheio e confraternização com protestantes, etc. &lt;br /&gt;4. Os líderes originais disseram que praticariam "missões diretas," mas nos últimos anos, como TODAS as organizações extra-bíblicas, tem uma comissão para dizer quem é, e quem não é missionário, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. Em 1950 Houve uma divisão na Associação Batista Americana em Lakeland, Flórida causada por diferenças de liderança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Havia diferenças sobre quem podia representar a igreja como seu mensageiro. &lt;br /&gt;2. O novo grupo formou a NABA (North American Baptist Association). Depois mudou o nome para BMAA (Associação Missionária Batista da America). Ela mandou alguns missionários ao Brasil na época, aproveitando alguns elementos que saíram da Convenção Batista Brasileira. &lt;br /&gt;3. Simplesmente é mais uma organização desnecessária para obedecer a comissão de Cristo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Em 1928 "World Fundamental Baptist Missionary Fellowship" foi fundada pelo redator do jornal "The Baptist Standard" de Texas e pastor da Primeira Igreja Batista de Fort Worth, Texas, J. Frank Norris. O nome atual é World Baptist Fellowship. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Feita de igrejas cansadas do modernismo na Convenção Sulista. &lt;br /&gt;2. Norris era bom pregador, mas tipo "ditador." A própria igreja dele não decidia muita coisa. &lt;br /&gt;3. Foi fundada nesta época o "movimento fundamentalista." &lt;br /&gt;4. Qualquer organização maior que a igreja local tira a autonomia dela. &lt;br /&gt;5. A palavra "Fellowship" significa Confraternização. É uma convenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;K. Em 1932 Organizada a GARB ou Associação das Igrejas Batistas Regulares, em Illinois, com 22 igrejas representadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Saíram da Convenção do Norte por causa do modernismo e excessiva autoridade sobre as igrejas. É o mal de TODAS as Convenções. &lt;br /&gt;2. Os Batistas Regulares do Brasil tem sua origem na GARB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L. Em maio de 1950 foi organizada a BBFI, ou "Baptist Bible Fellowship International" por causa das brigas internas da World Baptist Fellowship e o domínio do Pr. Norris em praticamente tudo. &lt;br /&gt;1. Esta organização, como as demais, declara que as igrejas que cooperam com ela são independentes. É verdade se o pastor e a igreja não contrariar os líderes da organização. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. A maioria deles ensinam a teoria das "duas igrejas," a local e visível e também a invisível feita de todos os crentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. São fracos quanto a questão de receber membros de outras denominações. Alguns recebem batismo alheio .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Sola Scriputa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-5064719529101297145?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/5064719529101297145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/07/datas-importantes-5.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/5064719529101297145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/5064719529101297145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/07/datas-importantes-5.html' title='Datas Importantes - 5'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-5425868586892944424</id><published>2010-07-12T15:27:00.001-04:00</published><updated>2010-07-12T15:32:54.911-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastor; heresias; modernidades'/><title type='text'>Oficio de Pastor@</title><content type='html'>&lt;b&gt;Mulher pastora,&lt;br /&gt;Filha legítima do triângulo amoroso entre Liberalismo teológico, feminismo e filosofia unissex&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Desfazendo falácias&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;- Aqueles argumentos inverídicos que apresentam os que vêem na ordenação de mulheres um sério desvio da sã doutrina como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.    "São machistas" - terminologia indevida inventada pelos anti-bíblicos movimentos feminista e unissex para representar homens que fazem violência às mulheres, porém, o nome é impróprio, pois, machismo, significa algo próprio dos machos ou  relativo aos seres humanos do sexo masculino, e nisso não há nada de errado. Homens de mau caráter devem ser chamados de cruéis e injustos e não de machistas. Por conta desta distorção conceptual, muitos homem estão se efeminando, como medo até de serem identificados com as coisas próprias dos machos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.   Não permitem a mulher ser pastora, por acreditarem que a mulher é inferior ao homem. Esta é uma acusação injusta e sem nenhum fundo de verdade. O pastorado é uma vocação e ao mesmo tempo um ofício que deve ser e é claramente  distinguindo na Bíblia da questão do valor real do ser humano, seja ele homem ou mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não fazer distinção entre posição e personalidade é cometer um terrível equívoco. Por exemplo, Cristo, Deus Filho se submete ao Pai e essa subordinação não implica em inferiorização ou desvalor. Ainda, um homem que tem a posição de pastor não é necessariamente  melhor ou de maior valor como pessoa do que outro homem ou mulher que não tenham o ofício pastoral. A Bíblia esclarece : ".. não pode haver... homem ou mulher...em  Cristo Jesus", "[ambos] ...herdeiros da mesma graça de Vida..." (Gl 3:28; I Pe 3:7). De modo que "em Cristo" o valor pessoal de alguém não depende do ofício, posição ou vocação que exerce. Mulher que se sente rebaixada como pessoa porque "não lhe permitem" ser pastora, tem um complexo de inferioridade descabido e antibíblico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Desfazendo equívocos&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;1.    Que na doutrina do sacerdócio de todos os crentes está contido o direito de qualquer crente, seja homem ou mulher exercerem o pastorado. O que está biblicamente contido na doutrina do sacerdócio do verdadeiro crente é o direito dele entrar e sair da presença de Deus, sem a necessidade de intermediários humanos.   Porém, daí deduzir que qualquer crente pode receber o chamado para ser pastor, inclusive mulher é ir além do que a Bíblia ensina e permite.  [a palavra mulher aqui é frisada não com discriminação, como se a clara restrição Bíblica ao pastorado feminino a fizesse inferior ao homem, mas porque Deus tem um outro plano para o ministério das mulheres, isto visto, na Bíblia nas claras omissões de Deus convocar mulheres para liderança sobre os homens, e das inequívocas restrições que faz a possibilidade de uma mulher ser pastora, não só em não mencionar um só caso se quer de mulher pastora, como através de mandamentos explícitos, tais, como, "não permito que a mulher ensine nem que exerça autoridade de Homem" - I Tm 2:11-14] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A maneira como Deus organizou a cadeia de liderança entre anjos e homens não é baseada no valor pessoal intrínseco de nenhum dos contemplados com esta ou aquela vocação, nem no privilégio sacerdotal do advento da nova aliança, de se poder entrar na sua presença em livre intercessão, ou seja, Deus decidiu soberanamente e por pura graça quem seriam querubim e quem seria apenas anjo, quem seria o cabeça do lar e quem se submeteria ao cabeça deste lar, quem lideraria a igreja e quem se submeteria (I Co 11:3-9; 14:34-35). De modo, que o fator liderança-submissão e escolha de um dos sexos para vocações específicas, do ponto de vista Divino em nada depende do valor pessoal intrínseco e nada tem a ver diretamente com o sacerdócio do crente sob  a nova aliança, mas dependente do escolher soberano de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Resumindo, um dos requisitos para ser pastor é fazer parte do sacerdócio real [ser crente], todavia, não basta isto, o candidato deve estar na categoria que Deus escolheu para o pastorado ou liderança da sua igreja na terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.    Que, embora a Bíblia não diga nada diretamente a favor do pastorado feminino, também não diz nada contra.&lt;br /&gt;-  As "feministas cristãs", que lutam pelo  pastorado, acham que têm esse direito, baseadas neste argumento do silêncio , ou seja,. Adotar este argumento é agir de modo preconceituoso  e arbitrário, rejeitando por interesses pessoais antibíblicos  outro argumento que embora também seja baseado também no silêncio, é muitíssimo mais forte que o anterior. É muito indicativo de que o pastorado feminino não é o plano de Deus para as mulheres, o fato de que a   Bíblia não registra nenhum caso de mulher em função de liderança eclesiástica sobre homens, tais como, matriarcas das 12 tribos de Israel [Jacó tinha uma filha e doze filhos, Deus escolheu somente os doze filhos, e se isso é machismo, e as feministas o vêem como uma injustiça, terão de explicar esta deficiência de Deus ], apostolas [Cristo tinha muitas discípulas entre as mulheres tão fiéis e valorosas quanto, e digo até mais que, os discípulos homens, porém, Ele escolheu apenas homens para serem os lideres da novel igreja cristã, e o motivo não foi questões culturais, pois Ele quebrou muitas e mais sérias questões culturais e religiosas de sua época ] e  pastoras [Paulo tinha mulheres de valor igual ou muito maior do que os homens que trabalhavam com ele, todavia, não vemos nem Paulo, nenhum outro apostolo, igreja do Novo Testamento, ou mesmo por ação direta do Espírito Santo falando a igreja como no caso de Paulo e Barnabé, estabelecendo ou mesmo reconhecendo mulheres na função pastoral]. Muito pelo contrário, vemos que todas as instruções para o pastorado são dirigidas a homens, por exemplo: que o bispo [e não bispa ou pastora] deve ser "esposo de uma só mulher", "que governe bem a sua própria casa", que em caso de problemas "chame os presbíteros da igreja" etc." (I Tm 32,4; Tg 5:14).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Percebe-se, por está breve introdução, que mulher no pastorado não é uma questão cultural ou de discriminação "machista", mas é algo que claramente fere a sã doutrina, e a vontade de Deus revelada na Bíblia.&lt;br /&gt;- Deve-se perguntar então: porque, há um movimento de força crescente em prol da ordenação  de mulheres ao pastorado? Darei a seguir um,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Breve histórico &lt;br /&gt;das raízes deste desvio&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;- O Liberalismo teológico [de meados do século 19 representa o esforço de se adaptar a Bíblia aos movimentos culturais seculares, por isso, rejeitou um leitura literal da Bíblia e adotou como hermenêutica, a interpretação alegórica da Bíblia], deu a metodologia ideal para se torcer textos literais da Bíblia, com a desculpa de contextualização cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A Filosofia Unissex [que procura deliberadamente acabar com as naturais distinções entre os sexos e promover um moralidade permissiva e antibíblica] tem exercido pressão e levado muitos a trocar conceitos bíblicos por conveniências culturais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Movimento Feminista [que teve seu berço no meio evangélico em 1848 com a convenção de mulheres na capela da igreja Wesleiana Metodista em Seneca  Falls, New York, nos EUA.] tem feito uma releitura dos textos bíblicos que falam dos papeis das mulheres e dos homens na igreja, a partir de uma hermenêutica alegórica e de uma perspectiva cultural acomodada ao humanismo que despreza o aspecto literal do texto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pr. José Laérton&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Sola Scriptura&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-5425868586892944424?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/5425868586892944424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/07/oficio-de-pastora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/5425868586892944424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/5425868586892944424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/07/oficio-de-pastora.html' title='Oficio de Pastor@'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-5980383509155905949</id><published>2010-06-30T16:45:00.000-04:00</published><updated>2010-07-01T11:21:59.122-04:00</updated><title type='text'>Datas Importantes-4</title><content type='html'>&lt;b&gt;OS SÉCULOS XVI E XVII d.C.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;1. A época de renascença e reforma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A. 1453 d.C. Fim da guerra dos cem anos entre França e Inglaterra. Também os turcos tomaram Constantinopla. &lt;br /&gt;B. 1497-1499 d.C. Vasco de Gama navegou para Índia. &lt;br /&gt;C. 1500 d.C. Descoberta do Brasil. &lt;br /&gt;D. 1509 d.C. Reino de Henrique VIII em Inglaterra. &lt;br /&gt;E. 1517 d.C. Martinho Lutero publica suas 95 Teses em Wittenburg. &lt;br /&gt;F. 1519 d.C. Zwingli e a reforma suíça. &lt;br /&gt;G. 1532 d.C. Henrique VIII separa a Igreja Anglicana do controle romana. &lt;br /&gt;H. 1620 d.C. Os "peregrinos" foram para o mundo novo no Mayflower. &lt;br /&gt;I. 1638 d.C. A primeira igreja Batista na América do norte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. As igrejas verdadeiras neste período. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A. Anabatistas. Re-batizadores. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;1. Desde os novacianos, quem batizava "de novo" era um anabatista. Os anabatistas rejeitaram batismo infantil, ou a pessoas não crentes. &lt;br /&gt;2. É verdade que no tempo da reforma protestante, todos que rejeitaram as igrejas estatais ou oficiais foram chamados anabatistas, e no meio deles tinham igrejas falsas e radicais. É como no dia de hoje; o apelido evangélico inclui igrejas diferentes como pentecostais, carismáticos, etc. &lt;br /&gt;3. Havia pseudo-anabatistas como Tomás Munzer que liderou uma revolta política, mas nunca foi batista,morreu como luterano. &lt;br /&gt;4. As doutrinas dos anabatistas eram batistas. &lt;br /&gt;5. Os anabatistas do tempo da reforma eram descendentes dos Valdenses, novacianos, albigenses, irmãos boêmios, etc. &lt;br /&gt;6. John Lawrence von Mosheim, o "Pai da História Eclesiástica Moderna," era Luterano. Ele escreveu sobre os anabatistas: "A origem dos Anabatistas é perdida nas profundezas remotas de antigüidade antes da ascendência de Lutero ou Calvino, jaziam escondidas em quase todos os países da Europa, pessoas que tenazmente aderiram aos princípios dos Batistas holandeses modernos." (Mosheim, Institutes of Ecclesiastical History, II, pp. 119-120).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;B. Batistas ingleses.&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;1. Há alguns historiadores que querem provar que batistas são fruto da reforma protestante, dizem que começamos com o movimento Brownista ou Separatista (Congregacionalistas, 1582-1584) ou com John Smyth (1609). Estão errados. 2. Já havia igrejas primitivas em Inglaterra com as nossas doutrinas, antes da chegada do catolicismo e muito antes da formação da igreja Anglicana de onde os separatistas e congregacionalistas saíram. &lt;br /&gt;3. Jonathan Edwards escreveu: "Deus teve prazer em manter uma sucessão ininterrupta de muitas testemunhas durante o tempo todo em Alemanha, França e Bretanha..." (Edwards, Works, I, p. 596). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Muitos crentes do continente procuraram refúgio em Inglaterra nos tempos medievais. O arcebispo de Canterbury chamado Lanfranc, (1005-1089), reclamou contra estes, dizendo que "os Valdenses (vieram) ...à Inglaterra para propagar o evangelho...e foram achados em Herefordshire e South Wales." (Benedict, History of Baptists, pp. 302-303). &lt;br /&gt;5. Depois da chegada do missionário católico, Austin, os batistas já existentes foram divididos em dois grupos: os velhos e os novos. Muitos dos velhos, por causa da perseguição, ficaram nas montanhas de Gales. Sua história é muito empolgante, especialmente os irmãos de Olchon. Muitos pastores desta região foram para América. &lt;br /&gt;6. Além dos irmãos que vieram do continente, e estes batistas velhos, havia outros descendentes dos Lolardos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7. As igrejas batistas foram divididas entre dois tipos, teologicamente:&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;a. Tipo calvinista. Havia possível influência dos Puritanos e outros protestantes, inclusive os Quaker, que separaram da Igreja Episcopal Anglicana. &lt;br /&gt;b. Tipo geral. Creram que Jesus morreu para todos. Rejeitaram alguns pontos do calvinismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Sola Scriptura&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-5980383509155905949?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/5980383509155905949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/06/datas-importantes-4.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/5980383509155905949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/5980383509155905949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/06/datas-importantes-4.html' title='Datas Importantes-4'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-8812198620217103424</id><published>2010-06-26T10:59:00.000-04:00</published><updated>2010-06-26T11:03:09.486-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historia; Anabatistas'/><title type='text'>Datas Importantes - 3</title><content type='html'>A Idade Média, de 476 a 1453 d.C.&lt;br /&gt;1. Grandes mudanças no cristianismo e a civilização ocidental. &lt;br /&gt;A. 330 d.C. a capital do Império Romano foi transferida para o Leste, isto é, Constantinopla. &lt;br /&gt;B. 476 d.C. Roma caiu, e o poder eclesiástico manteve controle sobre o Oeste no meio do isolacionismo feudal. Era o único poder unificador. O Papa assumiu o poder e glória do império, abrindo alas para outros erros, e culminando no "Santo Império Romano." &lt;br /&gt;1. O Papa coroou reis. &lt;br /&gt;2. Iniciou as "Santa Cruzadas" e fez guerra para impor suas leis. &lt;br /&gt;3. Instituiu o sistema universitário para controlar o pensamento e liderança do povo, trazendo a Renascença com seu Humanismo e Escolástica, cheia de filosofia e lógica grega .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C. 493 d.C. Os Ostrogodos conquistaram a Itália; em 527-565, o reino de Justiniano I que livrou Itália dos Ostrogodos e restaurou o poder ao Papa. D. 570 d.C. Nascimento de Maomé; em 632 d.C., sua morte. &lt;br /&gt;E. 668 d.C. Perseguição dos Paulacianos (Paulicianos). Eram anabatistas. &lt;br /&gt;F. 711 d.C. Muçulmanos invadem a Espanha. Em 732 d.C. foram vencidos em Tours, França. &lt;br /&gt;G. 800 d.C., Carlos Magno coroado Rei do Santo Império Romano. &lt;br /&gt;H. 1096 d.C. A primeira cruzada; Em 1099 d.C., Jerusalém conquistada. &lt;br /&gt;I. 1271-1295 d.C. As viagens de Marco Polo. &lt;br /&gt;J. 1309-1377 d.C. O trono papal levado à Avignon, França. &lt;br /&gt;K. 1378-1417 d.C. A cisão papal, com dois Papas rivais ao mesmo tempo. &lt;br /&gt;L. 1453 d.C. Constantinopla cai nas mãos do Império Otomano (Turco). &lt;br /&gt;2. As igrejas verdadeiras neste tempo são: &lt;br /&gt;A. Além dos grupos já mencionados vieram à tona outros, como: &lt;br /&gt;B. Paulicianos. Séculos VII a XVI. Este grupo merece atenção especial. Era a corrente principal dos crentes verdadeiros antes do século VII na região das montanhas "Taurus" em Turquia ou Ásia Menor. &lt;br /&gt;1. Foram perseguidos, e levaram sua fé a muitas outras terras. &lt;br /&gt;2. Havia alguns contatos com os montanistas e novacianos mais cedo. &lt;br /&gt;3. Em 752 d.C., Foram transportados pelo Imperador Constantino V ao lugar chamado hoje de Bulgária e Iugoslávia. &lt;br /&gt;4. No ano 842 d.C., A Imperatriz Grega, Teodora, matou mais de 100.000 de paulicianos! &lt;br /&gt;5. Em 970 d.C., O Imperador João Tzimiske deu-lhes liberdade e eles estabeleceram o estado livre de Teprice em Armênia e deu liberdade religiosa a todos os cidadãos que durou 150 anos. Durante este tempo estes crentes levaram o evangelho a toda parte da Europa oriental! &lt;br /&gt;6. Foram forçados depois a fugir para Síria e Palestina onde foram conhecidos como "Sabians" ou Batistas! &lt;br /&gt;7. No ano 1145 d.C. O rei Henrique II queimou alguns Paulicianos em Inglaterra. (B. Evans, Early English Baptists, I, pp. 10-12). &lt;br /&gt;8. Na conquista latina de Constantinopla em 1204, foram mencionados. &lt;br /&gt;9. Uma colônia de Paulicianos se acharam em Armênia Russa em 1828! &lt;br /&gt;10. Um documento antigo, chamado "Chave da Verdade," foi descoberto em Armênia por F. C. Coneybeare e publicado em 1898 e mostra as doutrinas dos Paulicianos. Eles creram nas doutrinas seguintes: &lt;br /&gt;a. Igualdade de pastores. Falta de hierarquia. &lt;br /&gt;b. Rejeitaram batismo infantil. &lt;br /&gt;c. Batizaram todos os membros que vieram de outras igrejas. &lt;br /&gt;d. Ceia restrita. &lt;br /&gt;e. Membros tinham que ser regenerados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C. Vaudois, Navarri, Valdes, Valenses, Valdecí. Séculos V a XVI. &lt;br /&gt;1. Vaudois é francês; Valdes, Valenses, e Valdecí italiano; Navarri espanhol. Significa "povo dos vales." 2. Eles eram Valdenses. A constante perseguição pelos governos de Roma e Constantinopla fez com que os vários grupos de crentes verdadeiros fugissem para as montanhas, principalmente dos Alpes. (Por exemplo os piemontês). &lt;br /&gt;3. Não tem sua origem em Peter Waldo, mas ele recebeu este nome deles. &lt;br /&gt;4. Valdenses é o nome genérico, como o nome batista de hoje. Os Valdenses foram divididos em dois tipos: os radicais e os moderados. Também tinha os antigos e os modernos que deixaram a Bíblia e se transformaram em protestantes. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. Albigenses. Até o século XVI. No sul de França desde o começo, mas usando outros nomes. Tinham relações com os Paulicianos. E. Bogomilos. (Amigos de Deus). Séculos IX-XVI. &lt;br /&gt;1. São Paulicianos que migraram para a Bulgária e Bosnia por causa da perseguição. &lt;br /&gt;2. Espalharam a Palavra no oeste da Europa e sua influência estendia do Mar Atlântico até o Mar Negro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F. Paterinos. Séculos IX a XIII. Na Itália, especialmente em Milão e Turino. G. Petrobrussianos. No ano 1110 d.C. existiam. &lt;br /&gt;H. Henricianos. No ano 1135 d.C. existiam. &lt;br /&gt;I. Arnaldistas. No ano 1140 d.C. existiam. &lt;br /&gt;J. Irmãos Boêmios. &lt;br /&gt;1. Boêmia, hoje conhecida como Tchecho-eslováquia, fica na Europa leste - central . O cristianismo entrou no tempo de Paulo. Nos anos 711 a 732 d.C. alguns Vaudois fugiram da perseguição na Espanha e França e ficaram nesta região também. &lt;br /&gt;2. Os Bogomilos ou Paulicianos vieram no tempo de Teodoro em 842.d.C. e depois saíram para outros lugares no meio dos Valdenses. &lt;br /&gt;3. Dos séculos XI a XV, os Irmãos Boêmios mantiveram contato e comunhão espiritual com outros grupos, especialmente os Valdenses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;K. "Lolardos." Séculos XIV-XV. &lt;br /&gt;1. Valter Lollard, um "Barb" ou pastor de Valdenses em Holanda, foi à Inglaterra no tempo do Rei Eduardo III, e evangelizou muitos. Um historiador disse: "Mais do que a metade do povo de Inglaterra, em poucos anos, foram lolardos," (Knighton, col. 2662). (Veja outros historiadores ingleses como Walsingham, Historia Anglica, VIII. 213; e Collier, Ecclesiastical History of Great Brittain, III, 213). 2. Suas doutrinas são batistas. &lt;br /&gt;3. Lollard foi queimado em 1320 d.C. Isto aconteceu duzentos anos na Inglaterra, ANTES da reforma protestante. &lt;br /&gt;4. Muitos dos seus discípulos tomaram o nome de Wiclifitas (John Wycliffe, 1319-1384). Não há documento que prova que Wycliffe era batista, mas alguns historiadores crêem que fosse. Era um teólogo influenciado muito pelos Lolardos. &lt;br /&gt;5. Eles prepararam o terreno para a expansão de batistas em Inglaterra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: SOLA SCRIPTURA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-8812198620217103424?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/8812198620217103424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/06/datas-importantes-3.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/8812198620217103424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/8812198620217103424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/06/datas-importantes-3.html' title='Datas Importantes - 3'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-3357321745015131560</id><published>2010-06-21T12:00:00.000-04:00</published><updated>2010-06-21T16:14:42.651-04:00</updated><title type='text'>Datas Importantes 2</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TB_IHmW8g-I/AAAAAAAAABg/OP_-Y_khqAo/s1600/1Luz.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 236px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TB_IHmW8g-I/AAAAAAAAABg/OP_-Y_khqAo/s320/1Luz.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5485322904041980898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Do Segundo ao Quarto Século d.C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. 203 d.C. Surgiu Origenes que mudou a maneira de interpretar a Bíblia. &lt;br /&gt;2. 249 d.C. O Imperador Décio veio ao trono romano e exigiu que todos, sem exceção, abraçasse a religião pagã ou morresse. Muitos falsos crentes deixaram as igrejas. Quando voltaram depois da perseguição e quiseram ser membros, houve divisão no meio dos cristãos se deveriam recebe-los de volta ou não. &lt;br /&gt;3. 251 - 256 d.C. A origem dos novacianos. Separaram-se das igrejas que depois foram reconhecidas pelo governo. &lt;br /&gt;4. 312 d.C. A separação dos irmãos no norte da África da igrejas que depois vieram a ser a Igreja Católica Romana. Estes irmãos receberam o nome de um líder chamado Donato, um pastor de destaque na época. Eram iguais aos novacianos e duraram muitos séculos. &lt;br /&gt;5. 312 d.C. O Édito de Milão, reconhecendo o cristianismo como religião. &lt;br /&gt;6. Durante este tempo, três doutrinas falsas desenvolveram-se. &lt;br /&gt;A. Formação de hierarquia. &lt;br /&gt;1. Alguns bispos (pastores) começaram a mandar além da sua própria igreja. Foram chamados bispos paroquiais, bispos que governaram várias igrejas, e bispos metropolitanos que governaram outros pastores. &lt;br /&gt;2. O governo das igrejas foi estruturado como o do Estado.&lt;br /&gt;B. Regeneração batismal. C. Batismo infantil. &lt;br /&gt;7. Havia vários grupos de Igrejas primitivas e verdadeiras: &lt;br /&gt;A. Montanistas, do século II ao século VIII. &lt;br /&gt;B. Novacianos, do século III ao século VIII. &lt;br /&gt;C. Cristãos ingleses, desde o século I até o Sínodo de Whitby em 664 d.C. Nesta data passaram a ser católicos. &lt;br /&gt;D Cristãos na Ásia Menor das montanhas "Taurus" no sul e leste do Mar Negro, até o século . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do Quarto ao Quinto século&lt;br /&gt;1. 314 até 336 d.C. Silvestre I, bispo (pastor) em Roma, e o imperador Constantino estabeleceram o cristianismo como uma religião oficial do Império Romano. &lt;br /&gt;2. 325 d.C. Constantino presidiu o Concilio de Niceía que definiu o Credo com o mesmo nome. &lt;br /&gt;3. 330 d.C. A capital do Império foi movida para Constantinopla, (Bizâncio), ou Istambul de hoje. &lt;br /&gt;4. 337 d.C. Constantino foi batizado no leito da morte. Prova que não era cristão verdadeiro porque pensou que estava lavando todos os pecados da sua vida de uma só vez antes da morte. Ele creu na regeneração batismal. &lt;br /&gt;5. 476 d.C. A queda de Roma e o Império Ocidental. &lt;br /&gt;6. Os erros desta época: &lt;br /&gt;A. As heresias já desenvolvidas foram transformadas em doutrina oficial da Igreja unida com o governo Romano, com o imperador como Pontifex Maximus ou grande sumo sacerdote do cristianismo. Constantino precisava do apoio político dos cristãos. Eles, por sua parte, queriam prestígio, poder e dinheiro. &lt;br /&gt;B. Com o desenvolvimento eclesiástico da hierarquia dos pastores, o bispo de Roma foi chamado o Pai da Igreja, isto é, o Papa, ou Bispo Universal. &lt;br /&gt;1. A capital política em Constantinopla; a capital religiosa em Roma.&lt;br /&gt;C. Desenvolvimento da adoração de imagens e relíquias. &lt;br /&gt;D. Regime sacerdotal estabelecido. Salvação pela intercessão dos homens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. As igrejas verdadeiras neste tempo: &lt;br /&gt;A. Grã-Bretanha era o baluarte de cristianismo verdadeiro durante seis séculos, começando no tempo do apóstolo Paulo. No ano 597 d.C., chegou um monge católico, Austin (Agostinho), pelas ordens do "Papa" Gregório I para converter os anglicanos, mas achou um cristianismo já funcionando muito bem. &lt;br /&gt;1. Um pregador por nome de Patrick (Patrício) fez um bom trabalho no meio destas igrejas já existentes desde o tempo de Paulo! Este pregador não era católico porque a igreja católica não tinha chegada lá ainda! &lt;br /&gt;2. Patrick (Patrício) foi seqüestrado por piratas quando era jovem e foi vendido como escravo na Irlanda donde escapou após seis anos de captura. Depois voltou como missionário. Batizou (por imersão) 2.000 adeptos, estabeleceu 365 igrejas, ajudou-as todas escolher seu pastor, e praticava a ceia do Senhor como batistas hoje. &lt;br /&gt;3. Os padres católicos chegaram 136 anos depois da morte de Patrício! Muitos ingleses resistiram o catolicismo mas finalmente foram forçados a recebê-lo pelo Sínodo de Whitby no ano 664. &lt;br /&gt;(Veja W. A. Jarrell, Baptist Church Perpetuity, pp. 472-479; W. J. Burgess, Baptist Faith and Martyrs’ Fire, pp. 358-365). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. "Os britânicos preservaram a fé que tinham recebido incorrupta e inteira, em paz e tranqüilidade até o tempo do Imperador Dioclécio." &lt;br /&gt;Veja Venerable Bede’s Ecclesiastical History, Book 1, Chapter 4, p.42).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Os montanistas e novacianos, que duraram até o século VIII em Ásia Menor, África, e Europa. C. Os donatistas, especialmente no norte da África, existiram desde o começo do cristianismo mas foram dados este apelido por causa do seu líder Donato, no ano 311 d.C.Duraram até o século VII d.C. &lt;br /&gt;1. Foram os primeiros a sofrer pelo "princípio constantino," isto é, pela união do estado com a religião "cristã." &lt;br /&gt;2. 411-415 d.C. O clímax da divisão veio com o debate entre eles e os bispos Agostinho e Aureliano que tentaram forçar todos os cristãos unirem-se debaixo da proteção do estado. O magistrado decidiu, naturalmente, que Agostinho tinha razão. No fim, o Imperador declarou que todos os donatistas não tinham direito nenhum como cidadãos e proibiu todos assistirem seus cultos. &lt;br /&gt;Kurtz, Church History, I, pp. 395-396; Leonard Verduin, The Reformers and Their Stepchildren, pp 65-66). &lt;br /&gt;3. Donato declarou aos comissários, "Quid est imperatori cum ecclesia?" ("O que tem o Imperador com a igreja?") &lt;br /&gt;4. Os donatists e os anabatistas que vieram depois eram iguais em sua doutrina e prática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Fonte: Solla Scriptura]&lt;br /&gt;Continua...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-3357321745015131560?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/3357321745015131560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/06/datas-importantes-2.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/3357321745015131560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/3357321745015131560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/06/datas-importantes-2.html' title='Datas Importantes 2'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TB_IHmW8g-I/AAAAAAAAABg/OP_-Y_khqAo/s72-c/1Luz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-7226757738661837634</id><published>2010-06-16T11:59:00.000-04:00</published><updated>2010-06-16T12:02:01.842-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Batista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cristianismo'/><title type='text'>Datas Importantes I</title><content type='html'>Algumas datas históricas importantes Um guia histórico &lt;br /&gt;Pr. Steve Montgomery &lt;br /&gt;Igreja Batista Independente &lt;br /&gt;Ourinhos, S.P. &lt;br /&gt;1999 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E-mail do Pastor Steve: shm5515 SinalDeArroba bellsouth.net&lt;br /&gt;Muitas vezes o pregador precisa ter uma idéia da história do mundo e das igrejas verdadeiras que Cristo tem conservado até os nossos dias. Este pequeno estudo sobre algumas datas destacadas na história não é completo, e algumas datas são aproximadas somente. Mas pode ajudar alguém a entender melhor o nosso mundo "Batista" de hoje. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro século d.C.&lt;br /&gt;1. 26-30 d.C. A igreja de Jesus Cristo constituída. &lt;br /&gt;A. Jesus Cristo ajuntou alguns judeus convertidos e batizados para começar a "sua igreja." Data e local desconhecidos. Não havia organização formal. &lt;br /&gt;B. Jesus deu apóstolos e profetas à igreja. Eles estão no fundamento dela. &lt;br /&gt;    1. Não há apóstolos e profetas atualmente. Não são necessários. &lt;br /&gt;C. Jesus deu a fé, ou a doutrina apostólica, à igreja uma só vez para sempre. &lt;br /&gt;    1. Ela é completa e não há necessidade de receber novas revelações. &lt;br /&gt;D. Jesus deu a batismo à igreja. É o batismo de João que Ele próprio recebeu. &lt;br /&gt;    1. É a imersão em água do crente confesso, em obediência à direção do Espirito Santo pela igreja que Jesus fundou e enviou ao mundo. &lt;br /&gt;E. Jesus deu a ceia memorial à igreja para lembrar dele até a sua volta. &lt;br /&gt;1. É feito com o pão sem fermento e o cálice em memória do corpo e sangue de Cristo.&lt;br /&gt;F. Jesus deu disciplina à igreja para que ela continue separada do mundo, e para o crescimento espiritual dos seus membros. &lt;br /&gt;G. Jesus deu O Espirito Santo à igreja para que ela tenha a sua direção, presença e poder até a volta de Cristo. &lt;br /&gt;H. Jesus deu à igreja ordens para pregar o evangelho, batizar discípulos, e ensiná-los sua doutrina até os confins da terra e até a consumação dos séculos. &lt;br /&gt;I. A igreja de Cristo é separada do estado. &lt;br /&gt;J. Jesus prometeu que a sua igreja não morreria, Mateus 16:18. &lt;br /&gt;K. Cada igreja local é independente, autônoma e sem hierarquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continua...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Fonte: Solla Scriptura]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-7226757738661837634?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/7226757738661837634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/06/datas-importantes-i.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/7226757738661837634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/7226757738661837634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/06/datas-importantes-i.html' title='Datas Importantes I'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-8209236436572907907</id><published>2010-06-14T20:37:00.000-04:00</published><updated>2010-06-14T20:37:55.954-04:00</updated><title type='text'>AMAZÔNIA VIVA: MARTÍRIO DOS ANABATISTAS - Parte I</title><content type='html'>&lt;a href="http://floresta-viva.blogspot.com/2009/09/martirio-dos-anabatistas-parte-i.html"&gt;AMAZÔNIA VIVA: MARTÍRIO DOS ANABATISTAS - Parte I&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-8209236436572907907?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://floresta-viva.blogspot.com/2009/09/martirio-dos-anabatistas-parte-i.html' title='AMAZÔNIA VIVA: MARTÍRIO DOS ANABATISTAS - Parte I'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/8209236436572907907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/06/amazonia-viva-martirio-dos-anabatistas_14.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/8209236436572907907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/8209236436572907907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/06/amazonia-viva-martirio-dos-anabatistas_14.html' title='AMAZÔNIA VIVA: MARTÍRIO DOS ANABATISTAS - Parte I'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-7340843130663742466</id><published>2010-06-14T20:36:00.000-04:00</published><updated>2010-06-14T20:36:52.091-04:00</updated><title type='text'>AMAZÔNIA VIVA: MARTÍRIO DOS ANABATISTAS - Parte II</title><content type='html'>&lt;a href="http://floresta-viva.blogspot.com/2009/09/martirio-dos-anabatistas-parte-ii.html"&gt;AMAZÔNIA VIVA: MARTÍRIO DOS ANABATISTAS - Parte II&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-7340843130663742466?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://floresta-viva.blogspot.com/2009/09/martirio-dos-anabatistas-parte-ii.html' title='AMAZÔNIA VIVA: MARTÍRIO DOS ANABATISTAS - Parte II'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/7340843130663742466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/06/amazonia-viva-martirio-dos-anabatistas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/7340843130663742466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/7340843130663742466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/06/amazonia-viva-martirio-dos-anabatistas.html' title='AMAZÔNIA VIVA: MARTÍRIO DOS ANABATISTAS - Parte II'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-6955771088999673034</id><published>2010-06-10T18:38:00.000-04:00</published><updated>2010-06-10T18:38:10.854-04:00</updated><title type='text'>Ornelas: "Novenário de N. Sra da Glória não é só para católicos" - Pe. João Roche</title><content type='html'>&lt;a href="http://ornelasnaamazonia.blogspot.com/2007/08/novenrio-de-n-sra-da-glria-no-s-para.html"&gt;Ornelas: &amp;quot;Novenário de N. Sra da Glória não é só para católicos&amp;quot; - Pe. João Roche&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-6955771088999673034?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://ornelasnaamazonia.blogspot.com/2007/08/novenrio-de-n-sra-da-glria-no-s-para.html' title='Ornelas: &quot;Novenário de N. Sra da Glória não é só para católicos&quot; - Pe. João Roche'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/6955771088999673034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/06/ornelas-novenario-de-n-sra-da-gloria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/6955771088999673034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/6955771088999673034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/06/ornelas-novenario-de-n-sra-da-gloria.html' title='Ornelas: &quot;Novenário de N. Sra da Glória não é só para católicos&quot; - Pe. João Roche'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-6491757292020365894</id><published>2010-06-07T11:51:00.000-04:00</published><updated>2010-06-07T11:51:50.639-04:00</updated><title type='text'>Estudos Teológicos: A HISTÓRIA DOS BATISTAS</title><content type='html'>&lt;a href="http://teologomauricio.blogspot.com/2010/03/historia-dos-batistas.html#comment-form"&gt;Estudos Teológicos: A HISTÓRIA DOS BATISTAS&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-6491757292020365894?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://teologomauricio.blogspot.com/2010/03/historia-dos-batistas.html#comment-form' title='Estudos Teológicos: A HISTÓRIA DOS BATISTAS'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/6491757292020365894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/06/estudos-teologicos-historia-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/6491757292020365894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/6491757292020365894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/06/estudos-teologicos-historia-dos.html' title='Estudos Teológicos: A HISTÓRIA DOS BATISTAS'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-8219749374736920492</id><published>2010-04-05T20:23:00.002-04:00</published><updated>2011-10-11T22:02:21.691-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eleição; pregação'/><title type='text'>*A Importância da Pregação da Doutrina da Eleição nos dias de hoje.*</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/S7qC3QcLFdI/AAAAAAAAABQ/C3eeHpJstq8/s1600/mostra_img.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/S7qC3QcLFdI/AAAAAAAAABQ/C3eeHpJstq8/s320/mostra_img.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5456817784330327506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;AUTOR: LINS,C.D.F. - &lt;br /&gt;Igreja Batista do Hiléia, Manaus-AM,2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Esta doutrina era, para os batistas, a espinha dorsal da pregação do evangelho e do empenho missionário. A adoração, o evangelismo e o culto dos batistas do Sul, por oitenta anos, foram moldados e direcionados por esta preciosa verdade. Hinos, confissões de fé, catecismos e padrões doutrinários assinados por professores de seminários, todos refletiam o reconhecimento universal desta doutrina entre os batistas...Hoje muitos batistas do Sul, e a maioria dos evangélicos, consideram a doutrina da eleição como não-essencial, prejudicial ao evangelismo, uma ameaça ao zelo missionário, uma contradição ao amor e à justiça de Deus, um fator que causa divisão nas igrejas.”&lt;/em&gt;(*)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acima temos um trecho de um livro de um escritor batista do sul dos E.E.U.U. falando da situação atual e geral no meio evangélico e batista concernente ao ensino desta doutrina maravilhosa e tremenda. No entanto creio que, hoje mais do que nunca, independente da posição geral ou particular que os batistas tomem na atualidade e, também, não sucumbindo aos extremos do hipercalvinismo e do arminianismo peverso, é necessária a pregação em nossos púlpitos deste ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evangelho pregado em muitas igrejas, incluindo batistas, longe já está do Cristocentrismo marcante que deve caracterizar o mesmo. O Deus Soberano e Supremo da Bíblia está sendo esquecido em nossas ênfases evangelísticas e o humanismo e o pelagianismo avassalam as mentes dos nossos crentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diabo que é o maestro do falso evangelho, rege nas  filosofias e tenta engendramentos capazes de afugentar a fé na verdade. Devemos lutar como diz nosso amado irmão Judas em sua carta, pela fé entregue a nós. O inimigo de nossas almas usa essa instrumentação para não haver defesa na luta. Um evangelho humano sucumbe ainda mais os enfraquecidos ouvintes carnais; e não vivifica os que estão nas garras da morte(cf João 5.25; Ef 2.1). Não é essa nossa vocação! Nossa vocação é o Evangelho da Glória de Cristo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na guerra que as trevas travam contra nós, o alvo principal são nossas convicções. E também por elas precisamos defendê-las na luta. A nossa Fé diante dessa luta é que vence o mundo disse o amado Ap João. O falso evangelho está incluído na vedagem que as trevas promovem na mente dos incrédulos; ele confunde, para não manifestar o verdadeiro (cf II Cor 4.4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O povo de Deus fica desarmado do capacete da salvação e do escudo da fé. A mente fica entenebrecida com a confusão do evangelho humanístico; evangelho de uma salvação tipo “salve-se quem puder”. Os crentes estão doentes porque a fé não está saudável, porque a água que bebem não mata a sede. O pão que comem não é o que desceu do céu, mas aquele que encontram na terra seca do deserto. Correm atrás das novidades e das sensações, dos sinais, mas não seguem a fé do Deus que é Supremo e Soberano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ap Paulo exorta-nos: “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados...” (cf Col 3.12). Aí está uma ordem muito oportuna para nós hoje e para os crentes desesperançados e confusos de nossos dias. &lt;br /&gt;Os crentes precisam se revestir! Revestir-se do que? Desta idéia que é uma atitude de fé real! Esse revestimento é o capacete da salvação. Crentes duvidosos de suas salvação são doentis e confusos. Além disso são fracos e se enfraquecem mais ainda. Toda dúvida vem do pecado; e tudo que não procede da fé é pecado; a dúvida é o naufrágio da fé. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doutrina da eleição tem que ser ensinada nos púlpitos porque ela coloca o homem na sua posição correta de impotência e limitação. Ela não engana com bajulações no ego, iludindo-o que ele é capaz de vencer o intransponível abismo do pecado e da natureza humana. Disse Abraão para o rico que há um “abismo” entre nós e eles; um grande abismo entre a sepultura humana e o seio consolador que Deus dá aos seus santos. &lt;br /&gt;A doutrina da eleição exalta o Deus Soberano e Supremo que por sua graça poderosa e restituidora executa um trabalho e batalha uma guerra que jamais caberá ao homem vencer. O seu plano de vitória predestinado ou preordenado ao homem é uma das grandes ênfases da doutrina da eleição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A eleição mostra que Deus nos ama, não porque viu algum mérito em nós, mas por pura graça e amor. Enquanto os crentes enfraquecidos e decepcionados com o humanismo na teoria do “super-crente”, levam rasteiras do diabo; os que erguem-se nas asas do Deus Todo-Poderoso estão revestidos como eleitos, santos e amados de Jeová. &lt;br /&gt;Essa doutrina mostra o amor incondicional e imensurável de Deus. O amor anima qualquer alma decepcionada e cansada de suas tentativas. Por isso que Deus diz que “nunca te deixarei, jamais te abandonarei”(cf Heb 13.5). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O crente revestido da idéia do “tudo-posso por mim mesmo”; cai decepcionado na primeira tentativa de salvar-se ou andar  pelo caminho direito. Mas se Ele se revestir da fé “tudo posso naquele que me fortalece”, isto é, dentro da fé verdadeira que vence o mundo, assim ele vive mais que um vencedor! Principalmente se ele ler e crer – pela pregação da doutrina da eleição, como fez Paulo – o que diz Romanos 8.31-39. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou você crer no evangelho dos “super-crentes” ou no Evangelho do Super-Salvador Jesus Cristo de Nazaré para glorificar Deus Pai! A doutrina da eleição glorifica a Deus e humilha o homem; revela que qualquer esforço é inútil a não ser que se dependa rendidamente ao Supremo Deus! O caminho do evangelho condicional é a decepção aqui ou no povir! Ou nos rendemos ao Salvador ou vamos continuar na luta da “pata-cega”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós nos revestimos como amados de Deus quando descobrimos a doutrina da eleição, que diz que o plano de vitória dos que estão em Jesus é sustentado pela palavra de seu poder (vf Heb 1.1-2). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vitória da obra de nosso Salvador e Senhor realizada, é a vitória de Deus agraciando os eleitos, santos e amados dEle de todas as épocas e eras. Os tais jamais perder-se-ão eternamente, jamais serão tomados das mãos de Jeová; serão preservados e jamais lançados fora(cf João 6.37-40; 10.27-29). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o pecador que ouve a doutrina da eleição for incapaz de crer nela - como espinha dorsal da mensagem -  ele também é incapaz de se humilhar do seu orgulho natural e, tristemente também incapaz de render-se ao Supremo Senhor e Salvador Jesus Cristo. E por conseqüência, ele permanece orgulhosa e eternamente perdido! Se o crente está ouvindo e crendo num evangelho que não é o da glória de Cristo, mas o das boas obras humanas, ele é crente em si mesmo e não verdadeiramente no Salvador. A doutrina da eleição limpa as nossas mensagens evangelísticas das boas obras humanas e exalta a graça mediante a fé (vf Ef 2.8, 9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos alvos principais do inimigo desde o Édem é fazer os homens desacreditarem e por isso desanimarem do amor de Deus! Acreditarem na blasfêmia do que o Deus Santo é! E Deus é Amor. E esse amor é demonstrado na obra do seu Filho! O crente desacreditando do amor de Deus Pai vai à busca vã de outros amores! Essa busca vã, é o caminho das trevas. Mas a Luz brilhou e, essa luz, é a vida dos homens; e a Luz é Nosso Senhor Jesus o Filho do Deus Vivo! (vf João 1.3). Nosso Senhor declarou que quem o segue não andará em trevas, mas terá a luz para a vida (cf João 8.12). Aleluia!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doutrina da eleição revela também que nós somos povo de Deus; um povo santo, separado. Mas o nosso orgulho de super-crentes nos infama para nós mesmos à decepção. Não somos pecadores que lutamos para sermos santos, somos sim santos que lutamos contra o pecado. Não vamos viver santamente sem revestirmos nossas mentes com a fé que somos filhos; que somos amados; que temos uma identidade nova no plano infrustrável e firme de Deus para nós. Através da doutrina da eleição vemos que o plano de vitória que Deus tem para nós já foi firmado pelo sangue da Aliança de seu Filho Jesus e agora está sendo executado pelo Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doutrina da eleição gera verdadeiros adoradores. A fé em Deus na forma como a doutrina produz, promove a verdadeira reverência que é devida ao Nosso Soberano Jeová. Os crentes entendem por esta doutrina que Deus é soberano em usar como queira sua misericórdia; por isso, então que os condenáveis pecadores irão clamar desesperadamente por sua compaixão; pelo seu olhar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta dessa doutrina na mensagem evangelística promove um relaxamento dos pecadores de se converterem urgentemente, esquecendo do tempo da oportunidade e da severidade de cair nas mãos do Deus Vivo (vf 2ª Cor 6.2; Heb 4.6; 12.22). Pois sua falta não revela a grandiosidade de Jeová com nitidez; e ainda não discorre do fato que Jeová escolhe por pura vontade própria que Ele têm! Isto é, Deus é que aceita o pecador; não é o pecador que O aceita. Por causa de justiça humana, não será, porque essa é considerada por Jeová como trapo de imundícia (cf Is 64.6). E quando Jeová requer justiça humana é daqueles que estão justificados pela justiça do Cordeiro. Pois aos que chamou, a esses mesmo justificou!(vf Rom 8.30).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como disse Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré: “Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia” (cf João 6.44); “E dizia: Por isso eu vos disse que ninguém pode vir a mim, se por meu Pai não lhe for concedido” ( cf João 6.65). E foi porque Jesus falou dessa verdade que muitos discípulos o abandonaram como vemos em João 6.66: “Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele”. Hoje muitos já deixaram o Senhor por causa dessa verdade, lamentavelmente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos ler, estudar e ensinar a doutrina da eleição em nossas igrejas. Não é a discussão se é condicional ou incondicional, mas de o que ela esclarece e alimenta as nossas vidas. Ela é importante pois vai gerar crentes saudáveis, humilhados, verdadeiros adoradores; livres da jactância. Não pensemos que esta doutrina gera crentes relaxados na santidade, pelo contrário, dentro do espírito da pregação, ela gera uma geração de crentes que buscam um mais alto grau de santificação e que se excluem da jactância, saindo e livrando-se da regência do veneno paralisante da serpente tortuosa. Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*)[Os Batistas e a Doutrina da Eleição, p.12. São Paulo: Ed. Fiel, 2009].&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-8219749374736920492?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/8219749374736920492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/04/importancia-da-pregacao-da-doutrina-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/8219749374736920492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/8219749374736920492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/04/importancia-da-pregacao-da-doutrina-da.html' title='*A Importância da Pregação da Doutrina da Eleição nos dias de hoje.*'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/S7qC3QcLFdI/AAAAAAAAABQ/C3eeHpJstq8/s72-c/mostra_img.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-26159690060056680</id><published>2010-04-05T20:14:00.000-04:00</published><updated>2010-04-05T20:17:10.747-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historia; Anabatistas'/><title type='text'>História Batista 1</title><content type='html'>Não Seremos entendidos se não formos Conhecidos &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vejamos que a nossa história diz muito sobre a prática batista moderna e evangélica fiel aos princípios que o Nosso Senhor deixou para sua igreja. Baseado no relato do historiador A.G. Dickens, no seu livro A Reforma, pg 131- 140-141, queremos chamar atenção: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; “...Os anabatistas não tinham nenhum chefe espiritual, ...” - esse é um fundamental entendimento para todos nós. Cristo é o chefe das igrejas. Jesus é o Senhor de todas elas. Nesse relato se faz menção a chefes espirituais humanos. Os princípios, cultura, costumes etc, são baseados nos seus ensinamentos de forma a estabelecê-los na prática dos discípulos dEle. As igrejas imitaram e devem hoje imitar, reproduzir na prática os ensinos que o Mestre deixou. Hoje há muitos mestres, mas o Mestre das igrejas neotestamentárias é o próprio Jesus de Nazaré. Mestres contando histórias, mas que não devem ser chamados de mestres, pois o que Cristo nos ordenou é ensinar o que ele ensinou e imitar. Não devemos ensinar interpretações particulares, mas reproduzir os seus ensinos, inclusive na vida da igreja. Aliás ele ordenou que ninguém seria nosso Mestre, mas todos irmãos: “Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre, a saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos.”(cf Mat 23:8). Percebamos que o Mestre não deixou-nos outro mestre sucessor, mas incubiu aos seus representantes a repassar os seus ensinamentos aos novos alunos conforme dita seu comando: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado;” – Mateus 28:19-20ª. Cristo deixou o Espírito da verdade que guiar-nos-ia em toda ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por Missão Batista do Caminho em 8/15/2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-26159690060056680?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/26159690060056680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/04/historia-batista-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/26159690060056680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/26159690060056680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/04/historia-batista-1.html' title='História Batista 1'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-2902888820131689380</id><published>2010-03-12T10:30:00.000-04:00</published><updated>2010-03-18T09:44:42.592-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escatologia'/><title type='text'>O Porvir 1</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/S6Is6aD55cI/AAAAAAAAAAk/EVN6ucg72PU/s1600-h/fim+do+mundo.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 306px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/S6Is6aD55cI/AAAAAAAAAAk/EVN6ucg72PU/s320/fim+do+mundo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449967881011455426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A posição da Agebam(Anabatistas da Amazônia) sobre a escatologia não é partidária de uma linha, se não aquela que a própria Bíblia declara. Em todos os casos vemos posições particulares que dividem e criam contendas entre os irmãos. A posição é clara para nós, não nos envolveremos com cálculos e ‘achismos’ modernos para estabelecer nossas posições doutrinárias ou visionarias, como fizeram igrejas heréticas e errantes. Cremos como dita nossa declaração doutrinária. O mundo está prosseguindo para o seu fim, a volta de Cristo ocorrerá no dia que ninguém sabe, na hora que ninguém cuida, será visível e gloriosa, e trará um juízo final para todo mundo, anjos e homens. No entanto, o Amilenismo aparece como mais próximo da nossa posição. Os artigos à frente defendem nossa posição de crer. Mas como batistas devemos respeitar a posição diferente ou especial que qualquer irmão porventura adote. (Lins, C.D.F.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomando por base Cristo o “canon in cânon”, isto é, interpretamos os textos bíblicos a partir de Cristo; os textos dos apóstolos devem ser interpretados à luz do que nosso Mestre ensinou, prossigamos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus. Aprendei, pois, esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. (Mat 24.29-32).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A Volta de Cristo – será única e gloriosa, não será secreta; será precedida pelos sinais de sua eminência que são o desmoronamento do cosmos; causará lamento e desespero total aos ímpios e infiéis. Nessa ocasião irá determinar o Juízo Final e a sua ira. Homem nenhum pode calcular ou saber o momento da Volta de Cristo.(v.29, 30, 36; Ap 6.12-17). O escurecimento do sol e a falta de brilho da lua não é um eclipse transitório ou momentâneo, é o apagamento total e definitivo dos luminares, pois o Ap Pedro esclarece que os mesmos serão desfeitos (cf 2ª Pedro 3.12). O único brilho que aparecerá será o da glória de nosso Deus e Messias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Arrebatamento da Igreja – vemos no texto acima que a retirada dos eleitos (v.31) ocorre na ocasião do segundo advento do Mestre e que, sua vinda será manifesta a todas as gentes, não uma visita imperceptível à humanidade(vs 27,30). Partindo desse texto básico poderemos interpretar sem obscuridade os textos apostólicos como de Paulo em I Tessalonicenses 4.14-18 que diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“14 Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. 15 Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.16 Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.17 Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. 18 Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo dá o detalhe apenas do encontro nos ares, mas não discursa que há uma volta imperceptível à humanidade e nem um arrebatamento secreto. Outro detalhe é o que diz o v.29 de Mateus 24, é que esse recolhimento ou arrebatamento se dá após “as aflições” dos últimos dias, não antes como alguns advogam. Os que Deus “tornará a trazer com Jesus”, o texto I Ts 4.14 se refere aos que estão descansando nas sepulturas os quais não precederemos, nós os que estamos vivos. Cremos por isso que o arrebatamento não será secreto e será no momento do aparecimento do sinal do advento de Cristo. Não precedendo um período de Tribulação, mas depois das “aflições” dos últimos dias! (cf Mat 24.31; I Ts 4.7). O Texto paulino que fala do arrebatamento, diz que o próprio Senhor descerá do céu com estrondo (v. 17), diferentemente da idéia que ficaria nas nuvens esperando não percebido pelas gentes.&lt;br /&gt;O Texto de João no livro do Apocalipse onde temos a visão das pessoas que vieram da grande tribulação (cf Ap 7.4, 14); no texto, nem no contexto não vemos arrebatamento precedendo a chegada dos crentes no céu. Temos a chegadas de crentes para a consolação de Deus, como Paulo ordena aos crentes de Tessalonisenses (vf 1 Ts 4.18).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lemos que João “ouviu” – e não “viu” - o número dos assinalados, isto é, aqueles que pertencem ao Israel de Deus; depois “viu” os que vieram de grande tribulação (sem a impregnação do preceito pré-milenista que o artigo definido “da”, pois o propósito da revelação era mostrar que os crentes perseguidos pela besta - Deocleciano - estavam diante do trono de Deus e o Senhor Jesus está lhes apascentando). O que representa uma grande consolação aos crentes leitores endereçados do livro revelatório de João. João não viu os 144.000; João ouviu o número(v.4) dos assinalados que representam a geração completa dos eleitos de Deus. Após ter ouvido o número dos assinalados, “viu” (v.7) numa visão seguinte a multidão dos que vieram de uma grande aflição (v.14), porém não vemos menção de arrebatamento secreto. Os assinalados são os que estão com os nomes escritos no Livro da Vida do Cordeiro. Nessa visão ou temos revelado – o que é mais provável – as almas dos crentes afligidos pelas perseguições e tribulações. O inicio do texto do capítulo 7 de Apocalipse de João mostra que os eleitos serão protegidos pelo selo de Deus das coisas que haverá de ocorrer com a ação dos quatro anjos(vs. 1-3) não arrebatados nem retirados da Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Juízo final – ocorrerá um único Juízo Final que é o mesmo Tribunal de Cristo e o Grande Trono Branco (Mat 25.31; II Cor 5.10; Rm 14.10; Ap 20.11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Ressurreição – será por ocasião do retorno de Cristo – o último dia; ressoada a trobeta de Deus para o comando. Os mortos em Cristo serão ressuscitados primeiro e, depois nós os salvos vivos seremos transformados à tão esperada incorruptibilidade física. A primeira ressurreição não é física, mas da justiça de Cristo ou da regeneração que impede o efeito da segunda morte sobre os regenerados!(cf João 5.24, 25, 29; 6.39, 40; 11.24; I Cor 15.51, 52; Ap 20.5, 6; Col 3.1-3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.O Milênio – é o tempo da exaltação do Messias no Céu, onde Reina com e pela Igreja, até seu retorno à Terra. Os mil anos não são literais, mas um tempo longo e limitado pelo Senhor da História da humanidade que é Deus; que o Evengelho será pregado e a igreja reinando em vida e participando graciosamente de seus sofrimentos e disciplina. O aprisionamento de Satã se dá neste milênio para não impedir o Ministério do Espírito Santo que o retém impedindo de enganar e enfurecer as nações pagãs; está limitado no seu campo de ação; o ministério do Espírito Santo marca este tempo e impede o malígno; sua soltura se dará no fim deste tempo prolongado e limitado por Deus, com o surgimento coincidente da apostasia e do cognominado filho da perdição. Este representante do diabo se assentará no lugar de Deus, numa provável restauração do Templo de Jerusalém; o Adversário será destruído com o sopro da boca do Senhor no resplendor de sua vinda (cf Ap 20.1-7; Rm 5.17, 21; Fp 1.29; 3.10; Col 1.24; 2ª.Tm 1.8; 2.3; Hb 12.8; 2ª. Tss 2.3, 4, 7, 8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.Grande Tribulação – tempo de tribulação e perseguição dos servos de Deus e ocultamente às igrejas fiéis ao Caminho; culminará com a apostasia praticamente total, um perído final de extrema convulsão e propícia para o filho da perdição prometer paz e segurança, findando com o advento do Senhor o qual destruirá com o sopro de suas narinas(cf Mat 24.15-29; Luc 18.8; 1ª Ts 5.3; 2ª. Ts 2.3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AGEBAM _ Pr Calísthenes Lins. Outubro de 2008.&lt;br /&gt;---------------------------------------------------------&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-2902888820131689380?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/2902888820131689380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/03/escatologia-12032010.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/2902888820131689380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/2902888820131689380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/03/escatologia-12032010.html' title='O Porvir 1'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/S6Is6aD55cI/AAAAAAAAAAk/EVN6ucg72PU/s72-c/fim+do+mundo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617608886142574166.post-8599152072894156199</id><published>2010-03-10T16:50:00.000-04:00</published><updated>2010-03-10T17:01:37.313-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblia'/><title type='text'>A Origem do Dia da Bíblia</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/S5gHF5iYXRI/AAAAAAAAAAM/haV-zWX1DXg/s1600-h/Biblia%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5447111547230379282" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/S5gHF5iYXRI/AAAAAAAAAAM/haV-zWX1DXg/s320/Biblia%5B1%5D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o período do Império, a liberdade religiosa aos cultos protestantes era muito restrita, o que impedia que se manifestassem publicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O Dia da Bíblia surgiu em 1549, na Grã-Bretanha, quando o Bispo Cranmer, incluiu no livro de orações do Rei Eduardo VI um dia especial para que a população intercedesse em favor da leitura do Livro Sagrado. A data escolhida foi o segundo domingo do Advento - celebrado nos quatro domingos que antecedem o Natal. Foi assim que o segundo domingo de dezembro tornou-se o Dia da Bíblia. No Brasil, o Dia da Bíblia passou a ser celebrado em 1850, com a chegada, da Europa e dos Estados Unidos, dos primeiros missionários evangélicos que aqui vieram semear a Palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Pouco a pouco, as diversas denominações evangélicas institucionalizaram a tradição do Dia da Bíblia, que ganhou ainda mais força com a fundação da Sociedade Bíblica do Brasil, em junho de 1948. Em dezembro deste mesmo ano, houve uma das primeiras manifestações públicas do Dia da Bíblia, em São Paulo, no Monumento do Ipiranga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Hoje, o dia dedicado às Escrituras Sagradas é comemorado em cerca de 60 países, sendo que em alguns, a data é celebrada no segundo Domingo de setembro, numa referência ao trabalho do tradutor Jerônimo, na Vulgata, conhecida tradução da Bíblia para o latim. As comemorações do segundo domingo de dezembro mobilizam, todos os anos, milhões de cristãos em todo o País.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Além de Cultos de Gratidão, em alguns lugares são realizadas carreatas, concentrações, passeios ciclísticos ("Pedalando por Bíblias"), maratonas de leitura bíblica, distribuição de folhetos e bíblias, etc..             &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fonte: www.sbb.org.br)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617608886142574166-8599152072894156199?l=trinitarianodocaminho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/feeds/8599152072894156199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/03/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/8599152072894156199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617608886142574166/posts/default/8599152072894156199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trinitarianodocaminho.blogspot.com/2010/03/blog-post.html' title='A Origem do Dia da Bíblia'/><author><name>Instituto Trinitariano do Caminho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/TCYYa6qv6QI/AAAAAAAAAB0/920Jg2IzJ-k/S220/michael-sattler-ivan-moon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_RwVQYTdK5Ec/S5gHF5iYXRI/AAAAAAAAAAM/haV-zWX1DXg/s72-c/Biblia%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
